Monthly Archives: December 2008

Feliz 2009


Este video foi gravado em diferentes partes do mundo, com músicos de cada lugar e, através da tecnologia, criaram um conjunto bem afinado e em harmonia. Que sirva como exemplo para nossa capacidade de viver em paz e harmonia com as outras pessoas deste nosso planeta! Feliz e harmonioso 2009!

Morar perto de verde melhora a saúde

Viver ou passar um tempo entre as árvores tem impacto positivo na saúde. É o que mostram estudos feitos para investigar as respostas do corpo aos ambientes urbanos. Os trabalhos revelam que quem vive nas imediações de áreas verdes manifesta maior facilidade para se concentrar, é mais magro e apresenta menos riscos para doenças como a pressão alta.

Uma das pesquisas mais recentes, publicada na revista American Journal of Preventive Medicine, descobriu que jovens residentes em bairros onde a cobertura vegetal ocupa um belo espaço são mais ativos e têm menos peso em comparação a outros domiciliados em bairros menos verdejantes. Para chegar a essa conclusão, cientistas das universidades de Washington e Indiana-Purdue, nos EUA, observaram 3,8 mil crianças e adolescentes durante dois anos e mapearam, por satélite, os parques e praças nas imediações de onde eles moravam. Na opinião de Janice Bell, uma das autoras do estudo, a descoberta inaugura um campo de pesquisa para o bem-estar que deverá unir profissionais da saúde e arquitetos, geógrafos e planejadores urbanos. “Além de diminuir o stress, a exposição à natureza melhora o raciocínio e a capacidade de aprender”, disse.

A pedagoga Gisela Schiavo, de Cotia (SP), partilha dessas teorias. Por essa razão, ela mora com o marido, Milton, e as filhas, em uma chácara com lago, bambuzal e árvores. Lá também ergueu uma escola. “A vida ao ar livre melhora a imunidade, o aprendizado e o humor”, diz. De fato, uma outra pesquisa, publicada no Journal of Attention Disorders sugere que a natureza é poderosa o suficiente para reduzir temporariamente os sintomas de crianças com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. “Vinte minutos de caminhada em um parque melhoraram muito a concentração”, disse à ISTOÉ Andrea Taylor, uma das responsáveis pelo estudo.

Pode-se dizer que as áreas verdes têm ainda um outro efeito. Um trabalho da Universidade de Glasgow, na Escócia, veiculado na revista acadêmica The Lancet, anunciou que as diferenças nas condições de saúde de ricos e pobres caem significativamente onde existe o acesso fácil a áreas verdes. O que isso significa? Como o estudo foi realizado a partir da análise das certidões de óbito de 366.348 indivíduos, os pesquisadores constataram que as pessoas de baixa renda que freqüentaram áreas verdes padeceram menos por males circulatórios, como a pressão alta, do que outros sem essa possibilidade. Os cientistas acreditam que isso é uma conseqüência do acesso, que incentiva caminhadas e o relaxamento físico e mental.
Mônica Tarantino

Fonte: IstoÉ

Receitas médicas são controladas por laboratórios farmacêuticos

>>> e muitos médicos se vendem para esses laboratórios, e são recompensados com viagens, além de todo tipo de presentes.

Os laboratórios farmacêuticos multinacionais que operam no Brasil admitem que atualmente até 15% das 35 milhões de prescrições médicas feitas por mês no país são captadas pelo setor. Por meio de empresas que realizam pesquisas de mercado, as farmacêuticas recolhem dados das receitas no momento em que são apresentadas nas farmácias. São informações como o nome do médico, o medicamento recomendado e se a compra foi de um remédio de marca ou genérico.

No Brasil, a legislação sanitária obriga a retenção de dados das receitas apenas no caso de medicamentos de uso controlado, como psicotrópicos – isso não implica autorização, também neste caso, para o livre repasse dos dados. O que para a indústria é um movimento normal de acompanhamento das vendas e da concorrência, para entidades médicas e de farmacêuticos é a prova de um comportamento antiético, em razão da possibilidade de violação do sigilo entre médicos e pacientes e até mesmo de que dados pessoais de doentes possam ser mal utilizados.

A captação de dados das receitas por meio de grandes redes de farmácia é uma preocupação que os médicos ligados a órgãos da classe manifestam há anos, por entender que, ao saber o que prescrevem, a indústria pode direcionar ações de marketing para determinados profissionais e até pressionar por um aumento das prescrições de determinadas drogas.

