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	<title>Saúde Alternativa &#187; obesidade</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Antibióticos causam a epidemia de obesidade</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2011/05/03/antibioticos-causam-a-epidemia-de-obesidade/"></g:plusone></div>
LONDRES &#8211; Cientistas acreditam que o uso indiscriminado de antibióticos orais pode estar desempenhando um papel significativo no agravamento da epidemia de obesidade. Evidências sugerem que a utilização desses medicamentos pode estar afetando o crescimento de bactérias no intestino humano &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2011/05/03/antibioticos-causam-a-epidemia-de-obesidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2011/05/03/antibioticos-causam-a-epidemia-de-obesidade/">Antibióticos causam a epidemia de obesidade</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2011/05/03/antibioticos-causam-a-epidemia-de-obesidade/"></g:plusone></div>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2011/05/Satellite.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-938" title="Satellite" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2011/05/Satellite.jpg" alt="" width="316" height="421" /></a></p>
<p>LONDRES &#8211; Cientistas acreditam que o uso indiscriminado de antibióticos orais pode estar desempenhando um papel significativo no agravamento da epidemia de <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>. Evidências sugerem que a utilização desses medicamentos pode estar afetando o crescimento de bactérias no intestino humano que influenciam o ganho de peso quando um indivíduo come demais ou não faz exercícios, segundo reportagem do jornal &#8220;Independent&#8221;.</p>
<p>Através de uma técnica para a contagem dos genes de bactérias no intestino humano, um estudo recente descobriu que as pessoas magras tendem a ter uma comunidade mais diversificada na flora intestinal em comparação aos indivíduos obesos.</p>
<p>Estudos anteriores já tinham estabelecido uma diferença entre as bactérias do intestino de pessoas magras e obesas, mas este trabalho está sendo visto como apoio à polêmica idéia de que as bactérias para matar os antibióticos podem estar desempenhando um papel na predisposição à gordura.</p>
<p>- É uma possibilidade bem real &#8211; disse Stanislav Dusko Ehrlich, um microbiólogo do Instituto para Pesquisa Agrícola em Jouy-en-Josas, na França, que faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de um consórcio de cientistas à frente do trabalho. &#8211; Encontramos comunidades de bactérias diferentes em pessoas magras e obesas. Não temos certeza se isso é a causa, a contribuição ou a consequência para o sobrepeso, mas estas bactérias merecem ser investigadas.</p>
<p>Estudos anteriores em ratos de laboratório e animais de fazenda já tinham estabelecido uma ligação entre a flora intestinal, o uso de antibióticos e o aumento da gordura corporal, mas os cientistas foram cautelosos de extrapolar esses achados para seres humanos.</p>
<p>O estudo investigou os genes de bactérias encontradas na flora intestinal de 177 dinamarqueses, sendo 55 magros e os demais obesos ou com sobrepeso. Os cientistas constataram que a maioria das pessoas do estudo tinham, em seus intestinos, cerca de 600 mil diferentes genes de bactérias. Mas cerca de um terço dos participantes obesos tinham apenas cerca de 360 mil genes de bactérias &#8211; cerca de 30% ou 40% menos &#8211; o que sugere uma comunidade mais pobre da flora intestinal, que normalmente é composta por cerca de 160 espécies diferentes de formas de vida microbiana.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/05/03/uso-de-antibioticos-pode-estar-ligado-ao-aumento-da-obesidade-diz-estudo-924372791.asp" target="_blank">O Globo</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2011/05/03/antibioticos-causam-a-epidemia-de-obesidade/">Antibióticos causam a epidemia de obesidade</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Obesidade e pobreza: podem existir juntas?</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 12:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/"></g:plusone></div>
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade atinge 7% da população mundial e o sobrepeso chega a 20%. No Brasil, de acordo com dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN), o excesso de peso está presente &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/">Obesidade e pobreza: podem existir juntas?</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/"></g:plusone></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-495" title="gordos" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2009/03/gordos.jpg" alt="gordos" width="290" height="279" /></p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> atinge 7% da população mundial e o sobrepeso chega a 20%. No Brasil, de acordo com dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN), o excesso de peso está presente em 27 milhões de indivíduos. Desses, 6,8 milhões são classificados como obesos.</p>
<p>O artigo Obesidade e pobreza: o aparente paradoxo. Um estudo com mulheres da Favela da Rocinha, Rio de Janeiro, publicado na edição de dezembro dos Cadernos de Saúde Pública, mostra que o perfil do problema no país apresenta <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> pouco homogêneo: a maior prevalência ocorre em mulheres pobres na região Sudeste.</p>
<p>&#8220;O impacto é notório na população adulta feminina, especialmente a inserida nos menores percentuais de renda&#8221;, relatam no artigo as pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as Rosana Magalhães, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e Vanessa Ferreira, das Faculdades Federais Integradas de Diamantina (Fafeid), em Diamantina (MG). &#8220;Dos 6,8 milhões de obesos diagnosticados pela PNSN, 70% são do <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> feminino e com baixa renda.&#8221;</p>
<p>O estudo envolveu a análise das práticas alimentares, da rotina de atividades físicas e da qualidade de vida de um grupo de mulheres pobres e obesas, mora<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as da Favela da Rocinha, na zona Sul do Rio de Janeiro. O objetivo foi investigar o fenômeno da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> no contexto da pobreza.</p>
<p>Dentre as analisadas, com idades entre 34 e 60 anos e todas com baixos rendimentos mensais, 57% apresentaram <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> classe I (Índice de Massa Corpórea – IMC entre 30 e 34,9) e 43% <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> classe II (IMC entre 35 e 39,9) com riscos de co-morbidade (ocorrência conjunta de dois ou mais transtornos num mesmo indivíduo) moderada e grave.</p>
<p>Dentre os critérios para o consumo alimentar no grupo, foi verificada uma estreita relação entre <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a> e condições socioeconômicas. O critério de seleção dos alimentos pelas mulheres da Rocinha foi verificado como pautado pelo valor monetário dos alimentos.</p>
