<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saúde Alternativa &#187; dependência</title>
	<atom:link href="http://saudealternativa.org/category/dependencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://saudealternativa.org</link>
	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 31 Jan 2012 13:57:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 16:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=878</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/"></g:plusone></div>
&#62;&#62;Quando os clínicos, cardiologistas, ginecologistas começaram a prescrever Rivotril indiscriminadamente, sob a alegação de que é fraquinho e não faz mal, simplesmente virou rotina tomá-lo sempre que alguém se sente mais ansioso ou passa por qualquer preocupação. Sempre que enfrenta &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/">Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/"></g:plusone></div>
<p>&gt;&gt;Quando os clínicos, cardiologistas, ginecologistas começaram a prescrever Rivotril indiscriminadamente, sob a alegação de que é fraquinho e não faz mal, simplesmente virou rotina tomá-lo sempre que alguém se sente mais ansioso ou passa por qualquer preocupação.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2011/02/rivotril.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-879" title="rivotril" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2011/02/rivotril-300x191.jpg" alt="" width="300" height="191" /></a></p>
<p>Sempre que enfrenta uma situação de grande e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e, ou quando a sua tensão pré-menstrual está a ponto de levá-la à loucura, a advogada Cláudia Rodrigues, de 32 anos, recorre aos comprimidos ou a gotinhas do calmante tarja preta Rivotril (o clonazepam), o mais famoso e líder da família dos benzodiazepínicos. Para Cláudia, ele é um santo remédio porque &#8220;acalma sem derrubar&#8221;. Ela não é a única. O mercado de clonazepam cresceu, de 2006 a 2010, 41,9% no Brasil, sendo que, para o Rivotril, este índice foi de 8,8%, segundo dados da consultoria IMS Health e do próprio fabricante do fármaco.</p>
<p>O consumo hoje está tão banalizado que se tornou quase um modismo. Três gotinhas e dá para encarar o chefe sem e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e. Uma lasquinha de comprimido e aquela reunião tensa de trabalho flui que é uma beleza. Uma dose um pouco maior e o <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> vem fácil.</p>
<p>Difícil é saber se as pessoas estão realmente precisando mais desses tranquilizantes ou se os médicos receitam sem muito critério. A rigor, o clonazepam é indicado para casos mais graves de ansiedade, e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e pós-traumático e síndrome do pânico. Inicialmente, chegou a ser usado como antiepiléptico. Hoje, seu uso se assemelha mais ao de uma poção mágica, capaz de produzir alívio imediato da ansiedade. Qualquer ansiedade. Mas isso é necessariamente condenável ou prejudicial?</p>
<p>Especialistas alertam que, em muitos casos, a sensação de bem-estar com a droga é engana<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a, porque os problemas internos continuam sem uma solução.</p>
<p>Cláudia diz que recorre ao remédio eventualmente, mas admite que a sua gaveta tem um lugar especial para ele. No período que ficou sem trabalhar, tinha dias que ela entrava numa &#8220;neura total&#8221; e chorava ininterruptamente por dias.</p>
<p>- Nessas horas, eu tomava o remédio e funcionava que era uma beleza. O meu marido até conseguia se aproximar de mim sem levar mordidas. Para a TPM foi recomendação da ginecologista, que receitou como tratamento para aliviar a tensão que precede a menstruação. Só que não me agradou ter que usar o remédio todo mês e decidi abrir a gaveta dele apenas quando sinto que corro o risco de parar numa cela ao lado de Fernandinho Beira-Mar &#8211; comenta a advogada.</p>
<p>Aliás, o traficante, preso num centro de segurança máxima, também é usuário do calmante porque sofre de <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a>. O mesmo motivo que levou Silvia Siqueira, arquiteta, de 35 anos, a tomar:</p>
<p>- Achei péssimo. Tomei e demorou muito tempo para fazer efeito e depois apaguei. Não tive a sensação de ter <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mido bem. Você apaga e não acorda bem disposta. E olha que só usei meio comprimido.</p>
<p>Álcool aumenta efeito sedativo</p>
<p>Isso não é raro porque o fármaco pode provocar mais sedação do que redução da ansiedade, diz o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, professor de psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo. Ele lembra que o clonazepam pode causar <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> quando usado por mais de seis semanas. É por isso que em países como os EUA há limite nas prescrições.</p>
<p>- O clonazepam é a principal causa de quedas na população acima de 50 anos. Essas pessoas tomam o medicamento no meio da noite, se levantam e acabam caindo. A longo prazo, o fármaco prejudica a <a href="/category/memoria/" title="View all posts filed under memória">memória</a>. Quando associado ao álcool, sua ação é potencializada &#8211; alerta Laranjeira.</p>
<p>A gerente Verônica Lima, de 31 anos, só começou a tomar clonazepam por indicação de seu médico, numa fase em que estava muito ansiosa. Ela não conseguia <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir bem e se sentia cansada ao longo do dia.</p>
