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	<title>Saúde Alternativa &#187; stress</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Carinho de mãe protege do stress</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 09:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[stress]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2010/07/31/carinho-de-mae-protege-do-stress/"></g:plusone></div>
Um estudo feito nos Estados Unidos indica que pessoas que recebem carinho em abundância de suas mães quando bebês são mais capazes de lidar com as pressões da vida adulta. A pesquisa, divulgada pela publicação científica Journal of Epidemiology and &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2010/07/31/carinho-de-mae-protege-do-stress/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2010/07/31/carinho-de-mae-protege-do-stress/">Carinho de mãe protege do stress</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2010/07/31/carinho-de-mae-protege-do-stress/"></g:plusone></div>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/07/Mae_bebe_1_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-750" title="Mae_bebe_1_" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/07/Mae_bebe_1_.jpg" alt="" width="400" height="301" /></a></p>
<p>Um estudo feito nos Estados Unidos indica que pessoas que recebem carinho em abundância de suas mães quando bebês são mais capazes de lidar com as pressões da vida adulta.</p>
<p>A pesquisa, divulgada pela publicação científica Journal of Epidemiology and Community Health, foi feita com 482 mora<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es do Estado americano de Rhode Island (nordeste do país) que foram avaliados quando <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s e na vida adulta.</p>
<p>Os cientistas disseram que os abraços, beijos e declarações de afeto da mãe aparentemente têm efeito em longo prazo e tendem a gerar um vínculo sólido com o bebê, contribuindo para a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> emocional das pessoas.</p>
<p>Segundo os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, o vínculo sólido entre mãe e bebê não apenas diminui o e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> como também a ajuda a desenvolver re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s que a auxiliarão em suas interações sociais e na vida de maneira geral.</p>
<p>Interação</p>
<p>Como p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do estudo, psicólogos avaliaram a qualidade das interações entre mães e seu bebê de oito meses durante uma consulta de rotina.</p>
<p>O psicólogo analisou quão bem a mãe respondia às emoções e necessidades da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>, atribuindo uma &#8220;nota de afeição&#8221; à mãe baseada nas características da interação.</p>
<p>Do total de 482 casos, uma em cada dez mães apresentou níveis baixos de afeição em relação ao bebê.</p>
<p>A maioria (85%, ou 409 mães) demonstrou níveis normais de afeição, e 6% (27) mostraram níveis bastante altos.</p>
<p>Trinta anos mais tarde, os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es entraram em contato com as <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s, agora adultos, e as convidaram a participar de uma pesquisa sobre seu bem-estar e emoções.</p>
<p>Eles preencheram questionários que incluíam perguntas sobre sintomas específicos, como ansiedade e hostilidade, e também sobre níveis gerais de e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e.</p>
<p>Também foi perguntado aos participantes se eles achavam que suas mães tinham lhes dado afeto, com respostas variando entre &#8220;concordo enfaticamente&#8221; e &#8220;discordo enfaticamente&#8221;.</p>
<p>Ao analisar os dados, os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es verificaram que as <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s cujas mães se mostraram mais afetuosas aos oito meses de idade apresentavam os menores índices de ansiedade, hostilidade e perturbação geral.</p>
<p>Houve mais de sete pontos de diferença nos índices de ansiedade entre os participantes cujas mães haviam mostrado níveis baixos ou normais de afetividade e aqueles cujas mães mostraram níveis altos de afetividade.</p>
<p>A equipe de pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es concluiu que <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s que receberam grandes doses de afeição das mães se revelaram mais capazes de lidar com todos os tipos de e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e.</p>
<p>Em particular, participantes cujas mães eram calorosas pareceram lidar melhor com a ansiedade do que os que tinham mães frias.</p>
<p>&#8220;É surpreendente que uma observação rápida do calor maternal na infância esteja associada com perturbações nos filhos 30 anos mais tarde&#8221;, disseram os autores do estudo.</p>
<p>A equipe acrescenta, no entanto, que a influência de outros fatores, como personalidade, criação e escolaridade, não pode ser excluída.</p>
<p>Sintonia</p>
<p>Especialistas ressaltam, no entanto, que é importante saber quando parar: o excesso de afeto maternal, especialmente se a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> já está mais crescida, pode ser perturba<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> e embaraçoso para ela.</p>