<p>&#8220;As estratégias de consumo alimentar estão caracterizadas pela seleção de alimentos baratos, de alta densidade calórica e baixo valor nutritivo, por meio dos quais os mais pobres conseguem as calorias de que necessitam para sobreviver&#8221;, diz o artigo. Para piorar a situação, nos relatos raramente foram citadas a prática de atividades físicas e momentos de descanso ou lazer.</p>
<p>As autoras evidenciam a necessidade de entender a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> enquanto uma enfermidade não apenas física, mas também social. &#8220;Ela está articulada à dinâmica social e adquire contornos próprios em cada segmento. A pobreza de fato determina a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> entre as mulheres brasileiras&#8221;, explicam as autoras.</p>
<p>A necessidade de desconstruir a idéia de <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> enquanto uma enfermidade associada à abundância e aos excessos alimentares faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das conclusões do artigo. &#8220;A <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> surge como mais uma face da desigualdade social no país. Por isso, é importante reconhecer os novos contornos da pobreza para que novas estratégias em <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> pública sejam traçadas&#8221;, afirmam.</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-311X2005000600027&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt" target="_blank">Leia a pesquisa na íntegra.</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/4937/noticias/obesidade-na-favela.htm" target="_blank">Agência FAPESP</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2009/03/19/obesidade-e-pobreza-podem-existir-juntas/">Obesidade e pobreza: podem existir juntas?</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Exercícios físicos são a melhor solução para a obesidade</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/09/10/exercicios-fisicos-sao-a-melhor-solucao-para-a-obesidade/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 15:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/09/10/exercicios-fisicos-sao-a-melhor-solucao-para-a-obesidade/"></g:plusone></div>
A prática de exercícios pode anular os efeitos de uma mutação genética associada à obesidade, segundo um estudo da Universidade de Maryland publicado nesta semana na revista especializada Archives of Internal Medicine. Recentemente, foi demonstrada uma forte relação entre a &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2008/09/10/exercicios-fisicos-sao-a-melhor-solucao-para-a-obesidade/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/09/10/exercicios-fisicos-sao-a-melhor-solucao-para-a-obesidade/">Exercícios físicos são a melhor solução para a obesidade</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/09/10/exercicios-fisicos-sao-a-melhor-solucao-para-a-obesidade/"></g:plusone></div>
<p>A prática de exercícios pode anular os efeitos de uma mutação genética associada à <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, segundo um estudo da Universidade de Maryland publicado nesta semana na revista especializada Archives of Internal Medicine.</p>
<p>Recentemente, foi demonstrada uma forte relação entre a alta massa corporal e variantes de um gene em particular, conhecido como FTO (o gene de massa de gordura e <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> associadas).</p>
<p>Aqueles que carregam duas cópias do FTO têm mais chances de se tornarem obesos, mas o estudo realizado entre 704 integrantes da comunidade amish dos Estados Unidos demonstrou que um estilo de vida ativo parece reduzir este risco.</p>
<p>O grupo foi escolhido por ser considerado geneticamente &#8220;puro&#8221;, o que permite o rastreamento de seus antepassados por até 14 gerações &#8211; até os primeiros coloniza<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es europeus que, no século 18, migraram para os Estados Unidos.</p>
<p>Mutações</p>
<p>As mutações associadas à <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> estão presentes em 30% das populações européias. Apesar de a <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a e o estilo de vida também influenciarem no peso, não se sabe exatamente como elas interagem com os genes.</p>
<p>Várias variações genéticas já foram ligadas à <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, mas nenhuma é, por si só, responsável por isso. A variação mais comum, entretanto, é a do FTO &#8211; estima-se que metade da população européia carregue pelo menos uma cópia do gene.</p>
<p>Não se sabe exatamente como ele influencia o ganho de peso, mas alguns cientistas sugerem que ele pode ter um papel no apetite de um indivíduo.</p>
<p>Neste estudo, os movimentos dos voluntários foram medidos através de um &#8220;acelerômetro&#8221; durante uma semana.</p>
<p>Os cientistas concluíram que, apesar de a esperada ligação entre a mutação do FTO e o alto índice de massa corporal ter sido encontrada entre os voluntários menos ativos fisicamente, a mutação não teve efeito entre os indivíduos que apresentavam altos níveis de atividades físicas &#8211; o equivalente a três ou quatro horas diárias de atividades moderadamente intensas.</p>
<p>&#8220;Os nossos resultados sugerem fortemente que o aumento do risco de <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> por conta de <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>cetibilidades genéticas pode ser anulado através de atividades físicas&#8221;, disse o médico Soren Snitker, que liderou a pesquisa.</p>
<p>&#8220;Alguns desses genes que parecem causar <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> no nosso ambiente moderno podem não ter tido esse efeito alguns séculos atrás, quando a vida da maioria das pessoas era semelhante à dos atuais fazendeiros da comunidade amish.&#8221;</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2008/09/10/exercicios-fisicos-sao-a-melhor-solucao-para-a-obesidade/">Exercícios físicos são a melhor solução para a obesidade</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Adoçante pode engordar mais que açúcar</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/02/11/adocante-pode-engordar-mais-que-acucar/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2008 12:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[adoçante]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/02/11/adocante-pode-engordar-mais-que-acucar/"></g:plusone></div>
Um estudo realizado em ratos nos Estados Unidos sugere que a ingestão de sacarina &#8211; tipo de adoçante usado principalmente em refrigerantes dietéticos &#8211; pode provocar aumento de peso maior que a ingestão de açúcar.Segundo os pesquisadores da Universidade de &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2008/02/11/adocante-pode-engordar-mais-que-acucar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/02/11/adocante-pode-engordar-mais-que-acucar/">Adoçante pode engordar mais que açúcar</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/02/11/adocante-pode-engordar-mais-que-acucar/"></g:plusone></div>