O Conselho de Medicina de São Paulo já recebeu pelo menos duas reclamações de profissionais que foram procurados por representantes da indústria por terem diminuído prescrições. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que a diretoria do órgão, provocada pelo conselho de medicina, discute o assunto mas ainda não chegou a um consenso. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Celebridades não podem recomendar remédios em propagandas, diz Anvisa

>> e desde quando eles entendem alguma coisa de medicina???? Os laboratórios farmacêuticos usam práticas desonestas para convencer o público a comprar suas drogas. E os artistas e jogadores de futebol que se prestam a isso sabem que manipulam o público, demonstrando não ter qualquer consciência ética.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, na quarta-feira (17), uma nova resolução que, entre outras medidas, proíbe a exibição de imagem ou voz de celebridades recomendando medicamento isento de prescrição ou sugerindo seu uso em propagandas. Segundo nota da agência, os artistas famosos poderão aparecer nas peças publicitárias, mas sem fazer esse tipo de orientação.
A recomendação de remédios de forma não declaradamente publicitária em filmes, espetáculos teatrais e novelas estão proibidos. Não será possível usar expressões como “tome”, “use”, ou “experimente”.
A resolução também determina mudanças em propaganda de medicamentos sob prescrição e na distribuição de brindes e amostras grátis. A Anvisa diz que o objetivo é evitar que “a escolha de médicos e pacientes seja influenciada por informações inadequadas, incompletas ou descontextualizadas”. As novas regras entram em vigor em seis meses.
Veja algumas determinações
Entre as novas determinações estão textos mais claros em propagandas e publicidades, pois os termos técnicos podem confundir o consumidor. Essas peças também devem mostrar advertências relativas aos princípios ativos. Segundo a Anvisa, um exemplo é a dipirona sódica, que, na propaganda, deve ter o aviso: “Não use este medicamento durante a gravidez e em crianças menores de três meses de idade”. Nas peças veiculadas pela televisão, o próprio ator que protagonizar o comercial terá que verbalizar essas advertências. No rádio, a tarefa caberá ao locutor que ler a mensagem. Para o caso de propaganda impressa, a frase de advertência não poderá ter tamanho inferior a 20% do maior corpo de letra utilizado no anúncio.
Deverá haver mudança no conteúdo das amostras grátis. Os anticoncepcionais e medicamentos de uso contínuo passam a conter, obrigatoriamente, 100% do conteúdo da apresentação original. Já no caso dos antibióticos, a quantidade mínima deverá ser suficiente para o tratamento de um paciente. Para os demais medicamentos sob prescrição, continua a valer o mínimo de 50% do conteúdo original. As empresas terão um prazo maior para cumprir essas exigências: 360 dias.
A agência também reforça a orientação de que o apoio e patrocínio a profissionais de saúde não podem estar condicionados à prescrição ou dispensação de qualquer tipo de medicamento. A distribuição de brindes a médicos, farmacêuticos e ao público será vedada.
O consumidor deverá ser avisado, nas propagandas, sobre efeitos de sedação e sonolência que podem prejudicar motoristas e a operação de máquinas. Além disso, não será mais possível relacionar o uso do medicamento ao excesso de ingestão de bebida alcoólica ou de comida.
A agência alerta para o problema do uso indiscriminado de medicamentos, incluindo os de venda livre. Segundo o Sistema Nacional de Informações Toxicológicas (Sinitox), da Fiocruz, o uso incorreto de remédios é responsável pela intoxicação de uma pessoa a cada 42 minutos no Brasil.

Acupuntura em gatos

Gatos que sofrem de asma têm sido tratados com acupuntura, segundo o jornal inglês “Daily Mail”. A sul-africana Virginia Sanders foi uma das que optou pelo tratamento alternativo para o seu gato siamês Kiki, de 11 anos.
Conforme o “Daily Mail”, Sanders optou pelo tratamento alternativo, pois estava preocupada que o tratamento convencional com injeções de cortisona pudesse prejudicar o fígado de seu animal de estimação.
Segundo ela, um veterinário recomendou a utilização do tratamento não convencional. Para o veterinário Barry Hindmarch, tratamentos alternativos podem ser usados em animais para aliviar lesões de pele, artrite crônica e problemas renais.
De acordo com a reportagem do jornal, um gato que sofria de asma e tosse há três anos teria sido curado com o tratamento alternativo, após os tratamentos tradicionais não terem surtido efeito.