<p>A psicóloga e escritora Terri Apter, da faculdade Newnham College, na cidade de Cambridge, na Inglaterra, estudou os efeitos dos <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>s entre mãe e <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> e disse que é importante para a mãe ser receptiva ao bebê, além de lhe dar afeto.</p>
<p>&#8220;Bebês não nasceram sabendo como regular suas emoções. Eles aprendem ao ficar e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ados e ser acalmados.&#8221;</p>
<p>&#8220;E uma mãe receptiva vai perceber as pistas e saber quando a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> já recebeu o suficiente&#8221;.</p>
<p>Ou seja, vai saber não apenas quando dar carinho e quando parar, concluiu Apter.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/07/28/carinho-da-mae-na-infancia-ajuda-na-vida-adulta-diz-pesquisa-917256660.asp" target="_blank">O Globo</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2010/07/31/carinho-de-mae-protege-do-stress/">Carinho de mãe protege do stress</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>O que é Terapia Biográfica &#8211; 1ª parte</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/o-que-e-terapia-biografica-1%c2%aa-parte/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 20:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/o-que-e-terapia-biografica-1%c2%aa-parte/"></g:plusone></div>
O que é Terapia Biográfica &#8211; 1ª parte is a post from: Saúde Alternativa Tweet<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/o-que-e-terapia-biografica-1%c2%aa-parte/">O que é Terapia Biográfica &#8211; 1ª parte</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zSc__zbuWZs&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zSc__zbuWZs&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>Privação do sono realça experiências negativas, diz estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/privacao-do-sono-realca-experiencias-negativas-diz-estudo/"></g:plusone></div>
da Efe, em Washington Quando uma pessoa não dorme o suficiente, os centros emocionais do cérebro reagem excessivamente às experiências negativas, de acordo com um estudo do Laboratório de Sono e Neuroimagem da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. A &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/privacao-do-sono-realca-experiencias-negativas-diz-estudo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/privacao-do-sono-realca-experiencias-negativas-diz-estudo/">Privação do sono realça experiências negativas, diz estudo</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/privacao-do-sono-realca-experiencias-negativas-diz-estudo/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/tn_insomnia.jpg" title="tn_insomnia.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/tn_insomnia.jpg" alt="tn_insomnia.jpg" /></a></p>
<p> da <strong>Efe</strong>, em Washington</p>
<p>Quando uma pessoa não <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>me o suficiente, os centros emocionais do cérebro reagem excessivamente às experiências negativas, de acordo com um estudo do Laboratório de Sono e Neuroimagem da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.</p>
<p>A pesquisa, publicada na revista “Current Biology”, mostra as provas do vínculo entre a perda ou privação do <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> e os transtornos psiquiátricos.</p>
<p>A perda do <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> leva a uma conduta emocionalmente irracional, segundo os pesquisa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es. Por meio de imagens de ressonância magnética funcionais, eles analisaram o que ocorre nas áreas emocionais do cérebro quando as pessoas não <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mem o suficiente para obter um bom descanso.</p>
<p>“O estudo soma elementos para uma lista de benefícios do <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>”, afirma Matthew Walker, que dirigiu o experimento.</p>
<p>“O <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> parece restaurar nossos circuitos emocionais no cérebro, e ao fazê-lo, nos prepara para os desafios do dia seguinte e para as interações sociais”, acrescentou. “O mais importante desse estudo é que mostra os perigos de não <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir o suficiente”.</p>
<p>Walker afirma também que a privação do <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> destrói mecanismos que regulam aspectos-chave da <a href="http://saudealternativa.org/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> mental.</p>
<p>“O ponto básico é o de que o <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> não é um luxo. É uma necessidade biológica e sem ele o indivíduo pode sofrer conseqüências cognitivas e emocionais”.</p>
<p><strong>Técnica</strong></p>
<p>Os pesquisa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es dividiram, ao acaso, 26 pessoas saudáveis em dois grupos: um que <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>miu normalmente, e outro em que os participantes foram mantidos acordados por cerca de 35 horas.</p>