<p>- Eu tomo em gotas porque acredito que é um pouco mais light e fica mais fácil controlar a dosagem. Agora só faço isso quando realmente estou super ansiosa ou preocupada, e sei que vou acabar não <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mindo bem. Ou quando faço alguma viagem longa de avião, porque tenho medo &#8211; conta.</p>
<p>Para Laranjeira, esse tipo de <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> contribui para o aumento de vendas e o abuso no consumo da droga, pois as indicações médicas para receitá-la são poucas.</p>
<p>- O abuso pode estar ocorrendo devido ao descuido dos médicos nas prescrições, ao baixo preço do medicamento (o frasco custa cerca de R$ 10) e, eventualmente, à promoção não ética de farmácias e da indústria farmacêutica &#8211; diz.</p>
<p>A falta de cuidado e/ou critério por p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de médicos é um dado real. Luiza Nunes, de 33 anos, usa clonazepam há três anos &#8211; quando o início de seu doutorado, o dia-a-dia com a rotina de casa e o trabalho estavam pesados. Ela ficava tão e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ada que não conseguia pegar no <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>. Então um amigo neurologista receitou a droga.</p>
<p>- Ele disse que o remédio ajudaria a induzir o <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a> e que era um dos poucos que não causaria <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>. Claro, se eu não fizesse uso em excesso. Hoje só tomo quando estou muito e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ada. Sei que não é a medida mais saudável, porém é o que traz resultado rapidamente. E nessa vida de corre-corre ele se torna uma droga licita de extrema necessidade &#8211; opina.</p>
<p>Só que o clonazepam é apenas para casos graves, reforça a psiquiatra Ana Cecília Petta Roselli Marques, pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a do Instituto Nacional de Tecnologia e Ciência para Políticas sobre Álcool e Drogas.</p>
<p>- O consumo a médio prazo, de três a seis meses, causa tolerância e o usuário passa a necessitar de dose maior para atingir o efeito inicial, diminuindo a sua capacidade de resolver problemas &#8211; alerta.</p>
<p>Droga não traz sensação de paz</p>
<p>Para o psiquiatra Antonio Egidio Nardi, da UFRJ, os calmantes relaxam, mas não trazem sensação de paz. Ele lembra que <a href="/category/psicoterapia/" title="View all posts filed under psicoterapia">psicoterapia</a>, ioga, <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> e prática de exercícios também relaxam e reduzem a ansiedade.</p>
<p>- Quando muito, o calmante é um arremedo de conforto &#8211; afirma Laranjeira. &#8211; Acredito no repertório não farmacológico que inclui ouvir música, fazer exercícios, cultivar as relações <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osas, familiares, trabalho criativo. A busca do paraíso é eterna, mas duvido que o nirvana seja encontrado nas medicações e nas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>.</p>
<p>O efeito dos benzodiazepínico é semelhante ao do álcool, já que o mecanismo de ação desses fármacos nos neurônios é quimicamente similar ao do etanol. Aliás, a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> em alcoólatras é alta, comenta a psiquiatra Vera Lemgruber, chefe do Setor de Psiquiatria do Serviço da Santa Casa de Misericórdia no Rio. Ela acredita que o Rivotril em particular faz sucesso porque tem poucos efeitos colaterais, além de <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>lência e relaxamento muscular. Além disso, a droga não tem o estigma de antidepressivo. E ainda é barata, em relação a outras da sua classe.</p>
<p>- Clínicos acham mais fácil receitar esse tipo de medicamento do que os antidepressivos, que provocam efeitos colaterais desagradáveis e precisam ser controlados com maior atenção. Hoje a bola da vez entre os benzodiazepínicos é o Rivotril, mas em outras décadas já foram Valium, Lorax, Olcadil, Lexotam e Frontal.</p>
<p>Nem mesmo se livrar do Rivotril por conta própria e de uma hora para outra é fácil.</p>
<p>- A retirada precisa ser feita de forma gradual para evitar crises de abstinência e <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a>, sintomas que podem reforçar a impressão de que não se deve deixar de tomar a medicação &#8211; diz Vera.</p>
<p>Essa dificuldade para abandonar o fármaco não está apenas associada à sua química, acrescenta a psicanalista Alice Bittencourt, da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio.</p>
<p>- Livrar-se do Rivotril ou qualquer outro é difícil porque é preciso enfrentar todos os fantasmas que a pessoa não queria encarar quando começou a tomar o medicamento. Afinal o remédio só esconde os problemas, que continuarão lá, esperando para serem solucionados &#8211; afirma. &#8211; As pessoas não se dão conta que não existem pílulas milagrosas, e que uma hora terão que trabalhar as suas dificuldades internas com especialistas.</p>
<p>Na opinião de Alice, essa busca da sensação de paz faz as pessoas esquecerem da tarja preta e do risco de <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> química e psicológica:</p>