<p><cite id="bbc"></cite><script src="http://server-uk.imrworldwide.com/a1.js" type="text/javascript"></script><img src="http://server-uk.imrworldwide.com/cgi-bin/count?url=&amp;rnd=1202734008234&amp;cid=&amp;ref=http%3A//mail.google.com/mail/%3Fui%3D1%26ik%3D9884c38f01%26view%3Dcv%26search%3Dinbox%26th%3D1180874680b5a0b2%26ww%3D1280%26cvap%3D0%26qt%3D%26zx%3Des18iythdaai&amp;sr=sr1280x800:cd32:lgpt-BR:jey:cky:tz-2:ctna:hpna" height="1" width="1" /> <script type="text/javascript"> var pCid="uk_bbc_0"; var w0=1; var refR=escape(document.referrer); if (refR.length>=252) refR=refR.substring(0,252)+"..."; var w0=0; var imgN='<img src="http://server-uk.imrworldwide.com/cgi-bin/count?ref='+ 	refR+'&#038;cid='+pCid+'" width="1" height="1" />'; document.write(imgN); </script><img src="http://server-uk.imrworldwide.com/cgi-bin/count?ref=http%3A//mail.google.com/mail/%3Fui%3D1%26ik%3D9884c38f01%26view%3Dcv%26search%3Dinbox%26th%3D1180874680b5a0b2%26ww%3D1280%26cvap%3D0%26qt%3D%26zx%3Des18iythdaai&amp;cid=uk_bbc_0" height="1" width="1" />Um estudo realizado em ratos nos Estados Unidos sugere que a ingestão de sacarina &#8211; tipo de adoçante usado principalmente em refrigerantes <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>éticos &#8211; pode provocar aumento de peso maior que a ingestão de açúcar.Segundo os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da Universidade de Purdue, em Indiana, o sabor doce causado pelo consumo de sacarina estimula o sistema digestivo a se preparar para a ingestão de uma grande quantidade de calorias.</p>
<p>Se essas calorias não são ingeridas, eles afirmaram, o organismo fica desregulado e, como resultado, pede mais <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> ou queima menos calorias, o que provocaria o aumento de peso.</p>
<p>O estudo, publicado na edição desta semana da revista científica Behavioral Neuroscience, gerou reações da indústria alimentícia, para quem a pesquisa &#8220;simplifica&#8221; as causas da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>.</p>
<p><strong>Calorias</strong>Para realizar o estudo, os cientistas acompanharam a <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a> de 17 ratos. Nove receberam iogurte adoçado com sacarina e oito com açúcar. Depois do iogurte, os animais receberam a <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a normal.</p>
<p>Após cinco semanas, os ratos que consumiram a sacarina ganharam 88 gramas, enquanto os que ingeriram glicose tiveram um aumento de peso de 72 gramas &#8211; uma diferença de mais de 20%.</p>
<p>Os ratos que tomaram o iogurte com a sacarina consumiram mais calorias e tiveram aumento de 5% na taxa de gordura do corpo, de acordo com o estudo.</p>
<p>&#8220;Os resultados claramente indicam que consumir alimentos adoçados com sacarina pode levar a um aumento de peso e da taxa de gordura maior do que o consumo de açúcares calóricos&#8221;, diz o estudo.</p>
<p>Segundo Susan Swithers, uma das autoras da pesquisa, as experiências em laboratório indicam ainda que outros adoçantes artificiais, como o aspartame e o acessulfame K, que oferecem o gosto doce, podem ter o mesmo efeito da sacarina.</p>
<p><strong>Críticas</strong>O estudo gerou reações da indústria alimentícia. Em uma entrevista publicada na edição desta segunda-feira do jornal americano Los Angeles Times, Beth Hubrich, uma das representantes dos fabricantes de refrigerantes <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>éticos nos EUA, rejeitou os resultados da pesquisa.</p>
<p>Segundo ela, &#8220;o estudo simplifica demais as causas da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>&#8221;. Além disso, afirmou, &#8220;a descoberta nos animais pode não ser verdadeira quando testada nos humanos&#8221;.</p>
<p>Um porta-voz da Fundação Britânica de Nutrição afirmou que os resultados são &#8220;interessantes&#8221;, mas não provam que os adoçantes podem ser prejudiciais nas <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>as dos humanos.</p>
<p>Para a organização, o tema ainda requer mais pesquisas.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2008/02/11/adocante-pode-engordar-mais-que-acucar/">Adoçante pode engordar mais que açúcar</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<item>
		<title>Novas regras da Anvisa sobre venda de remédios para emagrecer já estão valendo</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/01/10/novas-regras-da-anvisa-sobre-venda-de-remedios-para-emagrecer-ja-estao-valendo/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 13:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/01/10/novas-regras-da-anvisa-sobre-venda-de-remedios-para-emagrecer-ja-estao-valendo/"></g:plusone></div>
De O Globo RIO &#8211; Têka perdeu os movimentos do corpo e não fala há um ano e oito meses. Ela teve um derrame quatro meses depois que começou a tomar um remédio para emagrecer, por conta própria. Os brasileiros &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2008/01/10/novas-regras-da-anvisa-sobre-venda-de-remedios-para-emagrecer-ja-estao-valendo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/01/10/novas-regras-da-anvisa-sobre-venda-de-remedios-para-emagrecer-ja-estao-valendo/">Novas regras da Anvisa sobre venda de remédios para emagrecer já estão valendo</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p align="center"><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/01/veneno_small.jpg" title="veneno_small.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/01/veneno_small.jpg" alt="veneno_small.jpg" /></a></p>
<p>De O Globo</p>
<p>RIO &#8211; Têka perdeu os movimentos do corpo e não fala há um ano e oito meses. Ela teve um derrame quatro meses depois que começou a tomar um remédio para emagrecer, por conta própria. Os brasileiros são campeões mundiais no consumo de inibi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es de apetite. Para reverter esse quadro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aumentou o controle sobre a venda desses medicamentos. As novas regras já estão em vigor.</p>
<p>Uma das medidas limita a quantidade do remédio que o médico pode prescrever em cada receita. Antes, era permitido um estoque para até dois meses; agora, o paciente só poderá comprar o necessário para um mês de tratamento.</p>
<p>O presidente da Anvisa, Dirceu Raposo, diz que essa nova restrição vai ajudar também a combater um tipo de venda ilegal.</p>
<p>- A prescrição de uma receita de três caixas muitas vezes levava o paciente, pelo custo do tratamento, a adquirir apenas uma caixa. Assim, a receita autorizava a farmácia a ficar com as duas caixas que não foram comercializadas. Isso poderia levar à comercialização por um mercado paralelo &#8211; explica.</p>
<p>A resolução determina ainda as doses máximas de cada substância que o paciente pode tomar e proíbe o uso de inibi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es associado com laxantes, diuréticos, <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> para ansiedade ou <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>.</p>