<p>No dia seguinte, imagens dos cérebros dos participantes foram analisadas. As imagens mediam a atividade das diferentes áreas do cérebro com base no fluxo sangüíneo enquanto eles observavam uma centena de imagens.</p>
<p>As imagens utilizadas foram, inicialmente, neutras, de um ponto de vista emocional, mas gradualmente tornaram-se desagradáveis.</p>
<p><strong>Reação</strong></p>
<p>“Havíamos previsto um aumento potencial das reações emocionais do cérebro [nas pessoas privadas de <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>], mas a magnitude do aumento nos surpreendeu”, comentou o cientista.</p>
<p>Os centros emocionais do cérebro tiveram cerca de 60% mais reações no grupo privado de <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> que nos participantes que tinham <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mido normalmente.</p>
<p>“É quase como se, com a falta de <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>, o cérebro ficasse com uma atividade mais primitiva, com menos capacidade de colocar as experiências emocionais dentro de um contexto e de produzir respostas apropriadas”, acrescentou o pesquisa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/privacao-do-sono-realca-experiencias-negativas-diz-estudo/">Privação do sono realça experiências negativas, diz estudo</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Hiperatividade ou falta de limites?</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/"></g:plusone></div>
Eu fui convidado para fazer uma palestra na escola em que minha filha mais nova estuda sobre Hiperatividade, na reunião de pais bimestral. Ontem estava organizando as idéias e achei interessante postar aqui. Em primeiro lugar, uma classificação: existem crianças &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/">Hiperatividade ou falta de limites?</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/momrowdyboys.jpg" title="momrowdyboys.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/momrowdyboys.jpg" alt="momrowdyboys.jpg" /></a></p>
<p>Eu fui convidado para fazer uma palestra na escola em que minha filha mais nova estuda sobre Hiperatividade, na reunião de pais bimestral. Ontem estava organizando as idéias e achei interessante postar aqui.</p>
<p>Em primeiro lugar, uma classificação: existem <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s levadas, <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas e <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s sem limites. As levadas dão a impressão de não estarem se concentrando em nada mas, quando colocadas diante de alguma atividade que lhes interesse, dedicam-se inteiramente a ela. As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas realmente não se concentram, mesmo quando é algo que lhes interesse muito. Elas simplesmente não conseguem se concentrar! As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s sem limites concentram-se, mas dificilmente elas têm interesse que não seja superficial, porque geralmente elas ganham tudo que querem, mesmo que remotamente. Então o interesse salta de uma coisa para outra o tempo todo. Um exemplo é uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que queria e ganhava tudo relativo ao RBD (Rebelde, para quem não conhece) e agora já deixa tudo que ganhou para trás (CD, DVD, roupas, álbuns de figurinhas, revistas, álbuns de fotos, etc) porque “precisa” ter tudo do High School Musical.</p>
<p>Classificadas assim, vamos falar sobre a Hiperatividade. Na década de 1970 era chamada Disfunção Cerebral Mínima, porque acreditava-se que algum problema, provavelmente no parto, causava uma baixa oxigenação do cérebro, provocando a hiperatividade. Hoje o nome oficial é DDAH, Distúrbio do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Em seu aspecto biológico, está ligada ao metabolismo da dopamina, um neurotransmissor. Os neurônios onde a dopamina atua estão ligados à sensação de prazer, de saciedade, e quando desregulados nada sacia a pessoa, nada causa um prazer profundo. Isto gera uma inquietação constante, pode levar a compulsões na <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> e no adulto. Estudos sugerem que este é o fator biológico envolvido nas <a href="http://saudealternativa.org/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>s, como o <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a>, <a href="http://saudealternativa.org/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> de <a href="http://saudealternativa.org/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>, compulsões alimentares, compulsões sexuais, oneomania (tem um outro artigo neste <a href="http://saudealternativa.org/category/blog/" title="View all posts filed under blog">blog</a> sobre isto), etc. A deficiência de dopamina gera uma baixa capacidade de atenção e concentração. A <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> não consegue fixar sua atenção por muito tempo. Isto explica o baixo desempenho escolar, principalmente em matérias em que é preciso ler muito, como história, geografia. Muitas vezes elas são ótimas em matemática, porque o raciocínio é muito rápido, mas se os problemas apresentados tiverem um enunciado a ser