Mais uma função da manteiga

Manteiga pode medir poluição

Um estudo promovido em parceria entre o Greenpeace e a Universidade de Lancaster da Inglaterra revelou um novo método de medir os focos mundiais de poluição do ar, a análise da manteiga. De acordo com eles, muitos POPs (poluentes orgânicos persistentes), como PCBs (bifenilas policloradas), dioxinas e alguns pesticidas, carregados pelo vento acabam caindo nos pastos que servem de alimento às vacas, responsáveis pelo ingrediente que compõe aproximadamente 80% da manteiga, o leite. É em sua gordura que os poluentes se acumulam, acabando em nossas mesas. Kevin Jones, um dos envolvidos no estudo, afirma que os poluentes contidos no alimento não demonstram oferecer riscos à saúde, pois encontram-se em pequenas quantidades, e que as amostras de manteiga produzidas em diversas partes do mundo podem ajudar os ecologistas a encontrar os principais pontos expostos à emissão de POPs. As análises feitas com manteigas de 23 países revelaram que os produtos da América do Norte e Europa continham mais PCB, enquanto que o hemisfério sul apresentava níveis reduzidos. A quantidade de PCB encontrada nos alimentos variou de 110 a 3.330 picogramas por grama de manteiga (um picograma é a trilhonésima parte de um grama).

Manteiga ou margarina?

Flávia Pegorin

Nem vamos tocar no assunto “sabor”, porque é um critério mais subjetivo (e é bem provável que, aí, a manteiga daria mesmo uma sacolada na margarina). O fato é que a briga entre esses dois produtos vai muito além do sabor – e causa dúvidas na cabeça de todo cozinheiro. A margarina é vista como mais saudável, a manteiga é vista como a alma de muitas receitas. Para desmistificar um pouco a aura de vilã que a manteiga ganhou nas últimas décadas, consultamos a tecnóloga de alimentos Silvia Tavares, de São Paulo. E eis a verdade.

Em termos culinários, a margarina dá o mesmo efeito que a manteiga?
Não. Para ficar mais claro, é preciso dizer que a manteiga é um derivado do leite, sendo obtida por meio do batimento do creme de leite (a nata). Já a margarina é obtida por meio da hidrogenação de óleos vegetais, produzida por meio de um processo onde as moléculas de hidrogênio são incorporadas às moléculas de gordura artificialmente.

Sendo um produto “natural”, a manteiga ganha muito em cremosidade (e também em elasticidade, o que se reflete muito no feitio de massas, por exemplo). Além disso, a margarina possui muita água em sua composição, o que não ajuda muito as receitas. Untar formas com margarina, por exemplo, é um tiro que sai pela culatra.

A manteiga tem mesmo muita gordura?
Um estudo do Inmetro avaliou cinco marcas de manteigas e margarinas. E, nesse caso, o baile é óbvio. As manteigas tiveram altos teores de colesterol e gordura saturada – a média de consumo diário desse produto é de 20g, o que representa, em valores, metade do que podemos consumir de gordura saturada diariamente. A margarina obteve, na média, menos da metade do valor de gordura saturada das manteigas, o que indica uma vantagem para quem possui problemas com alta taxa de colesterol.

E com relação ao colesterol?
Por ser um produto de origem vegetal, a margarina não tem colesterol.

Mas e a gordura trans?
Na verdade, é aí que a coisa complica. De maneira geral, é comum consumir margarina para evitar o colesterol e as gorduras saturadas presentes na manteiga. Porém, as gorduras trans são outro departamento (e elas estão presentes na maioria das margarinas). Elas inibem a ação de enzimas específicas do fígado, o que favorece a síntese do colesterol.

Assim, o consumo de margarina com gordura trans causa o aumento dos níveis de colesterol e triglicérides e a diminuição do HDL (bom colesterol) de forma indireta. Além do aumento dos níveis de colesterol, estudos indicam que a gordura trans faz com que as membranas percam flexibilidade, dificultando a transmissão de impulsos nervosos, o que pode estar relacionado com a depressão. Portanto, quem busca diminuir os níveis sanguíneos de colesterol deve evitar alimentos com gorduras hidrogenadas, como por exemplo, as margarinas.

Fonte: iG

Lombinho ao molho de laranja e alecrim

>>o lombinho de porco tem muito pouca gordura, ao contrário do que normalmente se pensa.

Ingredientes: 1 pedaço de lombinho sem gordura (600g); 1 colher de chá de azeite; 1/2 xícara de caldo de galinha sem gordura; 1 colher de chá de raspa de casca de laranja; 1 colher de chá de fubá fino; 4 colheres de sopa de água; 1/4 de xícara de suco de laranja fresco; 2 colheres (de chá) de alecrim fresco picado

Modo de preparo

1. Numa caçarola antiaderente, aqueça o azeite em fogo alto e doure o lombinho rapidamente. Adicione o caldo de galinha e a casca de laranja. Deixe levantar fervura e reduza o fogo. Cozinhe com a panela tampada por 15 a 20 minutos até que o lombinho amacie. Retire o lombinho, corte em oito fatias finas e mantenha quente.

