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	<title>Saúde Alternativa &#187; transgênicos</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Pax Transgênica</title>
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		<comments>http://saudealternativa.org/2009/04/16/pax-transgenica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 17:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2009/04/16/pax-transgenica/"></g:plusone></div>
São Paulo (SP), Brasil — Texto propõe reflexão sobre o nível do debate que se faz no Brasil e como traduzir o assunto para os consumidores. Pax Transgênica RAFAEL CRUZ e SÉRGIO LEITÃO NO FINAL do século 19, enquanto republicanos &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2009/04/16/pax-transgenica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2009/04/16/pax-transgenica/">Pax Transgênica</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2009/04/16/pax-transgenica/"></g:plusone></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-527" title="transgenicos" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2009/04/post_transgenicos1.jpg" alt="transgenicos" width="442" height="313" /></p>
<p>São Paulo (SP), Brasil — Texto propõe reflexão sobre o nível do debate que se faz no Brasil e como traduzir o assunto para os consumi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es.</p>
<p>Pax Transgênica</p>
<p>RAFAEL CRUZ e SÉRGIO LEITÃO</p>
<p>NO FINAL do século 19, enquanto republicanos e monarquistas debatiam o fim do Império e o nascimento da República no Brasil, a população permaneceu à margem de todo o processo. Alheios à transição política que estava em plena ebulição no país, os brasileiros assistiram &#8220;bestializados&#8221; à queda de d. Pedro 2º e à formação do novo governo, conforme constatou um desapontado Aristide Lobo, republicano de primeira hora. O império se foi e o brasileiro permaneceu apático, sem saber bem o que estava acontecendo.</p>
<p>Ainda que o espírito republicano tenha aberto espaços de participação popular nos <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>s do país, certos setores da sociedade não aprenderam a incluir o cidadão comum nas discussões que lhe dizem respeito.</p>
<p>O debate sobre os <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a> no Brasil, por exemplo, é um caso emblemático de &#8220;bestialização&#8221; moderna. As indústrias de biotecnologia e de alimentos, a comunidade científica, os grandes produtores rurais e os ambientalistas se digladiam há anos por meio de termos científicos, técnicos, ambientais, agrícolas e econômicos sem se preocuparem em traduzir essa sopa de letrinhas para a p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> mais interessada: os consumi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es.</p>
<p>Apesar de serem plantados no Brasil desde 1997, quando a soja geneticamente modificada foi introduzida ilegalmente nos campos do Sul do país, contrabandeada da Argentina, os <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a> continuam sendo um grande mistério para os brasileiros. Pesquisa realizada em 2007 pelo Instituto Ipsos, a pedido do Greenpeace, revelou que a maioria (70%) expressa dúvida muito grande sobre a validade ou não do consumo de <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a>. O que mostra que os cidadãos não estão recebendo informação necessária que lhes permita a tomada de decisão séria e responsável sobre o assunto.</p>
<p>O debate sobre os <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a> poderia estar mais popularizado se a indústria respeitasse e o governo exigisse o cumprimento do decreto nº 4.680/2003, que entrou em vigor no Brasil no ano seguinte. Segundo o texto da lei, todo alimento que tenha sido fabricado com matéria-prima transgênica é obrigado a ter em seu rótulo um símbolo triangular amarelo, com um T preto no meio.</p>
<p>Apesar de estar em vigor há cinco anos, apenas algumas marcas de óleo de soja de algumas empresas foram rotuladas -e, mesmo assim, só a partir do início de 2008, por decisão da Justiça, a partir de denúncias enviadas pelo Greenpeace ao Ministério Público. O silêncio da indústria de alimentos permanece para os produtos que estão, em imensa quantidade, nas prateleiras dos supermercados e que são fabricados a partir de soja transgênica -e em breve do milho transgênico, recém-aprovado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança.</p>
<p>O assunto promete ganhar força a partir do dia 18 de março, quando a CTNBio fará audiência pública sobre o arroz geneticamente modificado da Bayer. Diferentemente do que ocorre com a soja e o milho, que passam por processamento industrial para virar ração ou óleo, com o arroz poderemos ter, pela primeira vez, um produto geneticamente modificado que irá diretamente do campo para o prato do brasileiro. E seremos os primeiros no mundo a consumir o arroz transgênico, já que o produto da Bayer não está aprovado em nenhum outro país.</p>