<p>- Se o paciente procurar um médico e ele orientar mudança de vida, atividade física e nutrição, faça; se o paciente sair com uma receita com mais de um medicamento, desconfie &#8211; ensina Neuton Dornelas Gomes, presidente regional da Sociedade Brasileira de Endocrinologia.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2008/01/10/novas-regras-da-anvisa-sobre-venda-de-remedios-para-emagrecer-ja-estao-valendo/">Novas regras da Anvisa sobre venda de remédios para emagrecer já estão valendo</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>A cura para a obesidade pode estar no bolso</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2007 19:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/"></g:plusone></div>
Estudo de Oxford propõe criação do &#8220;imposto da gordura&#8221; Plantão &#124; Publicada em12/07/2007 às 10h44m Peter Griffiths &#8211; Reuters LONDRES &#8211; A criação de um &#8220;imposto da gordura&#8221; sobre alimentos salgados, doces e gordurosos pode salvar milhares de vidas, segundo &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/">A cura para a obesidade pode estar no bolso</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/09/obesidade.jpg" title="obesidade.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/09/obesidade.jpg" alt="obesidade.jpg" /></a></p>
<p>Estudo de Oxford propõe criação do &#8220;imposto da gordura&#8221;<br />
Plantão | Publicada em12/07/2007 às 10h44m<br />
Peter Griffiths &#8211; Reuters<br />
LONDRES &#8211; A criação de um &#8220;imposto da gordura&#8221; sobre alimentos salgados, doces e gordurosos pode salvar milhares de vidas, segundo um estudo da Universidade de<br />
Oxford, na Inglaterra. Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es dizem que o Imposto de Valor Agregado (VAT, na sigla em inglês) de 17,5% sobre alimentos considerados não-saudáveis<br />
diminuiria a demanda dos consumi<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es e reduziria a chance de infartos e derrames.<br />
A equipe do Departamento de Saúde Pública de Oxford diz que a idéia é semelhante às altas taxas impostas a cigarros e bebidas alcoólicas para estimular um estilo de<br />
vida mais saudável. Atualmente, o imposto já incide sobre um pequeno número de produtos, como batatas fritas, sorvetes, confeitos e biscoitos de chocolate. A taxa<br />
elevaria em 4,6% as despesas domésticas.<br />
Fórmula matemática para chegar a resultado<br />
De acordo com o estudo publicado no &#8220;Journal of Epidemiology and Community Health&#8221;, a ação poderia salvar cerca de 3,2 mil vidas na Grã-Bretanha anualmente. Eles<br />
usaram uma fórmula matemática para calcular o efeito de preços mais altos sobre a demanda por alimentos como massas, bolos, queijos e manteiga. &#8220;Uma &#8216;taxa de gordura&#8217;<br />
bem planejada pode ser uma ferramenta útil para reduzir a incidência de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s relacionadas à <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>&#8221;, conclui o estudo.<br />
Eles afirmaram, porém, que sua pesquisa dá apenas uma idéia do número de vidas que poderiam ser salvas com a adoção da medida. Mais estudos seriam necessários para<br />
se ter uma noção exata de como os impostos poderiam contribuir com a melhoria da <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> pública. Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es alertam que o &#8220;imposto da gordura&#8221; pode ser visto<br />
como um ataque às liberdades pessoais e teria maior impacto entre as famílias mais pobres.<br />
Manifestações contrárias<br />
O ex-primeiro-ministro Tony Blair já havia rejeitado a idéia. A Federação de Alimentos e Bebidas, uma entidade que representa a indústria, achou a proposta paternalista<br />
e disse que atingiria as famílias de baixa renda. O órgão sugere a adoção de uma <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a balanceada. A Fundação Britânica do Coração diz que não apóia o imposto.<br />
&#8220;Acreditamos que o governo deveria se concentrar em garantir o acesso a alimentos saudáveis a todos&#8221;, diz uma nota da entidade.<br />
Vote: Você seria a favor da criação de um &#8220;imposto da gordura&#8221; no Brasil?</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/09/06/a-cura-para-a-obesidade-pode-estar-no-bolso/">A cura para a obesidade pode estar no bolso</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<item>
		<title>A Obesidade nos Países em Desenvolvimento</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2007 14:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/"></g:plusone></div>
É uma amarga ironia que conforme os países em desenvolvimento estejam se esforçando para reduzir a fome, algumas vezes enfrentam um problema que decorre do consumo excessivo de alimentos: a obesidade. A obesidade acarreta uma maior freqüência de doenças crônicas &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/">A Obesidade nos Países em Desenvolvimento</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/"></g:plusone></div>
<table border="0" width="100%">
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.planetaorganico.com.br/images/burger2.jpg" height="110" width="120" /></p>
<p><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">É               uma amarga ironia que conforme os países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>               estejam se esforçando para reduzir a fome, algumas vezes               enfrentam um problema que decorre do consumo excessivo de               alimentos: a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>. A <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> acarreta uma maior               freqüência de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s crônicas tais como diabetes, <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s do               coração e câncer. E se algumas pessoas pobres estão com               excesso de peso isto não significa que estejam bem alimentadas. A               <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, freqüentemente, encobre deficiências do consumo de               <a href="/category/vitaminas/" title="View all posts filed under vitaminas">vitaminas</a> e minerais.</font>                                                  <font face="arial,helvetica,verdana" size="2">&#8220;Consideramos               a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> um problema importante que necessita ser tratado,               juntamente com o problema da sub<a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>&#8221;, explica               Prakash Shetty, Chefe do Serviço de Planejamento, Estimativa e               Avaliação da Nutrição, da FAO. Apenas               há alguns anos era difícil encontrar uma afirmação desta               natureza. Os especialistas tinham dúvidas em despertar atenções               sobre a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, enquanto havia tantas vidas comprometidas pela               fome. De um total de 850 milhões de pessoas que padecem pela fome               no mundo, 780 milhões se encontram nos países em               <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>. Mas os dados alarmantes apresentados em 2001 pelo               Worldwatch Institute colocaram na berlinda a forma tradicional de               se pensar essa questão: pela primeira vez, o número de pessoas               superalimentadas no mundo compete com as subalimentadas. O mais               triste é que os países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> estão engrossando a               fila dos países que sofrem com o problema da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>.</font></p>
