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	<title>Saúde Alternativa &#187; religião</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>A medicina da alma</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 15:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[religião]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/03/17/a-medicina-da-alma/"></g:plusone></div>
Os cientistas já admitem que as práticas espirituais fazem bem à saúde Celina Côrtes, Cilene Pereira e Mônica Tarantino, Revista IstoÉ 01/06/2005 Não importa o nome do deus ou se há deus. O fato é que a medicina começa a &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2008/03/17/a-medicina-da-alma/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/03/17/a-medicina-da-alma/">A medicina da alma</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<tr>
<td>
<olho>Os cientistas já admitem que as práticas<br />
espirituais fazem bem à <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a></olho></td>
</tr>
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<td><img src="http://www.terra.com.br/istoe/imagens/1px_invisivel.gif" height="5" width="1" /></td>
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<td class="preto_peq">Celina Côrtes, Cilene Pereira e Mônica                    Tarantino, Revista IstoÉ 01/06/2005</td>
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<p style="text-align: center"><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/03/capa_fe_01.jpg" title="capa_fe_01.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/03/capa_fe_01.jpg" alt="capa_fe_01.jpg" /></a></p>
<p>Não importa o nome do deus ou se há deus. O fato                é que a <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> começa a incluir cada vez mais em                suas práticas o instrumento da espiritualidade no cuidado                com os pacientes. Isso significa usar a favor do doente sua crença                em uma <a href="/category/religiao/" title="View all posts filed under religião">religião</a> ou sua busca de aprimoramento espiritual                por meio de outros caminhos que não os religiosos. O tema,                que sempre incomodou os homens da ciência, também começa                a ganhar destaque na literatura científica, em eventos médicos                e nas escolas de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>.</p>
<p>Esse fenômeno é resultado de várias circunstâncias. Uma delas diz respeito à demanda dos próprios pacientes por um tratamento que contemple sua <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> em dimensões mais amplas. Eles querem ter seu lado espiritual respeitado e incluído nas terapias. Um estudo da Universidade de Ohio (EUA) feito no ano passado com 798 pessoas deixa esse anseio patente. Segundo o trabalho, cerca de 85% dos voluntários gostariam de discutir sua fé com o médico e 65% deles esperavam compreensão desse desejo por p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos doutores.</p>
<p>Outra razão que explica o crescimento da importância do assunto está ancorada na observação clínica dos efeitos positivos da espiritualidade. Já são muitos os médicos que fazem essa constatação no dia a dia. O oncologista Riad Yunes, do Hospital do Câncer de São Paulo, é um deles. “Os pacientes que têm religiosidade parecem suportar mais as <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es e o tratamento. Também lidam melhor com a idéia da <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>”, observa.</p>
<p>Esse tipo de informação já aparece em diversas                pesquisas. Muitas estão sendo feitas sob a batuta do médico                Harold Koenig, da Universidade de Duke (EUA). Entre seus achados                estão resultados interessantes. Pessoas que adotam práticas                religiosas ou mantêm alguma espiritualidade apresentam 40%                menos chance de sofrer de hipertensão, têm um sistema                de defesa mais forte, são menos hospitalizadas, se recuperam                mais rápido e tendem a sofrer menos de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> quando                se encontram debilitadas por enfermidades. “Hoje há                muitas evidências científicas de que a fé e                métodos como a oração e <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>                ajudam os indivíduos”, afirma Thomas McCormick, do                Departamento de História e Ética Médica da                Universidade de Washington (EUA).</p>
<p>Estimulados por essa realidade, os cientistas procuram respostas que elucidem de que modo esse sentimento interfere na manutenção ou recuperação da <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. Há algumas explicações. Uma delas se baseia numa verdade óbvia: a de que quem cultiva a espiritualidade tende a ter uma vida mais saudável. “Os estudos comprovam que a religiosidade proporciona menos <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a>s auto-destrutivos como suicídio, abuso de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> e álcool, menos <a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a> e mais satisfação. A sensação de pertencer a um grupo social e compartilhar as dificuldades também contribuiria para manter o paciente amparado, com melhor qualidade de vida”, explica o psiquiatra Alexander Almeida, do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Para os cientistas, essa explicação é só o começo. O que se quer saber é o que se passa na intimidade do organismo quando as pessoas oram, lêem textos sagrados e qual o impacto disso na capacidade de se defender das <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. Embora não existam estudos conclusivos, acredita-se que esse plus esteja relacionado a mudanças produzidas pela fé na bioquímica do cérebro. “Setores do sistema nervoso relacionados à percepção, à imunidade e às emoções são alteráveis por meio das crenças e significados atribuídos aos fatos, entre outros fatores. Assim, um indivíduo religioso tem condições de atribuir significados elevados ao seu sofrimento físico e padecer menos do que um ateu ou agnóstico”, explica o psicólogo e clínico João Figueiró, do Centro Multidisciplinar da Dor do Hospital das Clínicas (HC/SP).</p>