<p>A correta identificação dos produtos <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a> dá aos consumi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es a liberdade de escolha e à sociedade civil e à indústria de alimentos a chance de responder aos brasileiros a pergunta óbvia: o que são <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a>? As pessoas aprenderam a ler rótulos e procuram se informar sobre as substâncias ali indicadas. Se os <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a> são tão seguros quanto afirmam as empresas que desenvolvem essa tecnologia, que sejam identificados nos alimentos que os contêm. E os consumi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es se informarão sobre o assunto, como o fazem hoje para saber os teores de gordura trans, carboidratos e sódio dos alimentos. Anos atrás, a indústria também resistiu a dar esse tipo de informação.</p>
<p>Na verdade, ao final da guerra pela liberação dos <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a>, quando foi aprovada no Congresso a Lei de Biossegurança, as condições para a &#8220;pax transgênica&#8221; que deveriam ser seguidas nunca foram respeitadas -a correta identificação dos produtos que contivessem <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a> e a garantia da coexistência da sua produção com a convencional e/ou a orgânica. E, como em toda guerra, a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do ônus fica com a sociedade civil, que é obrigada a conviver com a negação de um direito básico: saber o que está comendo.</p>
<p>Indicar nos rótulos aqueles alimentos que de alguma forma têm organismos geneticamente modificados em sua composição é o caminho para que a população brasileira entre de vez nesse debate. Que a decisão dos brasileiros se dê em meio ao excesso de informação, não sob sua escassez.</p>
<p>RAFAEL CRUZ, cientista social, é coordena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da campanha de engenharia genética do Greenpeace.</p>
<p>SÉRGIO LEITÃO, advogado, é diretor de campanhas do Greenpeace. Foi diretor do Instituto Socioambiental.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1303200909.htm" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2009/04/16/pax-transgenica/">Pax Transgênica</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>O assassino das abelhas</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 20:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/"></g:plusone></div>
Cientistas descobriram um vírus que infecta as colméias. Mas ele sozinho não explica por que os enxames estão morrendo no mundo todo Luciana Vicária A descoberta de um vírus poderoso que infecta abelhas pode ajudar a solucionar um mistério que &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/">O assassino das abelhas</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p class="materiaSubtitulo">Cientistas descobriram um vírus que infecta as colméias. Mas ele sozinho não explica por que os enxames estão morrendo no mundo todo</p>
<p class="materiaAutor">Luciana Vicária</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,11492482,00.jpg" height="220" width="180" /></p>
<p>A descoberta de um vírus poderoso que infecta <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> pode ajudar a solucionar um mistério que há dois anos preocupa os cientistas em várias p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s do mundo – a mortandade sem precedentes das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> nos Estados Unidos e na Europa. Nos últimos meses, os agricultores americanos perderam cerca de 80% de seus enxames. Na França, aproximadamente 30% das colméias <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>am no primeiro semestre deste ano. Também há <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peitas de perdas na Suíça, Espanha e Inglaterra. Ainda não se sabe se o Brasil foi atingido por esse vírus.</p>
<p>Agricultores gaúchos e catarinenses relataram o desaparecimento de <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> em níveis inéditos neste ano. Há estimativas de perdas em torno de 25% da produção de mel. O problema só não é maior no mundo porque os agricultores ainda conseguem comprar enxames novos para repor as perdas. Mas ninguém sabe por quanto tempo será possível encontrar colméias saudáveis para abastecer o mercado.</p>
<p>Na semana passada, um grupo de pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es americanos revelou ter identificado um vírus presente em 96% das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> mortas em todos os enxames dizimados. O artigo foi publicado na revista científica Science. Ao comparar o genoma de <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> sadias e doentes, os cientistas encontraram o vírus israelense de paralisia aguda (IAPV). A praga foi descrita pela primeira vez há dois anos em Israel. Ela teria se espalhado pela Austrália e alcançado os EUA, que importam colméias de várias p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s do mundo. Ainda não se conhece o poder destrutivo do vírus. Sabe-se apenas que ele ataca a p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> motora das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>, deixando as asas trêmulas de modo progressivo. Em alguns casos, os insetos perdem a capacidade de voar, caem no chão e morrem.</p>