<p>- Conheço gente que não sai de casa sem uma caixinha do remédio. Usam como se fosse uma porção mágica antes de provas, reuniões ou qualquer situação de crise.</p>
<p>A Roche, fabricante do Rivotril ressalta que não faz mais a promoção comercial do fármaco no Brasil e que ele só pode ser comprado com receita retida e controlada pela Anvisa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/02/13/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre-2006-2010-923791406.asp">O Globo</a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/">Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre  - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/" rel="bookmark">Consumo de calmantes cresce 40% no Brasil entre</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 14 February, 2011.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2011/02/14/consumo-de-calmantes-cresce-40-no-brasil-entre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=558</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"></g:plusone></div>
As mesmas substâncias presentes no cérebro dos adolescentes que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a drogas como a cocaína e o álcool. Novas pesquisas realizadas por grupos da &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"></g:plusone></div>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-563" title="alcool_ab70620_tso001" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2009/05/alcool_ab70620_tso001.jpg" alt="alcool_ab70620_tso001" width="200" height="273" /></p>
<p style="text-align: justify;">As mesmas substâncias presentes no cérebro dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> como a cocaína e o álcool. Novas pesquisas realizadas por grupos da USP revelam os mecanismos que fazem com que a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> seja mais grave em <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> do que em adultos.<br />
Trabalho desenvolvido no Laboratório de Farmacologia Comportamental e Neuroquímica da USP, pelo grupo da pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a Rosana Camarini, mostra que camundongos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s submetidos a cocaína ou álcool apresentam respostas comportamentais e neuroquímicas diferentes daquelas de animais adultos. Os resultados sugerem que o mesmo aconteceria em seres humanos.<br />
- Nosso objetivo é estudar as diferenças entre <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s e adultos nas respostas a algumas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> de abuso &#8211; explicou Rosana, que apresentará o estudo hoje na XXII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental, em São Paulo. &#8211; Começamos a estudar isso porque existem diferenças de <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>. Algumas estruturas do cérebro ainda não estão totalmente desenvolvidas nos mais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>, como o córtex pré-frontal, responsável, entre outras coisas, pela tomada de decisões e a agressividade.<br />
Além disso, existe uma diferença neuroquímica importante entre o cérebro do <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a> e o do adulto, relacionada à concentração de dopamina, um neurotransmissor relacionado à motivação e à impulsividade. A presença da substância é reduzida à medida que a pessoa envelhece.<br />
- A maior concentração da dopamina e o córtex pré-frontal ainda não totalmente desenvolvido são, em p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, responsáveis pelo <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> mais impulsivo dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s.<br />
Ocorre que, embora por mecanismos diferentes, tanto o álcool quanto a cocaína induzem um aumento da concentração de dopamina no cérebro. A pesquisa mostrou que os animais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> tratados com cocaína apresentam maior excitabilidade locomotora do que os adultos. Eles também liberam mais dopamina (neurotransmissor estimulante) na p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do cérebro que controla as sensações de <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>, recompensa, prazer e motivação &#8211; o que sugere uma expectativa maior pela droga.<br />
- Observamos que quanto mais cedo o jovem entra em contato com a droga, maior a possibilidade de se tornar dependente &#8211; disse a pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a. &#8211; E uma das hipóteses para que isso ocorra é o fato de já ter naturalmente uma maior concentração de dopamina.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Globo 23/08/2007</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/" rel="bookmark">Dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 15 May, 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2009/05/15/dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Açúcar causa dependência química</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 14:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=391</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/"></g:plusone></div>