interpretado já dificulta. Bem, sem capacidade de fixar a atenção, tudo pode dispersar a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>, até uma mosca que passa. Ela não tem controle sobre a esfera do pensamento, que flutua muito mais rápido do que normalmente ele já o faz. Ela também não tem controle sobre os sentimentos, não conseguindo conter reações emocionais, alternando rapidamente momentos de extremo carinho, simpatia, <a href="http://saudealternativa.org/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osidade, com momentos de agressividade verbal e física. E também não têm controle sobre a esfera do agir, apresentando uma impulsividade e uma <a href="http://saudealternativa.org/category/compulsao/" title="View all posts filed under compulsão">compulsão</a> muito grande ao movimento, elas não conseguem ficar paradas, não conseguem fazer nada até o fim, brincam com três ou quatro brinquedos ao mesmo tempo.</p>
<p>Na Antroposofia falamos que o Eu (Interior) organiza e controla o Pensar, o Sentir e o Agir. Ora, a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa não tem nenhum controel sobre estas três esferas, demonstrando que seu Eu não tem esta capacidade de integração. Ela precisa aprender a controlar estes três. E o principal meio para isto é educacional. Até a adolescência, a principal influência sobre a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> são seus pais, o modelo que eles oferecem, e é este modelo que vai influenciar sua vida adulta. Logo em seguida, vem a influência dos professores. Tanto os pais quanto os professores devem saber controlar seu pensar, seu sentir e seu agir, para servirem de modelo para as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s. Um outro fator importante para que o Eu conquiste o <a href="http://saudealternativa.org/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> é o ritmo, a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> precisa de ritmo, de uma rotina. Ter hora para comer, para <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir, para tomar banho, para ir à escola, para assistir TV, para jogar videogame, para entrar na internet. Eu vejo pais de <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s de 10 anos reclamando que o filho passa a noite inteira no computa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, e fico me perguntando: onde estão os pais numa hora dessas?</p>
<p>Aí eu acho que entra um fator que agrava a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa e cria a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> sem limites. Hoje em dia, ambos os pais trabalham fora geralmente, e muitas horas. Muitos pais, principalmente as mães, sentem-se muito culpadas por estarem longe do filho a maior p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do tempo e, por outro lado, chegam em casa super cansados, querendo um tempo para si, oq ue aumenta ainda mais a culpa. Assim, certas “babás eletrônicas” como o computa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, a televisão e o videogame caem como uma luva. A <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> se diverte sozinha e os pais podem descansar. Infelizmente estas “babás” amplificam o problema, causando uma excitação ainda maior, embora sejam as poucas coisas que conseguem atrair a atenção de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa, porque as circunstâncias de um videogame, por exemplo, mudam constantemente, seguindo o ritmo de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa. A culpa faz com que os pais presenteiem demais os filhos, e o excesso de brinquedos dispersa ainda mais a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa, e cria dispersão na <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> sem limites, porque ela não se envolve profundamente com nada, porque tudo é passageiro e amanhã ela já ganhará outro “melhor brinquedo do mundo”. A <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> consegue perceber a culpa dos pais e pode manipulá-los até deste sentimento. Muito melhor seria brincar junto com a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>, contar histórias para ela, ouvir as histórias dela, participar da vida dela.</p>
<p>Aqui chegamos a um outro ponto: a imagem da <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>. Até o início do século 20 não existia a palavra <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> como um ser que tem suas especificidades, mas a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> era vista como uma miniatura do adulto. A sociedade ainda resiste a esta mudança de paradigma, haja visto tantos pais tentarem transformar seus filhos em miniadultos, através de roupas, certos brinquedos, hábitos. Uma outra direção é achar que a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> é um ser angelical, sem qualquer maldade. Parece que esquecemos de nossa infância e da crueldade de que as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s são capazes. As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s são diferentes dos adultos, mas ainda são humanas, noq ue isso tem de bom ou de ruim. E as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s têm uma capacidade muito grande de