<p>Para aprofundar as investigações, está surgindo                até um novo campo de conhecimento, chamado de neuroteologia.                Trata-se de uma área de pesquisa dedicada ao estudo da resposta                das regiões cerebrais em face da fé e da espiritualidade.                Um dos pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da área é o neurocirurgião                Raul Marino Jr., chefe do setor de neurocirurgia do Hospital das                Clínicas de São Paulo. Em julho, ele lançará                um livro dedicado ao estudo dessas reações (<em>A                <a href="/category/religiao/" title="View all posts filed under religião">religião</a> do cérebro</em>, Ed. Gente). “Práticas                como a prece, a <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> e a contemplação                modificam a produção de substâncias do cérebro                que têm atuação em locais como o sistema límbico,                envolvido no processamento das emoções”, garante                o especialista. Marino reuniu estudos feitos com aparelhos de ressonância                magnética, PET/Scan (equipamento de imagem de última                geração) e dezenas de trabalhos mostrando as modificações                no cérebro.</p>
<p><strong>Médiuns –</strong> A abrangência dos                estudos também está aumentando. Se antes a maioria                das pesquisas estudava populações protestantes, católicas                e adeptos do judaísmo, agora começam a surgir trabalhos                com praticantes de outras religiões. O psiquiatra Almeida,                da USP, verificou a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> mental de 115 médiuns espíritas.                Descobriu que a incidência de transtornos como ansiedade e                <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> nessa população fica em<br />
torno de 8%, um porcentual menor do que a<br />
estimativa encontrada na população em geral,<br />
de 15% de incidência.</p>
<p>Todo esse movimento está levando muitas escolas de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>                a abrir espaço para debate. De acordo com um trabalho da                Universidade de Yale (EUA) publicado no <em>Jornal da Associação                Médica Americana</em> (Jama), em 1994 apenas 17 faculdades                americanas ofereciam <a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s sobre <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> e espiritualidade. Em                2004, já eram 84 instituições. No Brasil, a                Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará inaugurou,                também no ano passado, um <a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a> opcional de 20 horas. Cem                alunos já cursaram a disciplina. “A mudança                está ligada a uma nova abordagem da escola médica,                focada na humanização do <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> do médico                com o paciente”, diz a cria<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a da disciplina, a professora                de histologia e embriologia humana Eliane Oliveira.</p>
<p>Aos poucos, essa modificação começa a se desenhar nos hospitais brasileiros. Um dos médicos que fazem questão de estimular a prática da espiritualidade em seus pacientes é Eymard Mourão Vasconcelos, da Universidade Federal da Paraíba e com pós-doutorado em espiritualidade e <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> pela Fundação Oswaldo Cruz. Para ele, não restam dúvidas quanto ao poder da fé na recuperação dos doentes. “É preciso despertar a garra em porta<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es de enfermidades. Isso não se faz com conhecimento técnico, mas mexendo com a emoção profunda da espiritualidade”, frisa. Outro que usa a ferramenta da fé é o cirurgião oncológico Paulo Cesar Fructoso, do Rio de Janeiro, integrante da Sociedade Brasileira de Cancerologia. “Mas nenhum tratamento médico deve ser interrompido”, ressalta.</p>
<p><strong>Risco – </strong>O médico toca em um ponto importantíssimo. Quando a religiosidade toma o lugar da <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>, as coisas se complicam. Quem leva a fé a ferro e fogo e decide depositar tudo nas mãos de Deus corre o sério risco de perder a vida. Um estudo feito pelo médico Riad Yunes com três mil pacientes de câncer de mama no Hospital do Câncer de São Paulo mostra o quanto essa possibilidade é real. Segundo o trabalho, 20% das mulheres preferiram fazer tratamentos espirituais antes de se submeter à cirurgia e tomar os medicamentos indicados pelos médicos. “Quando voltaram ao hospital, três ou quatro meses depois, os tumores tinham dobrado de tamanho”, diz Yunes. Como se vê, o equilíbrio entre as necessidades da alma e as do corpo é um dos segredos de uma boa <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. É o que busca, por exemplo, a atriz Lucélia Santos, 47 anos. “O <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> espiritual me traz harmonia. A <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> do organismo e do espírito andam juntas”, diz.</p>
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		<title>Nossa Senhora Aparecida</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 10:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[religião]]></category>
		<category><![CDATA[nossa senhora aparecida]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/12/nossa-senhora-aparecida/"></g:plusone></div>
12 de outubro é dia de Nossa Senhora Aparecida (a quem eu sempre recorro nas horas de sufoco) e meu aniversário. No Blogvisão achei este artigo muito interessante sobre a história de Nossa Senhora Aparecida. Hoje me presentearei, já estou &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/10/12/nossa-senhora-aparecida/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/12/nossa-senhora-aparecida/">Nossa Senhora Aparecida</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p>12 de outubro é dia de Nossa Senhora Aparecida (a quem eu sempre recorro nas horas de sufoco) e meu aniversário. No <a href="http://blogvisao.org/2007/10/12/093-a-padroeira-do-brasil/">Blogvisão achei este artigo</a> muito interessante sobre a história de Nossa Senhora Aparecida. Hoje me presen<a href="/category/tear/" title="View all posts filed under tear">tear</a>ei, já estou quase conseguindo. No próximo post eu conto.</p>
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