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	<title>Saúde Alternativa &#187; vício</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 16:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/"></g:plusone></div>
&#62;&#62;Quando os clínicos, cardiologistas, ginecologistas começaram a prescrever Rivotril indiscriminadamente, sob a alegação de que é fraquinho e não faz mal, simplesmente virou rotina tomá-lo sempre que alguém se sente mais ansioso ou passa por qualquer preocupação. Sempre que enfrenta &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/">Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/"></g:plusone></div>
<p>&gt;&gt;Quando os clínicos, cardiologistas, ginecologistas começaram a prescrever Rivotril indiscriminadamente, sob a alegação de que é fraquinho e não faz mal, simplesmente virou rotina tomá-lo sempre que alguém se sente mais ansioso ou passa por qualquer preocupação.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2011/02/rivotril.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-879" title="rivotril" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2011/02/rivotril-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a></p>
<p>Sempre que enfrenta uma situação de grande e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e, ou quando a sua tensão pré-menstrual está a ponto de levá-la à loucura, a advogada Cláudia Rodrigues, de 32 anos, recorre aos comprimidos ou a gotinhas do calmante tarja preta Rivotril (o clonazepam), o mais famoso e líder da família dos benzodiazepínicos. Para Cláudia, ele é um santo remédio porque &#8220;acalma sem derrubar&#8221;. Ela não é a única. O mercado de clonazepam cresceu, de 2006 a 2010, 41,9% no Brasil, sendo que, para o Rivotril, este índice foi de 8,8%, segundo dados da consultoria IMS Health e do próprio fabricante do fármaco.</p>
<p>O consumo hoje está tão banalizado que se tornou quase um modismo. Três gotinhas e dá para encarar o chefe sem e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e. Uma lasquinha de comprimido e aquela reunião tensa de trabalho flui que é uma beleza. Uma dose um pouco maior e o <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> vem fácil.</p>
<p>Difícil é saber se as pessoas estão realmente precisando mais desses tranquilizantes ou se os médicos receitam sem muito critério. A rigor, o clonazepam é indicado para casos mais graves de ansiedade, e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e pós-traumático e síndrome do pânico. Inicialmente, chegou a ser usado como antiepiléptico. Hoje, seu uso se assemelha mais ao de uma poção mágica, capaz de produzir alívio imediato da ansiedade. Qualquer ansiedade. Mas isso é necessariamente condenável ou prejudicial?</p>
<p>Especialistas alertam que, em muitos casos, a sensação de bem-estar com a droga é engana<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a, porque os problemas internos continuam sem uma solução.</p>
<p>Cláudia diz que recorre ao remédio eventualmente, mas admite que a sua gaveta tem um lugar especial para ele. No período que ficou sem trabalhar, tinha dias que ela entrava numa &#8220;neura total&#8221; e chorava ininterruptamente por dias.</p>
<p>- Nessas horas, eu tomava o remédio e funcionava que era uma beleza. O meu marido até conseguia se aproximar de mim sem levar mordidas. Para a TPM foi recomendação da ginecologista, que receitou como tratamento para aliviar a tensão que precede a menstruação. Só que não me agradou ter que usar o remédio todo mês e decidi abrir a gaveta dele apenas quando sinto que corro o risco de parar numa cela ao lado de Fernandinho Beira-Mar &#8211; comenta a advogada.</p>
<p>Aliás, o traficante, preso num centro de segurança máxima, também é usuário do calmante porque sofre de <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a>. O mesmo motivo que levou Silvia Siqueira, arquiteta, de 35 anos, a tomar:</p>
<p>- Achei péssimo. Tomei e demorou muito tempo para fazer efeito e depois apaguei. Não tive a sensação de ter <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mido bem. Você apaga e não acorda bem disposta. E olha que só usei meio comprimido.</p>
<p>Álcool aumenta efeito sedativo</p>
<p>Isso não é raro porque o fármaco pode provocar mais sedação do que redução da ansiedade, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo. Ele lembra que o clonazepam pode causar <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> quando usado por mais de seis semanas. É por isso que em países como os EUA há limite nas prescrições.</p>
