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	<title>Saúde Alternativa &#187; idosos</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Sexo entre os mais velhos</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 17:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/12/20/sexo-entre-os-mais-velhos/"></g:plusone></div>
“Para mim o sexo diminuiu, mas não morreu” – ouvi de um senhor de 85 anos. Na época, recém-formado, fiquei surpreso com a afirmação. Sexo na velhice era assunto proibido. Ainda hoje, pela falta de inquéritos epidemiológicos, são precários os &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/12/20/sexo-entre-os-mais-velhos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/12/20/sexo-entre-os-mais-velhos/">Sexo entre os mais velhos</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/12/20/sexo-entre-os-mais-velhos/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/12/evolucaoesaude471.jpg" title="evolucaoesaude471.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/12/evolucaoesaude471.jpg" alt="evolucaoesaude471.jpg" /></a></p>
<p>“Para mim o <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> diminuiu, mas não morreu” – ouvi de um senhor de 85 anos. Na época, recém-formado, fiquei surpreso com a afirmação. Sexo na velhice era assunto proibido.</p>
<p>Ainda hoje, pela falta de inquéritos epidemiológicos, são precários os conhecimentos médicos a respeito da sexualidade depois dos 60 anos.</p>
<p>Daí a importância do estudo conduzido por pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da Universidade de Chicago, publicado no The New England Journal of Medicine, a revista médica de maior circulação.</p>
<p>No período de julho de 2005 a março de 2006, foram entrevistadas 3.005 pessoas de 57  a 85 anos, representativas de diferentes grupos étnicos e classes sociais, distribuídas por todo o território dos Estados Unidos.</p>
<p>Foram colhidos dados sobre condições de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, estado civil, as três parcerias sexuais mais recentes dos últimos cinco anos, práticas sexuais e sobre as dificuldades que prejudicam a atividade sexual. Considerou-se sexualmente ativo quem teve <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> com pelo menos uma pessoa, nos últimos 12 meses.</p>
<p>Atividade sexual foi definida como “qualquer atividade mutuamente voluntária que envolva contato sexual, com ou sem inter<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a> ou orgasmo”.</p>
<p>Os que viviam com alguém ou que se referiam a uma parceria “romântica, íntima ou sexual” foram classificados na categoria “casados ou outros <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>s íntimos”.</p>
<p>Os que negaram atividade sexual nos últimos três meses responderam um questionário em separado a respeito das possíveis explicações para o fato.</p>
<p>Como esperado, a probabilidade de preservar a atividade sexual diminuiu gradativamente com a idade. Nas mulheres a queda foi mais acentuada.</p>
<p>Homens que caracterizaram sua condição de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> como excelente ou boa apresentaram probabilidade cinco vezes maior de preservar a vida sexual do que aqueles com <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> razoável ou pobre. Entre as mulheres essa probabilidade caiu para três vezes.</p>
<p>Em qualquer faixa etária as mulheres têm menos chance de estar casadas ou de ter “outras relações íntimas”. A diferença aumenta dramaticamente com a idade. Dos homens solitários, 22% estiveram sexualmente ativos no ano anterior; das mulheres solitárias, 4%</p>
<p>Entre mulheres e homens da mesma idade casados ou vivendo <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>s íntimos, o número de homens ativos foi maior. É possível que a explicação esteja na preferência masculina por parceiras mais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>.</p>
<p>Dos que ainda mantinham atividade sexual na faixa de 75 a 85 anos, 54% relataram relações sexuais duas ou três vezes por mês, e 23% uma ou mais vezes por semana. Nesse grupo, 78% dos homens e 40% das mulheres viviam uma relação marital ou íntima.</p>
<p>No grupo de 57  a 64 anos, 62% dos homens e 52% das mulheres confessaram masturbar-se. Esses números caíram respectivamente para 28% e 16% nas pessoas de 75 a 85 anos.</p>
<p>Dos que ainda mantinham <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a>s sexuais, 58% dos mais novos e 31% dos mais velhos haviam praticado <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> oral, no último ano.</p>
<p>Nos homens, as principais queixas de “problemas sexuais” foram: dificuldade de obter ereção (37%) e de mantê-la (90%), falta de interesse (28%); ejaculação precoce (28%), impossibilidade de atingir o orgasmo (20%). As dificuldades femininas foram: falta de interesse em <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> (43%), dificuldade de lubrificação (39%), impossibilidade de atingir o orgasmo (34%), ausência de prazer (23%) e <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> à penetração (17%).</p>
<p>Tomaram medicações ou suplementos que prometem melhorar a performance 14% dos homens e 1% das mulheres.</p>
<p>Dos 1.198 homens e das 815 mulheres envolvidos em um <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>oso, apenas 3 homens e 5 mulheres se relacionavam com pessoas do mesmo <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>.</p>
<p>Curiosamente, a freqüência de relações sexuais dos participantes considerados ativos foi similar à dos adultos de 18 a 59 anos, encontrada no National Health and Social Life Survey, publicado em 1992, o único estudo sobre a sexualidade americana tão abrangente quanto o que acabamos de descrever.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/12/20/sexo-entre-os-mais-velhos/">Sexo entre os mais velhos</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		<title>Médicos alertam que sinais de Mal de Alzheimer e de depressão senil podem ser confundidos</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 21:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/"></g:plusone></div>