perceber o que seus pais estão sentindo, e a culpa dos pais fica muito evidente nestas situações de não colocar limites ou de presen<a href="http://saudealternativa.org/category/tear/" title="View all posts filed under tear">tear</a> excessivamente. E a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> vai usar isto a seu “favor”. Um desfavor a isto é a “psicologização” exagerada que se vê por aí. Crianças que falam de si usando termos médicos e psicológicos mostra que alguma coisa está errada no <a href="http://saudealternativa.org/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> entre ela e seus pais, que não têm mais acesso direto um ao outro, mas mediado por médicos e psicólogos. Eu conheço uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que, muito nova, usava sempre a expressão “Eu me sinto insegura” para justificar tudo que ela não queria participar, tudo que ela não queria fazer.  As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s sem limite só precisam de limites claros e objetivos, afinal elas também fazem p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da sociedade e precisam integrar-se a ela.</p>
<p>Além do modelo dos pais, a <a href="http://www.sab.org.br/pedag-cur/">Pedagogia Curativa</a> ajuda muito as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas. O tratamento medicamentoso alopático é feito principalmente com anfetaminas, como a famosa Ritalina (Metilfenidato), que atua sobre as vias de neurônios que usam dopamina. A atenção é aumentada, e a inquietação conseqüentemente diminui. Tem vários efeitos colaterais a curto e médio prazo. A Homeopatia oferece resultados muito bons nestes casos, e os <a href="http://saudealternativa.org/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> são muito bem tolerados pelo organismo da <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>. Por basear-se na semelhança entre o que um remédio provoca numa pessoa saudável e os sintomas que uma pessoa doente apresenta, a escolha do remédio homeopático é feita através de consulta médica em que os sintomas são detalhados, formando uma imagem bem ampla e precisa do problema do paciente. Com a <a href="http://saudealternativa.org/category/homeopatia/" title="View all posts filed under homeopatia">homeopatia</a>, muitas <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s conseguem melhorar a integração das esferas do Pensamento, Sentimento e Ação, controlando seu <a href="http://saudealternativa.org/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> e conseguindo melhora tanto no aprendizado, quanto no <a href="http://saudealternativa.org/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> com os colegas, professores, e familiares e, principalmente, reduzindo a frustração que é um sentimento muito presente nas <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas, juntamente com a baixa auto-estima. Assim nossas <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s podem ser mais integradas e felizes!</p>
<p><a href="http://terapiabiografica.com.br">Marcelo Guerra</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/">Hiperatividade ou falta de limites?</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Jornada de Inverno</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 08:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de grupo]]></category>
		<category><![CDATA[vivência]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/"></g:plusone></div>
INSCRIÇÕES ENCERRADAS  O inverno é época de recolhimento, em que alguns animais hibernam, em que toda a natureza parece mover-se mais lentamente. É tempo de preparação para um novo ciclo de crescimento. Tempo de olhar para dentro de si. Esta &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/">Jornada de Inverno</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/"></g:plusone></div>
<p align="left"><a href="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/05/monnerat-1.jpg" title="monnerat-1.jpg"></a></p>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/05/picassopeopledancing.jpg" title="picassopeopledancing.jpg"><img src="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/05/picassopeopledancing.jpg" alt="picassopeopledancing.jpg" /></a></p>
<p align="center">INSCRIÇÕES ENCERRADAS</p>
<p align="left"> O inverno é época de recolhimento, em que alguns animais hibernam, em que toda a natureza parece mover-se mais lentamente. É tempo de preparação para um novo ciclo de crescimento. Tempo de olhar para dentro de si. Esta Jornada tem este objetivo: rever situações de nossas vidas, entender o sentido delas, captar o fio do <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> que as conecta e preparam para uma nova Primavera em nossas vidas.</p>
<p class="western">Nesta Jornada serão desenvolvidas técnicas da Antroposofia, mais precisamente da <a href="http://terapiabiografica.wordpress.com/">Terapia Biográfica </a>e atividades artísticas que permitem uma melhor compreensão de nossos movimentos internos, com isso possibilitando mudanças em nossas vidas, deixando para trás padrões repetitivos de <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a>.</p>