<p>- O clonazepam é a principal causa de quedas na população acima de 50 anos. Essas pessoas tomam o medicamento no meio da noite, se levantam e acabam caindo. A longo prazo, o fármaco prejudica a <a href="/category/memoria/" title="View all posts filed under memória">memória</a>. Quando associado ao álcool, sua ação é potencializada &#8211; alerta Laranjeira.</p>
<p>A gerente Verônica Lima, de 31 anos, só começou a tomar clonazepam por indicação de seu médico, numa fase em que estava muito ansiosa. Ela não conseguia <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir bem e se sentia cansada ao longo do dia.</p>
<p>- Eu tomo em gotas porque acredito que é um pouco mais light e fica mais fácil controlar a dosagem. Agora só faço isso quando realmente estou super ansiosa ou preocupada, e sei que vou acabar não <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mindo bem. Ou quando faço alguma viagem longa de avião, porque tenho medo &#8211; conta.</p>
<p>Para Laranjeira, esse tipo de <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> contribui para o aumento de vendas e o abuso no consumo da droga, pois as indicações médicas para receitá-la são poucas.</p>
<p>- O abuso pode estar ocorrendo devido ao descuido dos médicos nas prescrições, ao baixo preço do medicamento (o frasco custa cerca de R$ 10) e, eventualmente, à promoção não ética de farmácias e da indústria farmacêutica &#8211; diz.</p>
<p>A falta de cuidado e/ou critério por p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de médicos é um dado real. Luiza Nunes, de 33 anos, usa clonazepam há três anos &#8211; quando o início de seu doutorado, o dia-a-dia com a rotina de casa e o trabalho estavam pesados. Ela ficava tão e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ada que não conseguia pegar no <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>. Então um amigo neurologista receitou a droga.</p>
<p>- Ele disse que o remédio ajudaria a induzir o <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> e que era um dos poucos que não causaria <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>. Claro, se eu não fizesse uso em excesso. Hoje só tomo quando estou muito e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ada. Sei que não é a medida mais saudável, porém é o que traz resultado rapidamente. E nessa vida de corre-corre ele se torna uma droga licita de extrema necessidade &#8211; opina.</p>
<p>Só que o clonazepam é apenas para casos graves, reforça a psiquiatra Ana Cecília Petta Roselli Marques, pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a do Instituto Nacional de Tecnologia e Ciência para Políticas sobre Álcool e Drogas.</p>
<p>- O consumo a médio prazo, de três a seis meses, causa tolerância e o usuário passa a necessitar de dose maior para atingir o efeito inicial, diminuindo a sua capacidade de resolver problemas &#8211; alerta.</p>
<p>Droga não traz sensação de paz</p>
<p>Para o psiquiatra Antonio Egidio Nardi, da UFRJ, os calmantes relaxam, mas não trazem sensação de paz. Ele lembra que <a href="/category/psicoterapia/" title="View all posts filed under psicoterapia">psicoterapia</a>, ioga, <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> e prática de exercícios também relaxam e reduzem a ansiedade.</p>
<p>- Quando muito, o calmante é um arremedo de conforto &#8211; afirma Laranjeira. &#8211; Acredito no repertório não farmacológico que inclui ouvir música, fazer exercícios, cultivar as relações <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osas, familiares, trabalho criativo. A busca do paraíso é eterna, mas duvido que o nirvana seja encontrado nas medicações e nas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>.</p>
<p>O efeito dos benzodiazepínico é semelhante ao do álcool, já que o mecanismo de ação desses fármacos nos neurônios é quimicamente similar ao do etanol. Aliás, a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> em alcoólatras é alta, comenta a psiquiatra Vera Lemgruber, chefe do Setor de Psiquiatria do Serviço da Santa Casa de Misericórdia no Rio. Ela acredita que o Rivotril em particular faz sucesso porque tem poucos efeitos colaterais, além de <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>lência e relaxamento muscular. Além disso, a droga não tem o estigma de antidepressivo. E ainda é barata, em relação a outras da sua classe.</p>
<p>- Clínicos acham mais fácil receitar esse tipo de medicamento do que os antidepressivos, que provocam efeitos colaterais desagradáveis e precisam ser controlados com maior atenção. Hoje a bola da vez entre os benzodiazepínicos é o Rivotril, mas em outras décadas já foram Valium, Lorax, Olcadil, Lexotam e Frontal.</p>