Pesquisadores da Universidade de Priceton, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que o açúcar pode viciar. Um estudo com ratos mostrou que a substância é capaz de despertar pelo menos dois dos três elementos que caracterizam a dependência química: &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/">Açúcar causa dependência química</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/"></g:plusone></div>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/acucar.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-392" title="açúcar" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/acucar.jpg" alt="" /></a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/acucar1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-394" title="açúcar" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/acucar1-300x271.jpg" alt="" width="300" height="271" /></a></p>
<p>Pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da Universidade de Priceton, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que o açúcar pode viciar. Um estudo com ratos mostrou que a substância é capaz de despertar pelo menos dois dos três elementos que caracterizam a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> química: aumento da quantidade ingerida e sintomas de abstinência. O estudo foi apresentado nesta quarta-feira no encontro do Colégio Americano de Neuropsicofarmacologia em Scottsdale, no Arizona.</p>
<p>Segundo o professor Bart Hoebel, houve profundas mudanças comportamentais nos animais, que receberam doses elevadas de açúcar. Além de demandarem cada vez mais doce, após um corte na oferta da substância, os ratos passaram a ingerir álcool e anfetaminas, oferecidos inicialmente em doses mínimas. Os ratos demonstraram aumento da sensibilidade aos psicoestimulantes, um dos efeitos no cérebro dos dependentes químicos.</p>
<p>Hoebel, que há anos pesquisa hábitos alimentares como forma de recompensa, constatou que os ratos comem mais açúcar quando estão com fome, um fenômeno semelhante ao que ocorre com dependentes de <a href="/category/nicotina/" title="View all posts filed under nicotina">nicotina</a>, cocaína e morfina. A pesquisa também aponta um aumento do neurotransmissor dopamina depois que os animais famintos ingeriam uma solução de açúcar. Este sinal químico aciona mecanismos de motivação e, repetidamente, levam à <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>. Após um mês, o cérebro dos animais se acostumava com os níveis elevados de dopamina e os receptores para o neurotransmissor diminuíam, enquanto os receptores para opióides aumentavam. Esses sistemas opióides e dopaminérgicos estão relacionados às estruturas de motivação e recompensa do cérebro. Mudanças semelhantes ocorrem com ratos que recebem doses de heroína e cocaína.</p>
<p>Quando o açúcar foi retirado, os animais demonstraram sinais de abstinência, como ansiedade, manifestada por ranger de dentes e <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> fora do padrão. Segundo os médicos, o estudo oferece pistas para transtornos alimentares, como a <a href="/category/compulsao/" title="View all posts filed under compulsão">compulsão</a>.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/">Açúcar causa dependência química</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Açúcar causa dependência química - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/" rel="bookmark">Açúcar causa dependência química</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 11 December, 2008.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2008/12/11/acucar-causa-dependencia-quimica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Triste notícia sobre dependência de drogas</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=293</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/"></g:plusone></div>
Christiane F. voltou às drogas, dizem jornais alemães A alemã Christiane Felscherinow -protagonista do best-seller da década de 80, &#8220;Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída&#8221;- voltou a ganhar destaque na imprensa alemã por, supostamente, ter voltado ao vício, aos &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/">Triste notícia sobre dependência de drogas</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/"></g:plusone></div>
<h1>Christiane F. voltou às <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>, dizem jornais alemães</h1>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/08/christianef-300-rep.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-294" title="christianef-300-rep" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/08/christianef-300-rep-203x300.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p>A alemã Christiane Felscherinow -protagonista do best-seller da década de 80, &#8220;Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída&#8221;- voltou a ganhar destaque na imprensa alemã por, supostamente, ter voltado ao <a href="/category/vicio/" title="View all posts filed under vício">vício</a>, aos 46 anos de idade.</p>
<p>Uma reportagem do tablóide berlinense B.Z. diz que a recaída foi um dos motivos que levou as autoridades do país a assumir a guarda do filho de Christiane, de 11 anos.</p>
<p>De acordo com o jornal, o menino está morando em um abrigo para <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s nas redondezas de Berlim, e os avós do garoto deverão ajudar a decidir onde será sua futura moradia.</p>
<p>Christiane F. tomou a primeira dose de heroína aos 13 anos e aos 14 começou a se prostituir para <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>tentar o <a href="/category/vicio/" title="View all posts filed under vício">vício</a>.</p>