<p class="western">O facilita<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> será <a href="http://marceloguerra.wordpress.com/2007/01/01/o-que-e-onde-estudei/">Marcelo Guerra</a>. O evento acontecerá em Monnerat, uma pequena cidade no interior do Estado do Rio de janeiro, próxima a Nova Friburgo, numa casa acolhe<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a. A data será de 7 a 10 de junho (quinta-feira às 19h até domingo às 17h). Os participantes <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mirão na própria casa onde serão desenvolvidas as atividades, e as refeições também serão todas realizadas no local. O investimento será de R$540,00, que podem ser divididos em 3 pagamentos de R$180,00, sendo que o primeiro pagamento deverá ser realizado até o dia 31 de maio.</p>
<p class="western">Inscrições e informações pelo e-mail <a href="mailto:marceloguerra@gmail.com">marceloguerra@gmail.com</a> ou pelo telefone (22)9254-4866.</p>
<p class="western">P.S.</p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font color="#663399"><font face="Arial">COMO CHEGAR A MONNERAT:</font></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font color="#663399"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="http://www.autoviacao1001.com.br/pt/">ÔNIBUS 1001 DIRETO, SAINDO DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI </a>(saídas do Rio às 13:10h, 15:10h, 18:20h, 20:30h; e os mesmos ônibus param na Rodoviária de Niterói e saem 30 minutos depois de cada horário, ou seja, 13:40h, 15:40h, 18:50h, 21h). É possível também tomar um ônibus até Nova Friburgo e outro a partir de lá. O tempo de viagem é de cerca de 3h e 40 minutos de ônibus, geralmente menos.Para quem vai de carro, é só pegar a estrada RJ-116 (Niterói-Friburgo) e seguir direto. Após passar por Nova Friburgo, continuar na mesma estrada por aproximadamente 30 minutos. Monnerat fica no km 117 desta estrada.</font></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font color="#663399" face="Arial"><strong>Comentários de quem já participou:</strong> </font></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font size="2" face="Arial">Decidi participar da <a href="/category/terapia-biografica/" title="View all posts filed under terapia biográfica">terapia biográfica</a> por um acaso, pois já fazia terapia individual. Durante os dias que passei, consegui perceber os ciclos que se repetiam em minha vida, e a me aceitar com falhas, e respeitar as outras pessoas. Tudo isso de uma forma muito descontraída e com muitos mimos ( <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>, massagens), e ao mesmo tempo vivendo um turbilhão de emoções. Saí de lá com novas expectativas e forças, acreditando em mim e na possibilidade de mudar o presente e quebrar o ciclo. Acredito que ainda me surpreenderei muito, pois a cada dia que passa vêm novas conclusões. Sem contar a <a href="/category/amizade/" title="View all posts filed under amizade">amizade</a> que fizemos e o carinho que cada um tratou o outro, e que ainda permanece. Hoje em dia decidi parar com a terapia individual, pois descobri que sozinha sou capaz de mudar o rumo de minha vida. Acho que em palavras seria impossível descrever o quanto esta <a href="/category/vivencia/" title="View all posts filed under vivência">vivência</a> me fez bem, e posso dizer que isto foi possível não só pela entrega de nós pacientes, como também do terapeuta. O Marcelo abriu sua &#8220;caixinha de brinquedos&#8221; e nos ensinou de uma maneira leve e espontânea, assim como nos contos de fadas (que ele leu bastante para nós), a reinventar o presente, e ainda, no final nos presenteou com um &#8220;bambuzinho mágico&#8221; para ajudar a nos conduzirmos por novos caminhos. Gostaria que, assim como eu, outras pessoas se redescubram e através desta terapia encontrem uma nova maneira de viver e se surpreender com a beleza da vida. Ah, não poderia esquecer de comentar que o lugar é lindo e a natureza é esplêndida, e também de dizer que o único problema foram os quilos que a Glorinha (cozinheira) nos fez ganhar&#8230;rsrsrs.<br />
(Graziela Damante, participante da Vivência de maio de 2006)</font></li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font size="2" face="Arial">Fui para a terapia muito tranqüila e sem grandes expectativas, não imaginei que três dias trabalhando com argila, entre outras atividades, fosse mexer comigo. Mas mexeu.<br />
Ainda não dá para avaliar tudo, mas de imediato &#8211; eu que julgava me conhecer tão bem &#8211; tive várias surpresas e cheguei a conclusões, com a ajuda do grupo, a respeito da minha vida, do meu jeito de ser, como sempre encarei meus problemas e minha relação com as pessoas que fizeram e fazem p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da minha vida.<br />
Marcelo soube conduzir de maneira agradável, com calma e clareza. O lugar em que acontece a terapia colabora muito porque ficamos em contato com a natureza e o lugar transmite uma paz, sem contar que dá para fazer caminhadas para espairecer. Isso para não falar da <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> caseira (da Glorinha) que apelidamos de &#8220;sistema de confinamento&#8221;, que nos faz lembrar a <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> da mamãe.<br />