<p>Nem mesmo se livrar do Rivotril por conta própria e de uma hora para outra é fácil.</p>
<p>- A retirada precisa ser feita de forma gradual para evitar crises de abstinência e <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a>, sintomas que podem reforçar a impressão de que não se deve deixar de tomar a medicação &#8211; diz Vera.</p>
<p>Essa dificuldade para abandonar o fármaco não está apenas associada à sua química, acrescenta a psicanalista Alice Bittencourt, da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio.</p>
<p>- Livrar-se do Rivotril ou qualquer outro é difícil porque é preciso enfrentar todos os fantasmas que a pessoa não queria encarar quando começou a tomar o medicamento. Afinal o remédio só esconde os problemas, que continuarão lá, esperando para serem solucionados &#8211; afirma. &#8211; As pessoas não se dão conta que não existem pílulas milagrosas, e que uma hora terão que trabalhar as suas dificuldades internas com especialistas.</p>
<p>Na opinião de Alice, essa busca da sensação de paz faz as pessoas esquecerem da tarja preta e do risco de <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> química e psicológica:</p>
<p>- Conheço gente que não sai de casa sem uma caixinha do remédio. Usam como se fosse uma porção mágica antes de provas, reuniões ou qualquer situação de crise.</p>
<p>A Roche, fabricante do Rivotril ressalta que não faz mais a promoção comercial do fármaco no Brasil e que ele só pode ser comprado com receita retida e controlada pela Anvisa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/02/13/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre-2006-2010-923791406.asp">O Globo</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/">Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Evite o Primeiro Atrito</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/"></g:plusone></div>
(Artigo escrito por Walter Medeiros, jornalista em Natal, RN, Veiculado no Natal RN Sites – www.rnsites.com.br em 20.10.2007)  A freqüência com que o assunto alcoolismo vem surgindo na imprensa, rádio e televisão faz um esboço desse problema que afeta toda &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/">Evite o Primeiro Atrito</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/logo_oficial.gif" title="logo_oficial.gif"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/logo_oficial.gif" alt="logo_oficial.gif" /></a></p>
<p align="center">(Artigo escrito por Walter Medeiros, jornalista em Natal, RN, <span style="font-size:11pt;color:black;"><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"><font face="Times New Roman">Veiculado no Natal RN Sites – </font><a href="http://www.rnsites.com.br/" target="_blank"><font face="Times New Roman">www.rnsites.com.br</font></a><font face="Times New Roman"> em 20.10.2007</font></font></font></span>)</p>
<p> A freqüência  com que o assunto <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> vem surgindo na imprensa, rádio e televisão faz um esboço desse problema que afeta toda a sociedade, pois queiram ou não, todos os cidadãos findam fazendo p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> desse quadro, sempre como vítimas. O <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a>  foi declarado <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> pela Organização Mundial de Saúde em 1967 e afeta tanto as  pessoas que bebem como suas famílias, que adoecem junto; os emprega<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es e o  poder público, que desembolsa boa p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos seus gastos para enfrentar problemas  decorrentes do consumo de bebida. As conseqüência do <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> terminam sempre nos hospitais, delegacias de polícia, corpos de bombeiros, juizados das mais diversas causas, penitenciárias, cemitérios e uma lista imensa de outros lugares.<br />