Por isso é importante a avaliação médica!!!! Publicada em 07/11/2006 às 12h15m Luciana Ackermann &#8211; O Globo Online RIO &#8211; A depressão senil e a doença de Alzheimer estão entre os principais problemas de saúde que afetam os idosos. Embora &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/">Médicos alertam que sinais de Mal de Alzheimer e de depressão senil podem ser confundidos</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/"></g:plusone></div>
<p>Por isso é importante a avaliação médica!!!!</p>
<p>Publicada em 07/11/2006 às 12h15m<br />
Luciana Ackermann &#8211; O Globo Online<br />
RIO &#8211; A <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> senil e a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> de Alzheimer estão entre os principais problemas de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> que afetam os <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a>. Embora sejam comuns, são <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s facilmente<br />
confundidas e difíceis de ser corretamente diagnosticadas. Os sintomas da <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> como o desinteresse, a tristeza, a apatia, a perda do apetite, a perda de peso e a <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a> também podem fazer p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do quadro das vítimas do Alzheimer. Já os sintomas do Alzheimer diferem do quadro da <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. Nele, ocorrem esquecimentos de fatos da vida diária,<br />
desorientação no espaço e no tempo, problemas de atenção e de aprendizado. As diferenças sutis entre as duas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s serão debatida durante a II Jornada de Excelência<br />
Médica, que acontece no dia 29 de novembro, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.<br />
O psiquiatra Jerson Jlaks, professor adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Coordena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> do Centro para<br />
Alzheimer do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ressalta que, diante de qualquer indício de uma das duas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s, é importante que<br />
seja feito um diagnóstico, o mais rápido possível, para que o tratamento adequado seja aplicado. São realizados exames laboratoriais, como tomografia computa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>izada, e<br />
uma série de testes, que seguem critérios e escalas internacionais.<br />
As primeiras manifestações da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> de Alzheimer são caracterizadas por pequenos lapsos de <a href="/category/memoria/" title="View all posts filed under memória">memória</a> que podem passar despercebidos durante anos, até a pessoa esquecer<br />
o endereço de casa ou estranhar a fisionomia de um filho. Pouco a pouco o doente desliga-se totalmente de sua realidade, podendo intercalar situações em que está aparente<br />
normal, com outras em que deixa de conhecer mesmo os familiares mais íntimos.<br />
O diagnóstico preciso é fundamental para o tratamento. Um idoso com <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> pode ser curado a partir do uso de medicamentos, em geral, antidepressivos. Já no<br />
Alzheimer, os medicamentos são capazes de reduzirem a velocidade da evolução da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>.<br />
- O fato de a pessoa entrar na terceira idade não é motivo para ter <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. Isso não é natural. Assim como os esquecimentos de fatos diários, como perguntar se o almoço<br />
será servido, sendo que ele já almoçou, que podem indicar o início do Alzheimer, também não podem ser vistos como normais &#8211; afirma Jlaks.<br />
Ele alerta que cerca de 10% dos <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a> têm <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. Em geral, a <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> é provocada pelo desequilíbrio dos sistemas de neurotransmissão, especialmente na liberação<br />
serotonina, noradrenalina e dopamina. Qualquer pessoa pode ser vítima dessa <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, mas é importante procurar ajuda logo que os primeiros sinais se manifestem. Assim, a<br />
possibilidade de levar uma vida normal certamente será maior.<br />
É o caso de Vitório, de 83 anos. Sua filha Elizete Saporito Lopes, de 61 anos, conta que após se<br />
aposentar, Vitório passou a ter crises de soluços, forte apatia e lapsos de <a href="/category/memoria/" title="View all posts filed under memória">memória</a>. A família chegou a pensar que seria Alzheimer. Mas a partir da avaliação médica, a<br />
conclusão foi a de que ele estava depressivo.<br />
Depois de tomar a medicação prescrita pelo médico, Vitório teve uma melhorar significativa, segundo a filha. O neurologista Oscar Bacelar, PhD pela Universidade de Basel,<br />
na Suíça, em <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s neurodegenarativas, faz coro ao alerta de Jlaks, quanto mais cedo a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> for diagnosticada mais ajuda terão os médicos para retardar a evolução do<br />
mal e combatê-lo com medicamentos específicos. Ele aponta que no Brasil 1,2 milhão de <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a> tem Alzheimer. Dessa população, 20% ultrapassaram os 85 anos.<br />
Ele ressalta que é o idoso mantenha seu contato social através de atividades interativas como bailes, <a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s de <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>sanato, contato com outras pessoas tanto da mesma idade<br />
quanto de faixa etária diferentes. A proporção de pessoas com a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> dobra a cada cinco anos a partir dos 65 anos de idade.<br />