2. À parte, junte e misture com o fubá com a água e o suco de laranja. Na mesma panela, ferva a mistura do fubá , enquanto raspa o fundo até que o molho engrosse. Salpique o alecrim fresco.

Açúcar causa dependência química

Pesquisadores da Universidade de Priceton, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que o açúcar pode viciar. Um estudo com ratos mostrou que a substância é capaz de despertar pelo menos dois dos três elementos que caracterizam a dependência química: aumento da quantidade ingerida e sintomas de abstinência. O estudo foi apresentado nesta quarta-feira no encontro do Colégio Americano de Neuropsicofarmacologia em Scottsdale, no Arizona.

Segundo o professor Bart Hoebel, houve profundas mudanças comportamentais nos animais, que receberam doses elevadas de açúcar. Além de demandarem cada vez mais doce, após um corte na oferta da substância, os ratos passaram a ingerir álcool e anfetaminas, oferecidos inicialmente em doses mínimas. Os ratos demonstraram aumento da sensibilidade aos psicoestimulantes, um dos efeitos no cérebro dos dependentes químicos.

Hoebel, que há anos pesquisa hábitos alimentares como forma de recompensa, constatou que os ratos comem mais açúcar quando estão com fome, um fenômeno semelhante ao que ocorre com dependentes de nicotina, cocaína e morfina. A pesquisa também aponta um aumento do neurotransmissor dopamina depois que os animais famintos ingeriam uma solução de açúcar. Este sinal químico aciona mecanismos de motivação e, repetidamente, levam à dependência. Após um mês, o cérebro dos animais se acostumava com os níveis elevados de dopamina e os receptores para o neurotransmissor diminuíam, enquanto os receptores para opióides aumentavam. Esses sistemas opióides e dopaminérgicos estão relacionados às estruturas de motivação e recompensa do cérebro. Mudanças semelhantes ocorrem com ratos que recebem doses de heroína e cocaína.

Quando o açúcar foi retirado, os animais demonstraram sinais de abstinência, como ansiedade, manifestada por ranger de dentes e comportamento fora do padrão. Segundo os médicos, o estudo oferece pistas para transtornos alimentares, como a compulsão.

Saúde Alternativa é Direito de Todos

No Dia em que se comemora os 60 anos da Declaração dos Direitos Humanos é bom que se lembre que todos os seres humanos neste nosso planeta têem direito à saúde. E esta saúde é melhor cuidada por métodos alternativos que sejam eficazes e não causem doenças secundárias, como a Homeopatia, a Medicina Antroposófica e a Acupuntura. Procure o(a) vereador(a) ou o(a) prefeito(a) que recebeu o seu voto, lembre a ele(a) que você tem este direito e exija a implantação destas práticas no SUS, para que todos possam ter acesso a uma medicina de qualidade! Esta mensagem faz parte de uma blogagem coletiva pelos direitos humanos, criada pelo Sam, do Fênix ad eternum!
Participaram os seguintes blogs:
/>E hoje cerca de cem blogs, unidos, por vários pontos do mundo demonstraram que podem, apenas o desejem, agir! Agir para que estes sessenta anos não sejam revividos com as suas dissensões e massacres, mas sim revividos com os Direitos Humanos, com uma Humanidade capaz de ver o melhor de si mesma.

Segue-se a lista dos participantes confirmados:

  1. Fênix Ad Eternum
  2. Lino Resende
  3. Leio o meu mundo assim…
  4. Alma Poeta
  5. Reclinada
  6. Doutrina Espirita
  7. “Feliz aquele que transmite o que sabe, e aprende o que ensina”
  8. Chama da Paz”: A luz que nunca se apagará
  9. Blog do joãoáquila
  10. Saia Justa- Ano III
  11. Caminhantes
  12. Pegasus, Cavalo Alado
  13. Arroios
  14. Devaneios & Desatinos
  15. Mirian-crochet
  16. Moralitos EBIC
  17. Flávia, Vivendo em Coma…
  18. Oficina de Palavras.
  19. Fio de Ariadne
  20. Infinito Particular
  21. Educar Já!
  22. Casas Possíveis
  23. Qualiblog
  24. O mundo na Luneta
  25. Viver Melhor
  26. Apenas Nana
  27. Ideia Espírita
  28. blogosfera solidária
  29. Página Russana
  30. Na casa da vovó
  31. Jus Indignatus por Ricardo Rayol
  32. BLOG DO RONALD
  33. By Osc@r Luiz
  34. Entre Mãe e Filha
  35. Luz de Luma, yes party!
  36. Diário de Iza
  37. Pensiere & Parole ano V
  38. Esquinas há muitas – De ver o mar – só a minha…
  39. MOMENTOS DE LUAR
  40. este é o meu local de sonho…
  41. Recordações de um Baú
  42. Das coisas que eu sei
  43. Pasárgada
  44. Chronicle & Tales Unlimited (RED)
  45. Toques de Prazer
  46. TIMOR LOROSAE NAÇAO
  47. PÁGINA UM
  48. De tudo um pouco
  49. feltro, lã, pano e papel
  50. AprendizArte Ateliê
  51. Bem Bolados Projetos
  52. O pulguedo
  53. Ramsés Século XXI
  54. MIVA CROCHET
  55. Maio, 26
  56. Essencialmente Palavras…
  57. O Último Dia de Minha Vida.
  58. O Blog do CanalPsi
  59. aprendemos
  60. Sensata Paranóia
  61. Reflexões e opiniões
  62. Carta de Tarot
  63. SOL POENTE
  64. Só para dizer que tenho um Blog
  65. IPSI LITERIS
  66. Doce de Fel
  67. Dormentes
  68. Marco S/A
  69. Lavanderia Virtual
  70. Tulipas – A dança da vida
  71. Adão Braga – conectado
  72. ZzabeLinha
  73. Bloco de notas
  74. Tudo para Todos sobre Nada
  75. Mexe no Peixe
  76. OPINIÃO LUSÓFONA
  77. associação abril
  78. VERDE QUE TE QUERO VERDE
  79. PÁGINA LUSÓFONA
  80. PORTUGAL DIRETO
  81. No “canto-do-conto”: Um punhado de magia…
  82. Conversamos?!…;
  83. Fotografando a Vida
  84. ali-se
  85. O Meu País Azul
  86. Blog do Brasilerô
  87. Caravançarai
  88. Revisitar a Educação
  89. English is Cool
  90. A cor da letra
  91. The pages of my life…
  92. Hoje eu tô de bobeira
  93. Drop Azul Anis S
  94. Acqua
  95. Saúde Alternativa
  96. Portugal, Caramba!
  97. UNIDADE MUNDIAL
  98. Pequenos Pormenores
  99. Ernani Motta
  100. Descobrindo
  101. Retrato em branco e preto
  102. Peciscas
  103. JE VOIS LA VIE EN VERT
  104. A LUZ DO DIA E DA NOITE
  105. A PARTILHA DA ALEGRIA
  106. .Blog
  107. Ideias Soltas
  108. NONA E EU
  109. Consciência Acadêmica
  110. pianomanga
  111. Visão Panorâmica
  112. Dentro da Bota
  113. Quiosque Azul
  114. Lu_Carioc@

(Atualizado pelas 13.30 de 11 de Dezembro)

Fumaça dos incensos aumenta o risco de câncer do trato respiratório

Autora: Roxanne Nelson
Publicado em 29/08/2008

De acordo com um estudo publicado on line na revista Cancer, a exposição prolongada à fumaça de incensos está associada a um risco maior de desenvolvimento de carcinoma de células escamosas do trato respiratório. Essa associação pareceu ser dependente da dose, e os maiores riscos foram verificados entre os indivíduos expostos por mais tempo.

De acordo com o Dr. Jeppe T. Friborg, do Statens Serum Institut de Copenhaguen, Dinamarca, e seus colaboradores, este foi o primeiro estudo prospectivo desenvolvido para determinar a associação entre os incensos e o risco de câncer. “Os resultados indicam haver uma relação entre a exposição por um longo período de tempo e os carcinomas de células escamosas do trato respiratório”.

Quando comparados com os indivíduos que não faziam uso de incensos, aqueles que eram expostos diariamente e por mais de 40 anos apresentavam um risco 70% maior de apresentar doença maligna do trato respiratório.

A queima de incenso é muito comum em muitas partes da Ásia e da Índia, sendo utilizado em templos como parte de muitos rituais e cerimônias religiosas. Além disso, é um hábito que faz parte do cotidiano no sudeste asiático: aproximadamente metade da população desta região queima incenso diariamente. A exposição habitual à fumaça de incensos não se limita apenas às populações da Ásia, e cada vez mais vem ocorrendo nos Estados Unidos e em outras nações ocidentais.