<p>“O vírus é apenas a primeira peça do quebra-cabeça”, diz Diana Cox-Foster, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, que lidera o grupo de estudos sobre o sumiço das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. O vírus não explica por que as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> morrem a quilômetros de distância da colméia. Em Israel, onde a praga atacou pela primeira vez, as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>-operárias tombavam à beira da colméia. “Quando uma colônia é afetada por um microrganismo, sempre há muitas <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> mortas ao re<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da colméia”, diz Walter Haefecker, diretor da Associação Alemã de Apicultura. Agora, as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>-operárias saem de casa aparentemente saudáveis e não voltam para alimentar as mais novas. Elas seguem sem rumo e morrem, provavelmente por inanição. Afinal, o que as está matando?</p>
<p>A única certeza dos cientistas é que as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> estão debilitadas. A análise dos insetos mortos mostrou que, além do vírus israelense, as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> estavam infectadas por bactérias, fungos e protozoários. Algumas apresentavam cinco ou seis infecções ao mesmo tempo. “Os insetos estão e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ados, e seu sistema imunológico pode ter entrado em colapso”, diz Fábia de Mello Pereira, da Embrapa. Há vários fatores que, aparentemente, estão enfraquecendo o sistema imunológico das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. Todos eles, segundo os cientistas, têm o poder de acionar um <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> atípico nas <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>.</p>
<p>O primeiro fator de e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e seriam as plantações transgênicas. Algumas plantas recebem um gene de bactéria, que produz toxinas para repelir insetos da família das mariposas e borboletas. Surgiram indícios de que o pólen dessas plantas geneticamente modificadas estaria debilitando as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. Um estudo realizado na Universidade de Jena, na Alemanha, entre 2001 e 2004, mostrou que as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> adoeceram com mais facilidade quando se nutriram de pólen transgênico. Mas pode ter sido por outras causas. “Nenhum estudo é conclusivo ainda”, diz Fábia. O <a href="/category/aquecimento-global/" title="View all posts filed under aquecimento global">aquecimento global</a> é o segundo <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peito. A alteração no regime de chuvas adia a maturação de algumas espécies de flores e pode matar colméias inteiras por desnutrição. Afinal, o pólen é a principal fonte de alimento desses insetos. Além disso, a prática de alugar colméias é mais um fator e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ante para as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. Elas são levadas de uma fazenda para outra de caminhão sempre que novas culturas estão em época de floração.</p>
<p>O principal <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peito é o uso de <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a>. Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es desconfiam especialmente de uma classe de pesticidas derivados do tabaco, da classe dos neonicotinóides. Ele afeta o sistema neurológico dos animais. “Isso poderia explicar o porquê de as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> saírem da colméia e não voltar mais”, diz o cientista alemão Haefecker. Elas não conseguiriam achar o caminho de volta. Outra razão para desconfiar dos pesticidas é que a colméia vazia não é atacada por preda<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es. “Pode haver algo tóxico nelas.”</p>
<p>As <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> domésticas são os insetos mais importantes na produção de alimentos. Ao levar o pólen de uma flor a outra, elas induzem a formação de sementes e frutos. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> polinizam os frutos de 73% dos alimentos que consumimos. “Nenhum inseto tem a capacidade de substituir as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>”, diz Ian Lipkin, diretor do Centro de Infecção e Imunologia da Universidade Colúmbia. A falta das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> seria mais catastrófica para a agricultura que o <a href="/category/aquecimento-global/" title="View all posts filed under aquecimento global">aquecimento global</a>, afirma Diana. O físico Albert Einstein, um admira<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>, certa vez disse: “Se a abelha desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida”.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/">O assassino das abelhas</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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