<p><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Um               estudo realizado em 1999 pelas Nações Unidas descobriu que o               problema da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> está presente em todas as regiões em               <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>, aumentando aceleradamente também nos países               donde existe fome em estado permanente. Na China, por exemplo, o               número de pessoas com sobrepeso passou de menos de 10% para 15%               em apenas três anos. No Brasil e na Colômbia a porcentagem de               obesos fica ao re<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> dos 40%, nível compatível com o de diversos               países europeus. Incluindo a p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da África que se encontra               abaixo do deserto do Saara, onde vive a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das pessoas               atingidas pela fome, a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> está aumentando, sobretudo na               população feminina que vive nas cidades. Em todas as regiões a               <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> parece crescer conforme aumenta o nível de renda.</font></p>
<table border="0" width="100%">
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">A               <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> no mundo em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> não é uma surpresa para a               FAO: &#8220;Já sabíamos que o mundo produzia alimentos               suficientes para todos. Infelizmente, porém, os alimentos nem               sempre chegam a quem deles mais necessita&#8221;, afirma Bárbara               Burlingame, Funcionária Superior do Grupo de Estimativa e               Avaliação das Repercussões da Nutrição, da FAO. A fome é uma               conseqüência, a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, outra.</font></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Além               disso, praticamente todas as pessoas que padecem de fome e muitos               dos que têm sobrepeso sofrem debilidades físicas por outro tipo               de má nutrição: a falta de <a href="/category/vitaminas/" title="View all posts filed under vitaminas">vitaminas</a> e minerais (a chamada               &#8220;fome oculta&#8221;), conhecida no meio científico como               deficiência de micronutrientes. &#8220;Costumava-se pensar que se               as pessoas obtinham suficiente energia da sua <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>, os               micronutrientes viriam em acréscimo, afirma a Dra. Burlingame,               &#8220;mas as pessoas cada vez mais ingerem alimentos de má               qualidade, que enchem o estômago mas deixam o organismo sem os               micronutrientes necessários.&#8221;</font></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Se               a informação sobre a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> nos países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> é               limitada, os estudos preliminares indicam que algumas das mesmas               deficiências de micronutrientes das quais padecem as pessoas               subalimentadas, estão presentes também nos organismos de pessoas               com excesso de peso. Um dos problemas mais comuns é a anemia, por               falta de ferro e a deficiência de vitamina A, causa freqüente de               cegueira entre <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s com menos de cinco anos de idade.</font></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">A               FAO recomenda um criterioso planejamento da nutrição para               orientar tanto a qualidade quanto a quantidade. &#8220;Uma de               nossas missões mais importantes é promover uma <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>               diversificada, que contenha os alimentos tradicionais, em geral               bem equilibrados e muito nutritivos&#8221;, explica Dr. Shetty.</font></p>
</td>
</tr>
</table>
<p><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">No mundo em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> pode ser considerada              como o resultado de uma série de transformações da <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>, a              atividade física, a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> e a nutrição, chamadas em conjunto como &#8220;a              transição da nutrição&#8221;. Conforme se tornam mais prósperos, os países              pobres adquirem alguns benefícios e também alguns problemas dos              países industrializados, e dentre estes últimos está a              <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>.</font></td>
</tr>
<tr>
<td width="67%">
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Como as zonas urbanas foram              avançando muito mais nessa transição que as zonas rurais,              naturalmente apresentam maiores índices de <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>. As cidades              oferecem uma maior variedade de opções alimentares, em geral a              preços mais baixos. O trabalho urbano freqüentemente exige menos              atividade física que o do campo. E como cada vez mais as mulheres              trabalham fora de casa, podem estar muito ocupadas para comprar e              preparar alimentos frescos e produzidos na própria região, como              ocorre com a compra em feiras livres. Em 1900 apenas 10% da              população mundial vivia em cidades. Hoje esta cifra é de quase              50%.<!-- D(["mb","\u003c/font\&amp;gt; \u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" size\u003d\"2\"\&amp;gt;Isto não \n            significa que as zonas rurais estejam livres do problema da \n            <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>. O aumento da mecanização do trabalho agrícola diminui as \n            atividades físicas ao mesmo tempo em que esta modernização \n            proporcionou mais alimentos disponíveis, ainda que não \n            necessariamente de melhor qualidade (devido ao uso de fertilizantes \n            sintéticos e <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a>). Muitos agricultores abandonaram a \n            agricultura de subsistência onde se obtinham diferentes tipos de \n            alimentos (cereais, hortaliças, <a href="/category/frutas/" title="View all posts filed under frutas">frutas</a>, raízes, leguminosas, etc.) \n            em favor das monoculturas comerciais de alto rendimento, passando a \n            plantarem apenas uma espécie por safra (milho, arroz, feijão, soja e \n            outros alimentos plantados isoladamente em épocas \n            distintas).