O incenso utilizado nos países asiáticos geralmente consiste em uma combinação entre plantas aromáticas (como sândalo e jasmim) e óleos essenciais. Isso gera uma mistura combustível que, quando queimada, exala uma fumaça com aroma, além de ser um grande produtor de partículas atmosféricas. Um grande número de fatores carcinogênicos pode ser liberado na fumaça do incenso, como os hidrocarbonetos aromáticos, carbonilos e benzeno.

Os pesquisadores observaram que estudos anteriores haviam investigado a associação entre câncer de pulmão e a exposição ao incenso, mas os resultados foram pouco consistentes. Outros trabalhos haviam relatado uma relação entre a fumaça do incenso e alguns tumores, como a leucemia na infância e tumores cerebrais.

O Dr. Friborg e seus colaboradores examinaram a relação entre o uso de incenso e o risco de surgimento de carcinomas do trato respiratório através deste estudo prospectivo de coorte. Entre 1993 e 1998, um total de 61.320 homens e mulheres chineses foram selecionados em Cingapura e acompanhados até o final do ano de 2005.

A idade variou entre 45 e 74 anos e todos os participantes não apresentavam câncer no início do estudo. Uma entrevista abrangente sobre as condições de vida, hábitos alimentares e fatores relacionados com o estilo de vida foi realizada no início do estudo e a coorte foi comparada com dados de base populacional. O modelo de riscos proporcionais de Cox foi utilizado para estimar o risco relativo das neoplasias relacionadas com o uso de incenso.

Ao término do período estudado, foram diagnosticados 1.146 casos de câncer do trato respiratório entre os indivíduos que faziam parte da coorte: 10 de cavidade nasal/paranasal, 20 de língua, 29 de boca, 12 de orofaringe, 14 da hipofaringe, 1 faríngeo não especificado, 175 de nasofaringe, 64 de laringe e 821 de pulmão. As neoplasias de nasofaringe eram carcinomas primários indiferenciados (89%), enquanto os demais do trato respiratório superior, que não acometiam a nasofaringe, eram predominantemente de células escamosas (88%).

Entre as neoplasias de pulmão, os adenocarcinomas eram mais freqüentes (42% dos casos) do que os carcinomas de células escamosas (24% dos pacientes).

Cerca de ¾ da coorte queimou incenso durante o período estudado (77,5% dos homens e 76,5% das mulheres). Entre esses usuários regulares, 92,7% o faziam diariamente e 83,9% vinham fazendo uso há mais de 40 anos.

Os pesquisadores verificaram que a queima de incenso não esteve associada a um aumento do risco de câncer de pulmão, nem dos que acometem a nasofaringe. Entretanto, a exposição a essa fumaça esteve associada a um risco maior de carcinoma em outros sítios do trato respiratório (que não a nasofaringe), sendo essa relação aparentemente dependente da dose. Comparado com aqueles que não o utilizam, os indivíduos que queimam incenso por mais de 40 anos têm um risco aumentado em 70% de câncer do trato respiratório superior fora da nasofaringe. Essa diferença foi estatisticamente significativa.

A intensidade do uso também aumentou o risco de câncer. Ele era maior do que o dobro quando o uso do incenso era diário ou contínuo ao longo do dia.

De acordo com os pesquisadores, os resultados deste trabalho estão em concordância com vários outros estudos que identificaram agentes carcinogênicos na fumaça do incenso. Os pesquisadores enfatizaram que “este estudo traz importantes conseqüências para a saúde pública devido à exposição disseminada e, muitas vezes involuntária, à fumaça de incensos. Além de iniciativas para reduzir a exposição à fumaça do incenso, os próximos estudos deverão identificar os tipos de incenso menos danosos”.

O estudo foi financiado com doações do National Cancer Institute.

Cancer.
Informação sobre a autora: Roxanne Nelson é jornalista da equipe do Medscape Hematology-Oncology. Declaração de conflito de interesses: A autora declara não possuir conflito de interesses

Beterraba

A beterraba é uma raiz que aparece em duas colorações: branca, de onde se extrai o açúcar; e vermelha, que é utilizada na alimentação.

Além do açúcar, esse legume é muito rico em vitaminas A, do Complexo B e vitamina C (que só é aproveitada pelo organismo quando a beterraba é consumida crua) e, em sais minerais, como Sódio, que protege o organismo contra a perda excessiva de líquidos; Potássio, necessário para a atividade muscular normal; Zinco, elemento necessário aos tecidos cerebrais; e Magnésio, que é constituinte do osso e regula as funções musculares e nervosas.