<p><strong>Fuga </strong><br />
O novo drama de Christiane teria começado no início deste ano, quando ela e o n<a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>ado decidiram emigrar para Holanda, levando o menino.</p>
<p>Ao ter conhecimento do plano, o juizado de menores tomou a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> da mãe, com ajuda de policiais. Pouco tempo depois, ela seqüestrou o próprio filho e fugiu para Amsterdã. Na capital holandesa, Christiane teria voltado a consumir heroína.</p>
<p>Após brigar com o n<a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>ado, a alemã voltou no fim de junho à Alemanha e, ainda no trem, entregou seu filho à Polícia Federal alemã.</p>
<p>Segundo a imprensa local, amigos e conhecidos contam que Christiane tem buscado as antigas <a href="/category/amizade/" title="View all posts filed under amizade">amizade</a>s da época das <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>, passa a noite na casa de amigos e freqüenta uma praça de Berlim famosa como ponto de venda de entorpecentes.</p>
<p>O tablóide &#8220;Bild&#8221; cita a mãe de Christiane, que teria visitado o neto duas vezes no abrigo infantil. Ela se disse &#8220;chocada&#8221; com a situação e não sabe o que fazer para ajudar a filha.</p>
<p>De acordo com o periódico, o juizado afirmou que a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> só poderá voltar ao convívio da mãe caso Christiane supere seus problemas psiquiátricos e a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>.</p>
<p><strong>Recaídas </strong><br />
Após uma trajetória de repetidas tentativas de desintoxicação, a alemã parecia ter vencido a luta contra as <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> apesar de ter admitido, durante uma entrevista à televisão alemã em maio do ano passado, que temia &#8220;recaídas&#8221;.</p>
<p>Christiane ainda disse que ingeria com freqüência a metadona, um medicamento usado na terapia para dependentes de heroína.</p>
<p>&#8220;Tomo diariamente uma dose pequena&#8221;, afirmou, contando ter medo de enfrentar novos problemas que a impedissem de criar seu filho.</p>
<p>&#8220;De outra forma, não sei o que aconteceria&#8221;, disse Christiane F. na época. &#8220;A metadona é para mim uma segurança, para que eu não caia num buraco.&#8221;</p>
<p>Desempregada, dizia ainda se sentir à margem da sociedade, tendo como sua principal fonte de renda o dinheiro que recebe mensalmente pelos direitos do romance que a tornou famosa.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/">Triste notícia sobre dependência de drogas</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Triste notícia sobre dependência de drogas - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/" rel="bookmark">Triste notícia sobre dependência de drogas</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 11 August, 2008.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2008/08/11/triste-noticia-sobre-dependencia-de-drogas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Evite o Primeiro Atrito</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>
		<category><![CDATA[al-anon]]></category>
		<category><![CDATA[alcoólicos anônimos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=186</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/"></g:plusone></div>
(Artigo escrito por Walter Medeiros, jornalista em Natal, RN, Veiculado no Natal RN Sites – www.rnsites.com.br em 20.10.2007)  A freqüência com que o assunto alcoolismo vem surgindo na imprensa, rádio e televisão faz um esboço desse problema que afeta toda &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/">Evite o Primeiro Atrito</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/logo_oficial.gif" title="logo_oficial.gif"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/logo_oficial.gif" alt="logo_oficial.gif" /></a></p>
<p align="center">(Artigo escrito por Walter Medeiros, jornalista em Natal, RN, <span style="font-size:11pt;color:black;"><font face="Arial" size="2"><font face="Arial" size="2"><font face="Times New Roman">Veiculado no Natal RN Sites – </font><a href="http://www.rnsites.com.br/" target="_blank"><font face="Times New Roman">www.rnsites.com.br</font></a><font face="Times New Roman"> em 20.10.2007</font></font></font></span>)</p>
<p> A freqüência  com que o assunto <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> vem surgindo na imprensa, rádio e televisão faz um esboço desse problema que afeta toda a sociedade, pois queiram ou não, todos os cidadãos findam fazendo p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> desse quadro, sempre como vítimas. O <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a>  foi declarado <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> pela Organização Mundial de Saúde em 1967 e afeta tanto as  pessoas que bebem como suas famílias, que adoecem junto; os emprega<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es e o  poder público, que desembolsa boa p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos seus gastos para enfrentar problemas  decorrentes do consumo de bebida. As conseqüência do <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> terminam sempre nos hospitais, delegacias de polícia, corpos de bombeiros, juizados das mais diversas causas, penitenciárias, cemitérios e uma lista imensa de outros lugares.<br />