\u003c/font\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\n          \u003ctd width\u003d\"33%\"\&amp;gt;\n            \u003ctable width\u003d\"95%\" border\u003d\"0\"\&amp;gt;\n              \u003ctbody\&amp;gt;\n              \u003ctr\&amp;gt;\n                \u003ctd width\u003d\"100%\"\&amp;gt;\n                  \u003cp align\u003d\"center\"\&amp;gt;\u003cimg height\u003d\"250\" src\u003d\"/mail/?attid\u003d0.1&amp;disp\u003demb&amp;view\u003datt&amp;th\u003d113630a96f4a08d6\" width\u003d\"167\" border\u003d\"0\"\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\n              \u003ctr\&amp;gt;\n                \u003ctd width\u003d\"100%\"\&amp;gt;\n                  \u003cp align\u003d\"center\"\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"Arial\" size\u003d\"1\"\&amp;gt;Cada vez mais as \n                  mulheres\u003cbr\&amp;gt; trabalham fora de casa, sem \n                  tempo \u003cbr\&amp;gt;para prepara alimentos \n              frescos\u003c/font\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\u003c/tbody\&amp;gt;\u003c/table\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\u003c/tbody\&amp;gt;\u003c/table\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\n  \u003ctr\&amp;gt;\n    \u003ctd width\u003d\"100%\" bgcolor\u003d\"#ffffff\" colspan\u003d\"2\"\&amp;gt;\n      \u003ctable width\u003d\"100%\" border\u003d\"0\"\&amp;gt;\n        \u003ctbody\&amp;gt;\n        \u003ctr\&amp;gt;\n          \u003ctd width\u003d\"100%\" bgcolor\u003d\"#000080\" colspan\u003d\"2\"\&amp;gt;\n            \u003cp align\u003d\"left\"\&amp;gt;\u003cb\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" color\u003d\"#ffffff\"\&amp;gt;Importação de costumes \n            alimentares\u003c/font\&amp;gt;\u003c/b\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\n        \u003ctr\&amp;gt;\n          \u003ctd width\u003d\"62%\"\&amp;gt;\n            \u003cp align\u003d\"justify\"\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" size\u003d\"2\"\&amp;gt;Outro elemento da transição da \n            nutrição é a importação cada vez maior de alimentos do mundo \n            industrializado. Em conseqüência, a <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a> tradicional composta \n            de cereais e hortaliças está sendo substituída por uma <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a rica em \n            açúcar e gorduras. Alguns críticos acusam os países industrializados \n            de produzir cortes de carne magra para seus habitantes e vender em \n            outros territórios as carnes gordurosas restantes. Conforme as \n            empresas comercializa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as de carne percebem o aumento de renda nos \n            países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>, dirigem sua atenção a estes mercados. Do \n            México ao Marrocos, os mesmos alimentos que são um perigo para a \n            <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> dos países ricos hoje chegam em maior quantidade aos países \n            pobres.",1] );  //--></font> <font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Isto não              significa que as zonas rurais estejam livres do problema da              <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>. O aumento da mecanização do trabalho agrícola diminui as              atividades físicas ao mesmo tempo em que esta modernização              proporcionou mais alimentos disponíveis, ainda que não              necessariamente de melhor qualidade (devido ao uso de fertilizantes              sintéticos e <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a>). Muitos agricultores abandonaram a              agricultura de subsistência onde se obtinham diferentes tipos de              alimentos (cereais, hortaliças, <a href="/category/frutas/" title="View all posts filed under frutas">frutas</a>, raízes, leguminosas, etc.)              em favor das monoculturas comerciais de alto rendimento, passando a              plantarem apenas uma espécie por safra (milho, arroz, feijão, soja e              outros alimentos plantados isoladamente em épocas              distintas).</font></p>
<p align="justify"><strong>Importação de Hábitos Alimentares</strong></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Outro elemento da transição da              nutrição é a importação cada vez maior de alimentos do mundo              industrializado. Em conseqüência, a <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a> tradicional composta              de cereais e hortaliças está sendo substituída por uma <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a rica em              açúcar e gorduras. Alguns críticos acusam os países industrializados              de produzir cortes de carne magra para seus habitantes e vender em              outros territórios as carnes gordurosas restantes. Conforme as              empresas comercializa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as de carne percebem o aumento de renda nos              países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>, dirigem sua atenção a estes mercados. Do              México ao Marrocos, os mesmos alimentos que são um perigo para a              <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> dos países ricos hoje chegam em maior quantidade aos países              pobres.</font></font></font></p>
<table border="0" width="100%">
<tr>
<td colspan="2" width="100%">
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Outras mudanças na <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>              ocorrem por influência externa. Na China, por exemplo, quando a              renda per capita quadruplicou devido às reformas econômicas da              década de 1970, o consumo de alimentos com altos teores de gorduras              também disparou. Em 1962, uma <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a com 20% do total da energia              composto por gorduras correspondia a um Produto Nacional Bruto (PNB)              per capita de 1475 dólares. Para 1990, um PNB de apenas 750 dólares              per capita correspondia ao acesso ao mesmo tipo de              <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>.</font></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="80%">