Há 72 anos uma entidade vem cuidando de alcoólatras no mundo inteiro e  está até na Internet, onde encontramos o site <a href="http://www.alcoolicosanonimos.org.br/">Alcoólicos Anônimos</a>, que divulga inclusive um lema interessante: “Evite o primeiro gole”. Conhecida popularmente como A.A., a entidade funciona desde que dois alcoólatras descobriram que podiam manter-se sóbrios compartilhando seus problemas entre si. Mas juntamente com aquela entidade desenvolveu-se também no mundo inteiro uma organização chamada <a href="http://www.al-anon.org.br/novosite/">Al-Anon</a>, que cuida de familiares e amigos de alcoólatras, adota os mesmos princípios de Alcoólicos Anônimos (adaptados) e adaptou também esse lema, para recomendar: “Evite o primeiro atrito”.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/selo.jpg" title="selo.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/selo.thumbnail.jpg" alt="selo.jpg" /></a>É sobre esse “primeiro atrito” que desejo falar, considerando algumas informações importantes que tive a oportunidade de colher em evento promovido por aquela entidade, ao qual tive a sorte de comparecer na qualidade de profissional interessado no assunto. Ao evitar o primeiro atrito, os familiares fazem com que muitos problemas sejam evitados também, pois sempre que existe um confronto com um alcoólatra &#8211; embriagado ou não &#8211; as conseqüências podem ser drásticas.<br />
Segundo uma palestrante &#8211; que não se pode identificar para manter seu anonimato seguindo os princípios da entidade &#8211; “Al-Anon surgiu da mesma ‘necessidade’ de AA. A necessidade de ‘dialogar’, de uma pessoa entender a outra, falarem a mesma linguagem, trocarem as experiências vividas com seus entes queridos doentes, que tanto lutavam para largar a bebida e não conseguiam. Não custou muito para que as esposas dos alcoólatras descobrissem que o estado em que se encontravam era resultado do convívio sob o domínio do álcool, quando seus familiares e amigos se tornavam pessoas também doentes, de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> emocional. A troca de experiências mostrava o caminho a  seguir.” Como o  <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> é considerado uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> reflexiva &#8211; pois todos do convívio do alcoólico adoecem juntos &#8211; torna-se dificílimo compreender uma vida tão atribulada, onde o senhor de tudo é o álcool, que impera, manda e comanda a vida do alcoólico e conturba toda a família, pondo de água abaixo todos os planos feitos anteriormente. Até que o familiar tome conhecimento de que o alcoólico é porta<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, aceite,  compreenda e se trate junto, leva muito tempo e requer sacrifício de ambas as  p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s, explica a representante dos familiares.<br />
O Al-Anon no Rio Grande do Norte completou trinta anos de formação em 2007. Desde que surgiu, os seus membros procuram mostrar que quando um familiar ou amigo de alcoólatra evita o primeiro atrito, está contribuindo para a recuperação, na medida em que evita um descontrole emocional de ambos. Al-Anon mostra que qualquer assunto ou problema surgido pode e deve ser tratado somente depois que os ânimos estiverem acalmados, noutro dia, noutra hora. Falam em “recuperação” e não em “cura”, porque o <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> não tem cura; pelo menos até agora não foi  descoberta.<br />
A importância das esposas de alcoólatras freqüentarem o Al-Anon está na recuperação delas próprias. A palestrante esclareceu que à medida que elas freqüentam, tomam conhecimento de que seus familiares são uns doentes, descobrem que adoeceram emocionalmente durante esse mesmo tempo e trazem consigo as seqüelas do sofrimento daquele convívio. Passam a trabalhar os sentimentos negativos, tão fortes, tão vivos, tão bem guardados e conservados – de raiva, ressentimento, angústia, negação, rancor, auto piedade. Isso só acontece numa sala de Al-Anon, onde o foco do tratamento é o familiar e não o alcoólico, garante ela. Uma mudança de atitude do familiar, esteja o alcoólico bebendo ou não, muda o clima e a con<a href="http://saudealternativa.org/category/vivencia/" title="View all posts filed under vivência">vivência</a> se torna mais amena, acrescenta. Por fim, ela informa o telefone  da sua entidade em Natal: (84) 32010889.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/">Evite o Primeiro Atrito</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 18:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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Além de diminuir o prazer sexual, o álcool faz garotos adolescentes terem menos cuidados nas relações sexuais. Essa é uma das principais conclusões do trabalho produzido pelo aluno do sexto ano de medicina da Unifesp Danilo Torcato Ivankovich, que teve &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/">Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/camisinha.jpg" title="camisinha.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/camisinha.jpg" alt="camisinha.jpg" /></a></p>