Esta hortaliça é recomendada para anêmicos por sua riqueza em Ferro, para quem tem dentes fracos ou gengivas inflamadas e aqueles que tem problemas intestinais, devido a seu efeito laxante. As pessoas com dentes fracos, atacadas de piorréia, devem fazer uso do suco de beterraba pelo menos três vezes por semana.

A beterraba também é um ótimo remédio para combater os desarranjos do baço e do fígado, enquanto que suas folhas em forma de cataplasma, com um pouco de gordura, são empregadas como refrescantes nas feridas da pele e inflamações em geral.

Para os que sofrem de pedras na bexiga, um remédio eficaz é ferver uma beterraba e tomar seu caldo três vezes ao dia. O suco de beterraba, por sua vez, é tônico, refrescante e diurético, e combate a litíase renal, descongestionando as vias urinárias.

Ao comprar, escolha beterrabas de cor bem concentrada e tamanho médio. A casca deve ser lisa, sem rachaduras e com folhas brilhantes, sinal de que o legume está fresco. Ao cozinhar essa raiz, deixe 3cm de talo e não corte sua parte terminal. Esses cuidados evitam que a beterraba perca líquidos durante o cozimento, o que acentua seu sabor e a deixe com cor mais concentrada.

A beterraba pode ser consumida de diversas maneiras: temperada com suco de laranja, que lhe dá um sabor diferente, deixando-a mais gostosa; pode ser frita, como batatas; batidas no liquidificador com leite; em sopas com outros legumes, ou ainda cozida e servida em forma de saladas. São pratos muito nutritivos.

Seu período de safra é de agosto a fevereiro.

Doença do beijo na boca

DÉBORA YURI
colaboração para a Folha de S.Paulo

“Não sei se eu vou beijar menos meninas agora, porque você só pega essa doença uma vez na vida, mas ela é muito ruim, horrível”, diz Alexandre Turoni Zaparoli, 14, que saiu do consultório médico com o seguinte diagnóstico: “doença do beijo”.

Trata-se do nome popular da mononucleose infecciosa, doença transmitida pelo vírus Epstein-Barr, que afeta principalmente adolescentes e adultos de até 30 anos. “Ela ocorre mais nessas faixas etárias porque, depois, quem tinha de pegá-la já pegou. É difícil passar por todas essas fases sem ter contato nenhum com o vírus”, explica o infectologista Claudio Sergio Pannuti, professor da Faculdade de Medicina da USP.

A mononucleose ganhou a alcunha de “doença do beijo” décadas atrás, quando uma epidemia tomou conta de uma universidade norte-americana após um piquenique –muitos alunos ficaram, e o vírus se espalhou pelo campus.

“A transmissão se dá pela saliva, principalmente pela troca durante um beijo na boca. Muitos não manifestam os sintomas nunca, mas o vírus fica no organismo. A pessoa sara, mas continua excretando o vírus”, continua Pannuti. “A boca sempre tem os seus vírus. É preciso ver o custo-benefício de cada uma”, brinca ele.

Alexandre Zaparoli ficou dez dias afastado do colégio, com febre de quase 39 graus. “Beijei umas três meninas, teve a viagem de formatura. Eu não sabia que existia a doença do beijo. Sinto muita dor de cabeça e em cima dos olhos”, diz.

Além das dores, a mononucleose tem sintomas como febre, dor de garganta, mal-estar e fadiga –o que gera muitos diagnósticos equivocados. Muita gente nem chega a saber que teve a doença do beijo.

“É fácil confundir com amigdalite, por exemplo, mas, se o médico tem a hipótese na cabeça, pede exames que comprovam a mononucleose. A fase aguda dura uma ou duas semanas”, diz Regina Succi, professora de pediatria e doenças infecciosas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

“Você andou beijando?”

Um exame de sangue detecta aumento dos linfócitos, um tipo de célula, que ficam alterados. Outra pista, além da pergunta “Você andou beijando na boca?”, é o inchaço de gânglios.

O contágio costuma acontecer na fase inicial da doença, enquanto o vírus está incubado. Esse período de incubação dura, em média, duas semanas. Respirar no mesmo ambiente fechado e colocar a mão na boca e, depois, em algum objeto são outras formas de transmitir o vírus, da família do herpes.

Entre um grupo especial de pacientes, os imunodeprimidos –transplantados ou HIV positivos, por exemplo–, a mononucleose pode evoluir para tumores malignos –há vacinas sendo testadas. A maioria dos infectados, entretanto, apenas fica de cama por alguns dias, tentando descobrir com quem trocou o tal do “beijo fatal”.

Palestra Pública: Antroposofia e Desenvolvimento Pessoal

Palestra pública e gratuita na Glia Cultura e Aprendizagem, localizado à Rua Nilo Peçanha 142, Ingá, Niterói, RJ. Dia 9 de dezembro, terça-feira, às 19:30h.