<p align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Em diversos países, a              globalização modificou a cara da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>. No México e no Brasil,              por exemplo, onde o excesso de peso era privilégio apenas das elites              locais, hoje é comum de ser verificada nas populações pobres. A              maior disponibilidade de alimentos a preços mais baixos (como              ocorreu na China) significa que os pobres tem maior acesso a              alimentos gordurosos. Enquanto as camadas financeiramente mais              abastadas da sociedade adotam modelos de vida mais sadios              (consumindo produtos <!-- D(["mb","\u003ci\&amp;gt;light, <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>\u003c/i\&amp;gt; e orgânicos), os pobres têm \n            menos opções alimentares, além de um acesso mais limitado a educação \n            sobre a nutrição.\u003c/font\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\n          \u003ctd width\u003d\"20%\"\&amp;gt;\n            \u003cdiv align\u003d\"center\"\&amp;gt;\n            \u003ccenter\&amp;gt;\n            \u003ctable width\u003d\"80%\" border\u003d\"1\"\&amp;gt;\n              \u003ctbody\&amp;gt;\n              \u003ctr\&amp;gt;\n                \u003ctd width\u003d\"100%\" bgcolor\u003d\"#ccffff\"\&amp;gt;\n                  \u003cp align\u003d\"center\"\&amp;gt;\u003ca href\u003d\"http://www.planetaorganico.com.br/sau<a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>1.htm\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&amp;gt;\u003cb\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" color\u003d\"#000000\" size\u003d\"3\"\&amp;gt;Clique aqui \n                  para \u003cbr\&amp;gt;saber mais sobre \u003cbr\&amp;gt;Diet &amp; \n                  Light\u003c/font\&amp;gt;\u003c/b\&amp;gt;\u003c/a\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\u003c/tbody\&amp;gt;\u003c/table\&amp;gt;\u003c/center\&amp;gt;\u003c/div\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\u003c/tbody\&amp;gt;\u003c/table\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\n  \u003ctr\&amp;gt;\n    \u003ctd width\u003d\"100%\" bgcolor\u003d\"#ffffff\" colspan\u003d\"2\"\&amp;gt;\n      \u003ctable width\u003d\"100%\" border\u003d\"0\"\&amp;gt;\n        \u003ctbody\&amp;gt;\n        \u003ctr\&amp;gt;\n          \u003ctd width\u003d\"100%\" bgcolor\u003d\"#ff0000\"\&amp;gt;\n            \u003cp align\u003d\"left\"\&amp;gt;\u003cb\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" color\u003d\"#ffffff\"\&amp;gt;O custo de uma má \n            <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a>\u003c/font\&amp;gt;\u003c/b\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\u003c/td\&amp;gt;\u003c/tr\&amp;gt;\n        \u003ctr\&amp;gt;\n          \u003ctd width\u003d\"100%\"\&amp;gt;\n            \u003cp align\u003d\"justify\"\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" size\u003d\"2\"\&amp;gt;As pessoas com peso tanto abaixo \n            quanto acima do normal possuem em comum o fato de apresentarem \n            elevados índices de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s, menor capacidade de desenvolverem suas \n            atividades cotidianas (menor produtividade) e menor expectativa de \n            vida. A <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> aumenta o perigo de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s crônicas, acidentes \n            vasculares, <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s cardíacas e na vesícula, além de uma variedade \n            de formas de câncer.\u003c/font\&amp;gt;\u003c/p\&amp;gt;\n            \u003cp align\u003d\"justify\"\&amp;gt;\u003cfont face\u003d\"arial,helvetica,verdana\" size\u003d\"2\"\&amp;gt;Os países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> \n            correm o risco de ganhar a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dessas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. Por exemplo, \n            existe a previsão que entre 1998 e 2025 se duplique para 300 milhões \n            o número de pessoas com diabetes relacionada à <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> e três \n            quartos desse aumento correspondem aos países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>. Em \n            países cujos re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s econômicos e sociais já sofrem uma grande \n            pressão, os resultados poderiam ser \n        catastróficos.",1] );  //--><em>light, <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a></em> e orgânicos), os pobres têm              menos opções alimentares, além de um acesso mais limitado a educação              sobre a nutrição.</font></p>
</td>
</tr>
</table>
<p align="justify"><strong>Os Custos de uma Má Alimentação </strong></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">As pessoas com peso tanto abaixo              quanto acima do normal possuem em comum o fato de apresentarem              elevados índices de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s, menor capacidade de desenvolverem suas              atividades cotidianas (menor produtividade) e menor expectativa de              vida. A <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> aumenta o perigo de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s crônicas, acidentes              vasculares, <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s cardíacas e na vesícula, além de uma variedade              de formas de câncer.</font></font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Os países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>              correm o risco de ganhar a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dessas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. Por exemplo,              existe a previsão que entre 1998 e 2025 se duplique para 300 milhões              o número de pessoas com diabetes relacionada à <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> e três              quartos desse aumento correspondem aos países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>. Em              países cujos re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s econômicos e sociais já sofrem uma grande              pressão, os resultados poderiam ser          catastróficos.</font></font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">A               FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e               Alimentação) reconhece a necessidade de atender a crescente               preocupação com a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> no mundo, embora mantenha como               prioridade o combate à fome. &#8220;A <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> não é um               problema tão grande como a fome nos países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>.               Primeiro há que garantir que as pessoas consumam alimentos               suficientes e apropriados&#8221;, afirma o Dr. Prakash Shetty,               Chefe do Serviço de Planejamento, Estimativa e Avaliação da               Nutrição, da FAO.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Contudo,               é preciso ressaltar que assim como outras formas de má               nutrição, a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> pode debilitar e ainda atrapalhar o               progresso dos países, na medida em que diminui a capacidade de               trabalho das pessoas e desvia re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s para o atendimento médico               desse problema. De modo, que ao mesmo tempo em que a FAO deseja               continuar combatendo a fome, é necessário também despertar os               governos de todos os países para a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> em suas               populações.