Normalmente o diagnóstico é feito pelo menos um ano depois dos primeiros sintomas que costumam ser leves e confundidos como normais no envelhecimento.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/03/19/medicos-alertam-que-sinais-de-mal-de-alzheimer-e-de-depressao-senil-podem-ser-confundidos/">Médicos alertam que sinais de Mal de Alzheimer e de depressão senil podem ser confundidos</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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		</item>
		<item>
		<title>Idosos adeptos de tratamentos alternativos</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2007 13:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[medicina alternativa]]></category>

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		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/"></g:plusone></div>
Luciana Ackermann - O Globo Online Engana-se quem pensa que as pessoas com idade avançada são resistentes aos tratamentos alternativos. Muitas vezes os idosos são os primeiros a testar as novas técnicas. A aposentada Maria de Lourdes Spinola Bento de &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/">Idosos adeptos de tratamentos alternativos</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/"></g:plusone></div>
<pre><a href="http://oglobo.globo.com/saude/terceiraidade/mat/2007/01/26/287569446.asp">Luciana Ackermann - O Globo Online</a></pre>
<pre>Engana-se quem pensa que as pessoas com idade avançada</pre>
<pre>são resistentes aos tratamentos alternativos. Muitas</pre>
<pre>vezes os <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a> são os primeiros a testar as novas técnicas.</pre>
<pre>A aposentada Maria de Lourdes Spinola Bento de Faria,</pre>
<pre>de 83 anos, é uma delas. Desde 1992, ela passa,</pre>
<pre>religiosamente, por sessões de <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>.</pre>
<pre>O reconhecimento do uso das agulhas como</pre>
<pre>especialidade médica pelo Conselho Federal de</pre>
<pre>Medicina aconteceu só depois de três anos. Até hoje,</pre>
<pre>a <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> ainda não é ensinada na maioria das</pre>
<pre>escolas médicas do País. Já a <a href="/category/homeopatia/" title="View all posts filed under homeopatia">homeopatia</a>,</pre>
<pre>certificada em 92, e também não consta em boa</pre>
<pre>p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das universidades.

Foi com diagnóstico indicando a necessidade de operação de</pre>
<pre>hérnia de disco, que Maria de Lourdes decidiu arriscar e</pre>
<pre>aceitou a sugestão de uma de suas filhas para tentar a</pre>
<pre><a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>. Ela relembra que as <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es eram muito intensas</pre>
<pre>e não passavam mesmo com o uso de analgésicos e</pre>
<pre>antiinflamatórios convencionais. "A <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> era tanta</pre>
<pre>que eu não conseguia andar. Cheguei à clínica de <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a></pre>
<pre>carregada no colo. Incrível, mas depois da sessão saí</pre>
<pre>andando. Não com passos muito firmes, mas já com as</pre>
<pre>minhas pernas" - afirma Maria. Naquele período, as</pre>
<pre>aplicações eram diárias, com o tempo  tornaram-se</pre>
<pre>mais espaçadas. A cirurgia acabou sendo adiada por</pre>
<pre>seis anos, porém foi inevitável. Mesmo tendo de</pre>
<pre>ser operada. “Não tenho dúvidas de que a <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> me</pre>
<pre>ajudou muito. Eu nunca mais tomei analgésicos e</pre>
<pre>antiinflamatórios. Não tenho dúvidas de que para mim a</pre>
<pre><a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> ajuda muito. Como sou muito ansiosa, sinto</pre>
<pre>que fico mais centrada e calma” - diz ela, que todas</pre>
<pre>as quintas-feiras recebe as agulhadas. Ela ainda</pre>
<pre>garante que mal sente as picadinhas. Depois de 14</pre>
<pre>anos sendo atendida pelo fisioterapeuta e</pre>
<pre>especialista em <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>, Fernando Fernandes,</pre>
<pre>da Daya Terapias Integradas, ela diz que já o</pre>
<pre>considera da família e costuma dizer que é</pre>
<pre>seu neto mais velho.</pre>
<pre>Fernandes destaca que os <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a> foram os primeiros a</pre>
<pre>procurar a <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> porque ela é muito eficiente</pre>
<pre>no caso das <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es crônicas, que são comuns à terceira</pre>
<pre>idade. Ao aplicar as agulhas, são liberadas</pre>
<pre>substâncias como a serotonina e a en<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>fina capazes</pre>
<pre>de aliviar a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> e gerar a sensação de prazer e bem-estar.</pre>
<pre>Segundo Fernandes, muitos <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a> procuram-no</pre>
<pre>porque estão insatisfeitos com os resultados</pre>
<pre>de tratamentos alopáticos. Em geral, a <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> é vista</pre>
<pre>como o último re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>. Ele também informa que nos <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a></pre>
<pre>o efeito da aplicação das agulhas tende a demorar</pre>
<pre>mais que nos <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>. Mesmo assim, a partir do</pre>
<pre>tratamento, é comum ocorrer a redução no número de</pre>
<pre>medicamentos ingeridos pelos <a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a>.</pre>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/01/27/idosos-adeptos-de-tratamentos-alternativos/">Idosos adeptos de tratamentos alternativos</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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