<p align="justify">Além de diminuir o prazer sexual, o álcool faz garotos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s terem menos cuidados nas relações sexuais. Essa é uma das principais conclusões do trabalho produzido pelo aluno do sexto ano de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> da Unifesp Danilo Torcato Ivankovich, que teve a orientação do professor Mauro Fisberg e da professora Élide Helena Medeiros.</p>
<p>O pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> constatou que dos 42% de <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> que mantêm relação sexual depois de beber, 13% usam com menos freqüência a camisinha. &#8220;Muitas vezes, o jovem deixa de usar o preservativo porque não dispõe no momento e não quer adiar a oportunidade&#8221;, explica Danilo. Embora esse número possa parecer pequeno, é uma parcela significativa em termos de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> publica. &#8220;São <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> sujeitos a uma <a href="/category/gravidez/" title="View all posts filed under gravidez">gravidez</a> indesejada, Aids e <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s sexualmente transmissíveis (DST)&#8221;, diz Danilo.</p>
<p>Um bom exemplo dessa realidade é a experiência do estudante A.A., de 17 anos. Segundo ele, nas vezes em que manteve relações sexuais alcoolizado nem sempre se preveniu como deveria.</p>
<p>&#8220;Na hora até passa pela cabeça usar a camisinha. Mas você acaba deixando para lá e não pensa nos perigos que está correndo&#8221;, afirma o estudante.</p>
<p>Quando os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> não estão sob o efeito do álcool, grande p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> mostra estar consciente da necessidade de usar preservativo. Entre os entrevistados sexualmente ativos, 74% dos garotos sempre fazem uso do preservativo, enquanto entre as meninas, 57% afirmam o mesmo.</p>
<p>Realizado com duas escolas sorteadas da cidade de São Paulo, uma pública e outra particular, o estudo envolveu 1.175 <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s com idade entre 14 e 19 anos, todos estudantes do ensino médio.</p>
<p>Os resultados desse trabalho foram apresentados durante o 8º Congresso de Iniciação Científica, realizado nos dias 4 e 5 de outubro, na Unifesp.</p>
<p>O trabalho, que faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das atividades desenvolvidas pela monitoria no setor de Pediatria, traça o perfil dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que fazem uso do álcool e sugere os fatores relacionados ao risco do consumo, tanto na vida social quanto sexual.</p>
<p>Entre o grupo de <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que mantêm relações sexuais após beber, apenas 38% disseram sentir alteração no prazer durante a relação. Para a maioria das meninas (68%) o prazer aumenta, enquanto com os garotos isso não acontece: 65% disseram que o prazer diminui. É o caso do auxiliar de serviços gerais Paulo Augusto Toledo dos Santos, de 19 anos. &#8220;Para mim, a bebida diminui muito o meu prazer sexual. Sinto uma grande diferença em relação a quando estou sóbrio&#8221;, relata.</p>
<p>A explicação para os diferentes resultados da sensação de prazer entre os <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>s pode estar ligada ao estado emocional que a mulher apresenta. &#8220;A mulher alcoolizada se sente mais solta e relaxada, com isso diminui a ansiedade&#8221;, avalia Ronaldo Laranjeira, chefe da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad). Da mesma opinião compartilha o chefe do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), Dartiu Xavier da Silveira. &#8220;Com a mulher, o álcool proporciona a desinibição para o <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>, enquanto para o homem isso não acontece&#8221;, diz Dartiu.</p>
<p>Os alunos entrevistados foram divididos entre aqueles que nunca consumiram bebida alcoólica (17,5%), os que bebem pelo menos uma vez por semana (29,1%) e aqueles que consomem menos de uma vez por semana (53,4%). Em 83% dos casos, os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> assumiram já ter consumido álcool ao menos uma vez.</p>