Há 72 anos uma entidade vem cuidando de alcoólatras no mundo inteiro e  está até na Internet, onde encontramos o site <a href="http://www.alcoolicosanonimos.org.br/">Alcoólicos Anônimos</a>, que divulga inclusive um lema interessante: “Evite o primeiro gole”. Conhecida popularmente como A.A., a entidade funciona desde que dois alcoólatras descobriram que podiam manter-se sóbrios compartilhando seus problemas entre si. Mas juntamente com aquela entidade desenvolveu-se também no mundo inteiro uma organização chamada <a href="http://www.al-anon.org.br/novosite/">Al-Anon</a>, que cuida de familiares e amigos de alcoólatras, adota os mesmos princípios de Alcoólicos Anônimos (adaptados) e adaptou também esse lema, para recomendar: “Evite o primeiro atrito”.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/selo.jpg" title="selo.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/selo.thumbnail.jpg" alt="selo.jpg" /></a>É sobre esse “primeiro atrito” que desejo falar, considerando algumas informações importantes que tive a oportunidade de colher em evento promovido por aquela entidade, ao qual tive a sorte de comparecer na qualidade de profissional interessado no assunto. Ao evitar o primeiro atrito, os familiares fazem com que muitos problemas sejam evitados também, pois sempre que existe um confronto com um alcoólatra &#8211; embriagado ou não &#8211; as conseqüências podem ser drásticas.<br />
Segundo uma palestrante &#8211; que não se pode identificar para manter seu anonimato seguindo os princípios da entidade &#8211; “Al-Anon surgiu da mesma ‘necessidade’ de AA. A necessidade de ‘dialogar’, de uma pessoa entender a outra, falarem a mesma linguagem, trocarem as experiências vividas com seus entes queridos doentes, que tanto lutavam para largar a bebida e não conseguiam. Não custou muito para que as esposas dos alcoólatras descobrissem que o estado em que se encontravam era resultado do convívio sob o domínio do álcool, quando seus familiares e amigos se tornavam pessoas também doentes, de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> emocional. A troca de experiências mostrava o caminho a  seguir.” Como o  <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> é considerado uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> reflexiva &#8211; pois todos do convívio do alcoólico adoecem juntos &#8211; torna-se dificílimo compreender uma vida tão atribulada, onde o senhor de tudo é o álcool, que impera, manda e comanda a vida do alcoólico e conturba toda a família, pondo de água abaixo todos os planos feitos anteriormente. Até que o familiar tome conhecimento de que o alcoólico é porta<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, aceite,  compreenda e se trate junto, leva muito tempo e requer sacrifício de ambas as  p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s, explica a representante dos familiares.<br />
O Al-Anon no Rio Grande do Norte completou trinta anos de formação em 2007. Desde que surgiu, os seus membros procuram mostrar que quando um familiar ou amigo de alcoólatra evita o primeiro atrito, está contribuindo para a recuperação, na medida em que evita um descontrole emocional de ambos. Al-Anon mostra que qualquer assunto ou problema surgido pode e deve ser tratado somente depois que os ânimos estiverem acalmados, noutro dia, noutra hora. Falam em “recuperação” e não em “cura”, porque o <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a> não tem cura; pelo menos até agora não foi  descoberta.<br />
A importância das esposas de alcoólatras freqüentarem o Al-Anon está na recuperação delas próprias. A palestrante esclareceu que à medida que elas freqüentam, tomam conhecimento de que seus familiares são uns doentes, descobrem que adoeceram emocionalmente durante esse mesmo tempo e trazem consigo as seqüelas do sofrimento daquele convívio. Passam a trabalhar os sentimentos negativos, tão fortes, tão vivos, tão bem guardados e conservados – de raiva, ressentimento, angústia, negação, rancor, auto piedade. Isso só acontece numa sala de Al-Anon, onde o foco do tratamento é o familiar e não o alcoólico, garante ela. Uma mudança de atitude do familiar, esteja o alcoólico bebendo ou não, muda o clima e a con<a href="http://saudealternativa.org/category/vivencia/" title="View all posts filed under vivência">vivência</a> se torna mais amena, acrescenta. Por fim, ela informa o telefone  da sua entidade em Natal: (84) 32010889.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/">Evite o Primeiro Atrito</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Evite o Primeiro Atrito - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/" rel="bookmark">Evite o Primeiro Atrito</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 29 October, 2007.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2007/10/29/evite-o-primeiro-atrito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 18:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=161</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/"></g:plusone></div>
Além de diminuir o prazer sexual, o álcool faz garotos adolescentes terem menos cuidados nas relações sexuais. Essa é uma das principais conclusões do trabalho produzido pelo aluno do sexto ano de medicina da Unifesp Danilo Torcato Ivankovich, que teve &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/">Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/camisinha.jpg" title="camisinha.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/camisinha.jpg" alt="camisinha.jpg" /></a></p>