A vontade que fica é de repetir daqui a um tempo e torcer para que várias pessoas façam e se surpreendam assim como eu.<br />
(Vanessa Fredel, participante da Vivência de maio de 2006) <!--"''"--></font></li>
</ul>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/">Jornada de Inverno</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Meditação melhora conhecimento e emoções</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 19:04:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/"></g:plusone></div>
da Agência Lusa, em Washington (EUA) Quem pratica meditação durante longos períodos induz mudanças no funcionamento do cérebro que melhoram o conhecimento e as emoções, indica estudo da Universidade de Wisconsin. Os resultados da pesquisa &#8211;feita por uma equipe do &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/">Meditação melhora conhecimento e emoções</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/03/5telmonb.jpg" title="5telmonb.jpg"><img src="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/03/5telmonb.jpg" alt="5telmonb.jpg" /></a></p>
<h1><!--/TITULO--></h1>
<p><!--TEXTO-->da <strong>Agência Lusa</strong>, em Washington (EUA)</p>
<p>Quem pratica <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> durante longos períodos induz mudanças no funcionamento do cérebro que melhoram o conhecimento e as emoções, indica estudo da Universidade de Wisconsin.</p>
<p>Os resultados da pesquisa &#8211;feita por uma equipe do laboratório W.M. Keck de Estudos Cerebrais do Centro Weizman, da Universidade de Wisconsin, em colaboração com o Mosteiro de Schechen, de Katmandu (Nepal)&#8211; vêm publicados na revista &#8220;Pnas&#8221; (<a href="http://www.pnas.org/" target="_blank">www.pnas.org</a>).</p>
<p>&#8220;Constatamos que os praticantes da <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> budista durante longos períodos induzem alterações neurais, isto é, na função cerebral, cujo impacto duradouro aumenta a cognição e as emoções&#8221;, afirmou Antoine Luz, que coordenou o estudo.</p>
<p>O termo &#8220;<a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>&#8221; abrange numerosas tradições culturais e vários métodos de concentração mental, controle da respiração, visualizações ou, pelo contrário, não focalização da mente em objetos ou idéias.</p>
<p><strong>O estudo</strong></p>
<p>Para este trabalho, os investiga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es acompanharam oito praticantes de <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> budista de, em média, 49 anos de idade. Eles compararam-nos a um grupo de controle de 10 estudantes voluntários com uma média de 21 anos de idade.</p>
<p>Os budistas receberam instrução mental nas tradições tibetanas Nyingmapa e Kagyupa de 10 mil a 50 mil horas ao longo de períodos de 15 a 40 anos.</p>
<p>&#8220;A duração da sua instrução foi calculada com base na sua prática diária e no tempo que passaram em retiros de <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>&#8221;, explicou Lutz.</p>
<p>Por outro lado, os indivíduos do grupo de controle não tinham experiência prévia em <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> e receberam instrução durante apenas uma semana, antes da coleta de dados mediante eletrencefalogramas.</p>
<p>Como método de <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>, os cientistas escolheram &#8220;uma prática sem objeto determinado, durante a qual os participantes, tanto os budistas como os do grupo de controle, geraram um estado de &#8216;amabilidade e compaixão incondicional&#8217;&#8221;.</p>
<p>Esta prática, seguida por numerosas escolas budistas, da Índia à China, Japão, Coréia e sudeste asiático, não requer concentração sobre objetos, <a href="/category/memoria/" title="View all posts filed under memória">memória</a>s ou imagens particulares, mas antes uma disposição para ajudar todos os seres vivos.</p>
<p>&#8220;Estudos anteriores já tinham demonstrado o papel geral da sincronia neural, em particular nas freqüências da banda gama [de 25 a 70 Hz], em processos mentais como a atenção, a <a href="/category/memoria/" title="View all posts filed under memória">memória</a> ativa, a aprendizagem ou a percepção consciente&#8221;, explicou Lutz.</p>
<p><strong>Resultados</strong></p>
<p>Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es fizeram eletrencefalogramas dos participantes budistas e dos elementos do grupo de controle antes, durante e depois da <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>, e compararam os resultados dos dois grupos.</p>
<p>&#8220;Concluímos que os praticantes budistas induzem, de forma <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>tentada, oscilações de alta amplitude na banda gama e sincronia de fase&#8221;, segundo Lutz. &#8220;As maiores diferenças entre os dois grupos aumentam de forma aguda durante a <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> e mantêm-se depois da <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>&#8221;, acrescentou.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/03/27/meditacao-melhora-conhecimento-e-emocoes/">Meditação melhora conhecimento e emoções</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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