<p>De um modo geral, os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> começaram a beber aos 12 anos de idade. &#8220;Isso comprova o aumento da incidência e a precocidade do consumo&#8221;, analisa Danilo. &#8220;As campanhas promovidas pelo governo têm de lembrar que o consumo do álcool começa em uma festa, numa descontração&#8221;, conclui o aluno.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.unifesp.br/" target="_blank">Unifesp</a></p>
<p><a href="http://cache.pando.com/soapservices/Package/package.pando?id=26D7B8C02D8B134D667C45327A334635434EF6F6&amp;key=4AB877AE50058F4311263B49E66172027707704020450D87AAC0E535E37CC7C4"></a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/">Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 17:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"></g:plusone></div>
Publicada em 23/08/2007 às 06h42m Roberta Jansen &#8211; O Globo RIO &#8211; As mesmas substâncias presentes no cérebro dos adolescentes que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a drogas &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/sriimg20060523_6743371_2.jpg" title="sriimg20060523_6743371_2.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/sriimg20060523_6743371_2.jpg" alt="sriimg20060523_6743371_2.jpg" /></a></p>
<p>Publicada em 23/08/2007 às 06h42m<br />
Roberta Jansen &#8211; O Globo<br />
RIO &#8211; As mesmas substâncias presentes no cérebro dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> como a cocaína e o álcool. Novas pesquisas realizadas por grupos da USP revelam os mecanismos que fazem com que a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> seja mais grave em <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> do que em adultos.<br />
Trabalho desenvolvido no Laboratório de Farmacologia Comportamental e Neuroquímica da USP, pelo grupo da pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a Rosana Camarini, mostra que camundongos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s submetidos a cocaína ou álcool apresentam respostas comportamentais e neuroquímicas diferentes daquelas de animais adultos. Os resultados sugerem que o mesmo aconteceria em seres humanos.<br />
- Nosso objetivo é estudar as diferenças entre <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s e adultos nas respostas a algumas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> de abuso &#8211; explicou Rosana, que apresentará o estudo hoje na XXII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental, em São Paulo. &#8211; Começamos a estudar isso porque existem diferenças de <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>. Algumas estruturas do cérebro ainda não estão totalmente desenvolvidas nos mais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>, como o córtex pré-frontal, responsável, entre outras coisas, pela tomada de decisões e a agressividade.<br />
Além disso, existe uma diferença neuroquímica importante entre o cérebro do <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a> e o do adulto, relacionada à concentração de dopamina, um neurotransmissor relacionado à motivação e à impulsividade. A presença da substância é reduzida à medida que a pessoa envelhece.<br />
- A maior concentração da dopamina e o córtex pré-frontal ainda não totalmente desenvolvido são, em p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, responsáveis pelo <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> mais impulsivo dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s.<br />
Ocorre que, embora por mecanismos diferentes, tanto o álcool quanto a cocaína induzem um aumento da concentração de dopamina no cérebro. A pesquisa mostrou que os animais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> tratados com cocaína apresentam maior excitabilidade locomotora do que os adultos. Eles também liberam mais dopamina (neurotransmissor estimulante) na p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do cérebro que controla as sensações de <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>, recompensa, prazer e motivação &#8211; o que sugere uma expectativa maior pela droga.<br />
- Observamos que quanto mais cedo o jovem entra em contato com a droga, maior a possibilidade de se tornar dependente &#8211; disse a pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a. &#8211; E uma das hipóteses para que isso ocorra é o fato de já ter naturalmente uma maior concentração de dopamina.</p>
<p align="center"><a href="http://www.alcoolismo.com.br/Livreto_CISA.pdf" title="Clique aqui para baixar a cartilha de prevenção do consumo de drogas por jovens"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/cisa.jpg" alt="cisa.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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