<p align="justify">Além de diminuir o prazer sexual, o álcool faz garotos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s terem menos cuidados nas relações sexuais. Essa é uma das principais conclusões do trabalho produzido pelo aluno do sexto ano de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> da Unifesp Danilo Torcato Ivankovich, que teve a orientação do professor Mauro Fisberg e da professora Élide Helena Medeiros.</p>
<p>O pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> constatou que dos 42% de <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> que mantêm relação sexual depois de beber, 13% usam com menos freqüência a camisinha. &#8220;Muitas vezes, o jovem deixa de usar o preservativo porque não dispõe no momento e não quer adiar a oportunidade&#8221;, explica Danilo. Embora esse número possa parecer pequeno, é uma parcela significativa em termos de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> publica. &#8220;São <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> sujeitos a uma <a href="/category/gravidez/" title="View all posts filed under gravidez">gravidez</a> indesejada, Aids e <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s sexualmente transmissíveis (DST)&#8221;, diz Danilo.</p>
<p>Um bom exemplo dessa realidade é a experiência do estudante A.A., de 17 anos. Segundo ele, nas vezes em que manteve relações sexuais alcoolizado nem sempre se preveniu como deveria.</p>
<p>&#8220;Na hora até passa pela cabeça usar a camisinha. Mas você acaba deixando para lá e não pensa nos perigos que está correndo&#8221;, afirma o estudante.</p>
<p>Quando os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> não estão sob o efeito do álcool, grande p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> mostra estar consciente da necessidade de usar preservativo. Entre os entrevistados sexualmente ativos, 74% dos garotos sempre fazem uso do preservativo, enquanto entre as meninas, 57% afirmam o mesmo.</p>
<p>Realizado com duas escolas sorteadas da cidade de São Paulo, uma pública e outra particular, o estudo envolveu 1.175 <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s com idade entre 14 e 19 anos, todos estudantes do ensino médio.</p>
<p>Os resultados desse trabalho foram apresentados durante o 8º Congresso de Iniciação Científica, realizado nos dias 4 e 5 de outubro, na Unifesp.</p>
<p>O trabalho, que faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das atividades desenvolvidas pela monitoria no setor de Pediatria, traça o perfil dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que fazem uso do álcool e sugere os fatores relacionados ao risco do consumo, tanto na vida social quanto sexual.</p>
<p>Entre o grupo de <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que mantêm relações sexuais após beber, apenas 38% disseram sentir alteração no prazer durante a relação. Para a maioria das meninas (68%) o prazer aumenta, enquanto com os garotos isso não acontece: 65% disseram que o prazer diminui. É o caso do auxiliar de serviços gerais Paulo Augusto Toledo dos Santos, de 19 anos. &#8220;Para mim, a bebida diminui muito o meu prazer sexual. Sinto uma grande diferença em relação a quando estou sóbrio&#8221;, relata.</p>
<p>A explicação para os diferentes resultados da sensação de prazer entre os <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>s pode estar ligada ao estado emocional que a mulher apresenta. &#8220;A mulher alcoolizada se sente mais solta e relaxada, com isso diminui a ansiedade&#8221;, avalia Ronaldo Laranjeira, chefe da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad). Da mesma opinião compartilha o chefe do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), Dartiu Xavier da Silveira. &#8220;Com a mulher, o álcool proporciona a desinibição para o <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>, enquanto para o homem isso não acontece&#8221;, diz Dartiu.</p>
<p>Os alunos entrevistados foram divididos entre aqueles que nunca consumiram bebida alcoólica (17,5%), os que bebem pelo menos uma vez por semana (29,1%) e aqueles que consomem menos de uma vez por semana (53,4%). Em 83% dos casos, os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> assumiram já ter consumido álcool ao menos uma vez.</p>
<p>De um modo geral, os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> começaram a beber aos 12 anos de idade. &#8220;Isso comprova o aumento da incidência e a precocidade do consumo&#8221;, analisa Danilo. &#8220;As campanhas promovidas pelo governo têm de lembrar que o consumo do álcool começa em uma festa, numa descontração&#8221;, conclui o aluno.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.unifesp.br/" target="_blank">Unifesp</a></p>
<p><a href="http://cache.pando.com/soapservices/Package/package.pando?id=26D7B8C02D8B134D667C45327A334635434EF6F6&amp;key=4AB877AE50058F4311263B49E66172027707704020450D87AAC0E535E37CC7C4"></a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/">Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/" rel="bookmark">Álcool diminui o prazer e o uso da camisinha entre adolescentes</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 23 August, 2007.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2007/08/23/alcool-diminui-o-prazer-e-o-uso-da-camisinha-entre-adolescentes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 17:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[vício]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://saudealternativa.org/?p=160</guid>