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Felizmente, p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da               solução de ambos problemas (escassez e excesso de <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a>)               encontra-se, em p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, no acesso à informação. &#8220;A mesma               informação utilizada para determinar os níveis de               subnutrição, serve para conhecer a hipernutrição, já que               ambas condições são extremos de um mesmo processo&#8221;, afirma               Dr. Shetty.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Por               exemplo, o índice da massa corporal (IMC), cálculo do peso da               pessoa dividido pelo quadrado de sua estatura, produz um número               que indica o lugar da pessoa numa escala que passa desde a falta               extrema de peso até a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> grave. Infelizmente, a               informação nos países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> é distribuída de               forma limitada. Conseqüentemente, os responsáveis pela               elaboração de políticas públicas não possuem dados               necessários para avaliar o perigo do aumento da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> e das               <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s crônicas associadas a ela. O que não pode mais               persistir nos centros de decisão dos países pobres é a idéia               errônea de que a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> é um problema que atinge apenas os               países ricos, onde o problema é mais visível graças a               existência de dados científicos e informações sistematizadas               em quantidade muito maior que nos países em <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Também é essencial               assegurar que os alimentos produzidos sejam nutritivos. A               <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> é engana<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a. Ainda que as pessoas obesas pareçam bem               alimentadas, muitas vezes carecem de elementos nutritivos               essenciais, causa da falta de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> e de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. A FAO quer               propiciar uma melhor comunicação entre dois tipos de               especialistas que normalmente não trabalham juntos: os               especialistas na produção dos alimentos (agrônomos quase               sempre) que decidem como produzir mais e os especialistas em               nutrição (nutricionistas), que sabem o que não pode faltar a um               organismo para que esse tenha uma boa <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">&#8220;Há               que se superar as monoculturas que apenas têm uma grande               produtividade ou melhor resistência a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s para se começar a               eleger cultivares que primem por um melhor balanço de               nutrientes&#8221;, afirma Bárbara Burlingame, Funcionária               Superior do Grupo de Estimativa e Avaliação das Repercussões da               Nutrição, da FAO. Isto requer mudar a mentalidade: &#8220;Em vez               de pensar apenas na quantidade de matéria seca que se produz por               hectare, queremos ver os cálculos da quantidade de proteína ou               beta-caroteno que um cultivar produz&#8221;, explica. Isto               significa convencer a todos, desde os encarregados de elaborar as               políticas até os agrônomos e outros técnicos que trabalham com               a extensão rural, sobre a importância de considerar a nutrição               como p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> fundamental do planejamento agropecuário.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">Outra               iniciativa pertinente na luta contra a falta de micronutrientes é               busca a produção de alimentos mais nutritivos. Os cientistas               podem utilizar desde a genética clássica, selecionando               variedades que naturalmente são mais ricas em micronutrientes               como o ferro, ou a vitamina A para introduzir essas               características em variedades ou híbridos que serão mais               nutritivos. &#8220;As pessoas discutem os problemas ou benefícios               do arroz geneticamente modificado (transgênico) que conteria               maiores quantidades de beta-caroteno (pre<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>r da síntese da               vitamina A no organismo), contudo seria melhor aproveitar os               cultivares naturalmente ricos de certas <a href="/category/vitaminas/" title="View all posts filed under vitaminas">vitaminas</a>, aproveitando-os               para enriquecer outros cultivares, sem os riscos ambientais dos               <a href="/category/transgenicos/" title="View all posts filed under transgênicos">transgênicos</a>, afirma Burlingame. Preocupada em debater essa               questão, a FAO está organizando um seminário para promover um               maior interesse neste processo, conhecido como &#8220;bioenriquecimento&#8221;.</font></p>
<p style="margin-left:2px;margin-right:2px;" align="justify"><font face="arial,helvetica,verdana" size="2">O               primeiro passo para resolver o problema cada vez maior da               <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> consiste em reconhecer sua existência. &#8220;Tive uma               tendência geral de pensar que com o <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> das               economias, os problemas de nutrição seriam eliminados               naturalmente&#8221;, explica Dr. Shetty. &#8220;Contudo, os países               que estão alcançando o <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> são aqueles que               apresenta os maiores riscos. Estes países estão obtendo um               consumo adequado de alimentos, mas temos que assegurar que não               atinjam um outro extremo&#8221;, afirma Dr. Shetty. A educação               pública deve promover ativamente a boa nutrição e a atividade               física e a política agrícola deveria privilegiar o consumo de               alimentos nutritivos.À medida em que os países trabalham para               alimentar toda a sua população, a mensagem que deve ficar para               todos é: &#8220;<strong>Consumir alimentos sadios e não apenas mais               alimentos&#8221;.</strong></font></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2"> </font></p>
<p align="justify"><font face="Arial" size="2">Fonte: <a href="http://www.planetaorganico.com.br/obesid1.htm">Planeta Orgânico </a></font></p>
</td>
</tr>
</table>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/06/25/a-obesidade-nos-paises-em-desenvolvimento/">A Obesidade nos Países em Desenvolvimento</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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