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	<title>Saúde Alternativa &#187; abelhas</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>O assassino das abelhas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 20:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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Cientistas descobriram um vírus que infecta as colméias. Mas ele sozinho não explica por que os enxames estão morrendo no mundo todo Luciana Vicária A descoberta de um vírus poderoso que infecta abelhas pode ajudar a solucionar um mistério que &#8230; <a href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><p><a href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/">O assassino das abelhas</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>
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<p class="materiaSubtitulo">Cientistas descobriram um vírus que infecta as colméias. Mas ele sozinho não explica por que os enxames estão morrendo no mundo todo</p>
<p class="materiaAutor">Luciana Vicária</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,11492482,00.jpg" height="220" width="180" /></p>
<p>A descoberta de um vírus poderoso que infecta <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> pode ajudar a solucionar um mistério que há dois anos preocupa os cientistas em várias p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s do mundo – a mortandade sem precedentes das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> nos Estados Unidos e na Europa. Nos últimos meses, os agricultores americanos perderam cerca de 80% de seus enxames. Na França, aproximadamente 30% das colméias <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>am no primeiro semestre deste ano. Também há <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peitas de perdas na Suíça, Espanha e Inglaterra. Ainda não se sabe se o Brasil foi atingido por esse vírus.</p>
<p>Agricultores gaúchos e catarinenses relataram o desaparecimento de <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> em níveis inéditos neste ano. Há estimativas de perdas em torno de 25% da produção de mel. O problema só não é maior no mundo porque os agricultores ainda conseguem comprar enxames novos para repor as perdas. Mas ninguém sabe por quanto tempo será possível encontrar colméias saudáveis para abastecer o mercado.</p>
<p>Na semana passada, um grupo de pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es americanos revelou ter identificado um vírus presente em 96% das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> mortas em todos os enxames dizimados. O artigo foi publicado na revista científica Science. Ao comparar o genoma de <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> sadias e doentes, os cientistas encontraram o vírus israelense de paralisia aguda (IAPV). A praga foi descrita pela primeira vez há dois anos em Israel. Ela teria se espalhado pela Austrália e alcançado os EUA, que importam colméias de várias p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s do mundo. Ainda não se conhece o poder destrutivo do vírus. Sabe-se apenas que ele ataca a p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> motora das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>, deixando as asas trêmulas de modo progressivo. Em alguns casos, os insetos perdem a capacidade de voar, caem no chão e morrem.</p>
<p>“O vírus é apenas a primeira peça do quebra-cabeça”, diz Diana Cox-Foster, da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos EUA, que lidera o grupo de estudos sobre o sumiço das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. O vírus não explica por que as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> morrem a quilômetros de distância da colméia. Em Israel, onde a praga atacou pela primeira vez, as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>-operárias tombavam à beira da colméia. “Quando uma colônia é afetada por um microrganismo, sempre há muitas <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> mortas ao re<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da colméia”, diz Walter Haefecker, diretor da Associação Alemã de Apicultura. Agora, as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>-operárias saem de casa aparentemente saudáveis e não voltam para alimentar as mais novas. Elas seguem sem rumo e morrem, provavelmente por inanição. Afinal, o que as está matando?</p>
<p>A única certeza dos cientistas é que as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> estão debilitadas. A análise dos insetos mortos mostrou que, além do vírus israelense, as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> estavam infectadas por bactérias, fungos e protozoários. Algumas apresentavam cinco ou seis infecções ao mesmo tempo. “Os insetos estão e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ados, e seu sistema imunológico pode ter entrado em colapso”, diz Fábia de Mello Pereira, da Embrapa. Há vários fatores que, aparentemente, estão enfraquecendo o sistema imunológico das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. Todos eles, segundo os cientistas, têm o poder de acionar um <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> atípico nas <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>.</p>
<p>O primeiro fator de e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e seriam as plantações transgênicas. Algumas plantas recebem um gene de bactéria, que produz toxinas para repelir insetos da família das mariposas e borboletas. Surgiram indícios de que o pólen dessas plantas geneticamente modificadas estaria debilitando as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. Um estudo realizado na Universidade de Jena, na Alemanha, entre 2001 e 2004, mostrou que as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> adoeceram com mais facilidade quando se nutriram de pólen transgênico. Mas pode ter sido por outras causas. “Nenhum estudo é conclusivo ainda”, diz Fábia. O <a href="/category/aquecimento-global/" title="View all posts filed under aquecimento global">aquecimento global</a> é o segundo <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peito. A alteração no regime de chuvas adia a maturação de algumas espécies de flores e pode matar colméias inteiras por desnutrição. Afinal, o pólen é a principal fonte de alimento desses insetos. Além disso, a prática de alugar colméias é mais um fator e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>ante para as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>. Elas são levadas de uma fazenda para outra de caminhão sempre que novas culturas estão em época de floração.</p>
<p>O principal <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peito é o uso de <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a>. Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es desconfiam especialmente de uma classe de pesticidas derivados do tabaco, da classe dos neonicotinóides. Ele afeta o sistema neurológico dos animais. “Isso poderia explicar o porquê de as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> saírem da colméia e não voltar mais”, diz o cientista alemão Haefecker. Elas não conseguiriam achar o caminho de volta. Outra razão para desconfiar dos pesticidas é que a colméia vazia não é atacada por preda<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es. “Pode haver algo tóxico nelas.”</p>
<p>As <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> domésticas são os insetos mais importantes na produção de alimentos. Ao levar o pólen de uma flor a outra, elas induzem a formação de sementes e frutos. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> polinizam os frutos de 73% dos alimentos que consumimos. “Nenhum inseto tem a capacidade de substituir as <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>”, diz Ian Lipkin, diretor do Centro de Infecção e Imunologia da Universidade Colúmbia. A falta das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a> seria mais catastrófica para a agricultura que o <a href="/category/aquecimento-global/" title="View all posts filed under aquecimento global">aquecimento global</a>, afirma Diana. O físico Albert Einstein, um admira<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> das <a href="/category/abelhas/" title="View all posts filed under abelhas">abelhas</a>, certa vez disse: “Se a abelha desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida”.</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/2007/09/11/o-assassino-das-abelhas/">O assassino das abelhas</a> is a post from: <a href="http://saudealternativa.org">Saúde Alternativa</a></p>

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