		<description><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"></g:plusone></div>
Publicada em 23/08/2007 às 06h42m Roberta Jansen &#8211; O Globo RIO &#8211; As mesmas substâncias presentes no cérebro dos adolescentes que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a drogas &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="display:inline;float:right;margin-left:1em"><g:plusone href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"></g:plusone></div>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/sriimg20060523_6743371_2.jpg" title="sriimg20060523_6743371_2.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/sriimg20060523_6743371_2.jpg" alt="sriimg20060523_6743371_2.jpg" /></a></p>
<p>Publicada em 23/08/2007 às 06h42m<br />
Roberta Jansen &#8211; O Globo<br />
RIO &#8211; As mesmas substâncias presentes no cérebro dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> como a cocaína e o álcool. Novas pesquisas realizadas por grupos da USP revelam os mecanismos que fazem com que a <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> seja mais grave em <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> do que em adultos.<br />
Trabalho desenvolvido no Laboratório de Farmacologia Comportamental e Neuroquímica da USP, pelo grupo da pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a Rosana Camarini, mostra que camundongos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s submetidos a cocaína ou álcool apresentam respostas comportamentais e neuroquímicas diferentes daquelas de animais adultos. Os resultados sugerem que o mesmo aconteceria em seres humanos.<br />
- Nosso objetivo é estudar as diferenças entre <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s e adultos nas respostas a algumas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> de abuso &#8211; explicou Rosana, que apresentará o estudo hoje na XXII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental, em São Paulo. &#8211; Começamos a estudar isso porque existem diferenças de <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>. Algumas estruturas do cérebro ainda não estão totalmente desenvolvidas nos mais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>, como o córtex pré-frontal, responsável, entre outras coisas, pela tomada de decisões e a agressividade.<br />
Além disso, existe uma diferença neuroquímica importante entre o cérebro do <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a> e o do adulto, relacionada à concentração de dopamina, um neurotransmissor relacionado à motivação e à impulsividade. A presença da substância é reduzida à medida que a pessoa envelhece.<br />
- A maior concentração da dopamina e o córtex pré-frontal ainda não totalmente desenvolvido são, em p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, responsáveis pelo <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> mais impulsivo dos <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s.<br />
Ocorre que, embora por mecanismos diferentes, tanto o álcool quanto a cocaína induzem um aumento da concentração de dopamina no cérebro. A pesquisa mostrou que os animais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> tratados com cocaína apresentam maior excitabilidade locomotora do que os adultos. Eles também liberam mais dopamina (neurotransmissor estimulante) na p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do cérebro que controla as sensações de <a href="/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>, recompensa, prazer e motivação &#8211; o que sugere uma expectativa maior pela droga.<br />
- Observamos que quanto mais cedo o jovem entra em contato com a droga, maior a possibilidade de se tornar dependente &#8211; disse a pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a. &#8211; E uma das hipóteses para que isso ocorra é o fato de já ter naturalmente uma maior concentração de dopamina.</p>
<p align="center"><a href="http://www.alcoolismo.com.br/Livreto_CISA.pdf" title="Clique aqui para baixar a cartilha de prevenção do consumo de drogas por jovens"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/cisa.jpg" alt="cisa.jpg" /></a></p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/">Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

	<div style="">
		<a href="http://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-count="horizontal" data-text="Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens - Saúde Alternativa" data-url="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/"  data-via="marceloguerra">Tweet</a>
	</div>
	<script type="text/javascript" src="http://platform.twitter.com/widgets.js"></script><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/" rel="bookmark">Estudos revelam como dependência de álcool e cocaína é mais grave em jovens</a> Artigo originalmente publicado em <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a> on 23 August, 2007.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://saudealternativa.org/2007/08/23/estudos-revelam-como-dependencia-de-alcool-e-cocaina-e-mais-grave-em-jovens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