Palestrantes: Rosângela de Santa Anna Cunha e Marcelo Guerra, Terapeutas Biográficos e coordenadores do DAO Terapias.

Antroposofia, do grego “conhecimento do ser humano”, introduzida no início do século XX pelo austríaco Rudolf Steiner, pode ser caracterizada como um método de conhecimento da natureza do ser humano e do universo, que amplia o conhecimento obtido pelo método científico convencional, bem como a sua aplicação em praticamente todas as áreas da vida humana.

Dentre essas áreas, a que está mais intimamente ligada ao Desenvolvimento Pessoal é o estudo da Biografia Humana, que identifica as leis biográficas, arquetípicas, pelas quais todos passamos. Através do Trabalho Biográfico, é possível discernir o que é próprio da idade e o que é acontecimento individual, elementos fundamentais para compreensão da nossa biografia como única. A intenção deste trabalho não é ficar preso ao passado, mas entendê-lo e integrá-lo ao presente, possibilitando a elaboração do que queremos para o nosso futuro.

Feira mostra força e potencial da agricultura orgânica

Quase 25% de toda a área destinada à agricultura orgânica certificada no mundo encontra-se na América Latina. Em 2006, o comércio mundial de produtos orgânicos foi de R$ 65 bilhões. O Brasil contribuiu com cerca de R$ 500 milhões, sendo 70% para exportação e 30% para o mercado interno. Esse universo esteve representado na V Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, realizado no Rio de janeiro.

Data: 30/11/2008 De 26 a 30 de novembro, quem protagoniza o Brasil Rural Contemporâneo reuniu-se no Rio de Janeiro, na V Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária. É a maior exposição e venda de produtos da agricultura familiar brasileira e uma oportunidade para conhecer o universo formado por 4,1 milhões de propriedades que produzem 70% dos alimentos que estão diariamente na mesa dos brasileiros. Com a Marina da Glória como cenário, 550 grupos de produtores expuseram e comercializaram seus produtos em 464 estandes que ocuparam 25 mil metros quadrados.

“Estamos aqui para divulgar a agricultura familiar e o consumo de orgânicos. Temos um público cativo, mas queremos atingir quem ainda não conhece ou não consume os produtos das pequenas propriedades. Nenhuma máquina substitui a minúcia da mão humana. Os morangos que produzidos são separados um a um para, depois, serem transformados em compotas, geléias e na famosa morangada”, explica Marc Ferrez Weinberg, engenheiro agrônomo que mantém, junto com a esposa, a produção de diversas frutas orgânicas em Nova Friburgo, Rio de Janeiro.

Weinberg sabe que é a agricultura familiar a responsável pela produção da maior parte dos alimentos consumidos pelos brasileiros. Quase 25% de toda a área destinada à agricultura orgânica certificada no mundo encontra-se na América Latina. Dentre os países mais ativos estão a Argentina, o Brasil e o Uruguai. No ano de 2006, o comércio mundial de produtos orgânicos foi de R$ 65 bilhões. O Brasil contribuiu com cerca de R$ 500 milhões, sendo 70% para exportação e 30% para o mercado interno.

Seu Francisco, de Cananéia, litoral de São Paulo, produz ostras de mangue com diversas famílias quilombolas. A iguaria é procurada em todos os restaurantes do litoral paulista, mas o verdadeiro valor de cada ostra está na conservação do mangue e na geração de trabalho e renda para as famílias quilombolas da região. “O mais importante é que estamos protegendo o mangue, nossa única riqueza natural. A comunidade, até pouco tempo, não fazia o manejo sustentável na produção de ostras. Hoje, sabemos que ali está o nosso sustento e a preservação dele para os nossos filhos”.

A Cooperostra nasceu com esta meta: tirar da clandestinidade os coletores de ostras de Cananéia e oferecer um plano de manejo sustentável. A cooperativa existe desde 1997 e hoje conta com 43 cooperados. Os produtos têm certificado do Serviço Nacional de Inspeção Federal (SIF), emitido pelo Ministério da Agricultura.

Vindas até o Rio de Janeiro de lugares mais distantes, as mulheres da região de Mostardas, Rio Grande do Sul, trouxeram à Feira o artesanato com lã de ovelha, fonte de renda para três grupos remanescentes de quilombolas. As técnicas repassadas de geração em geração dão origem a fios, tapetes, acolchoados, boinas e mantas. A atividade representa um incremento de aproximadamente 10% na renda das famílias. O artesanato complementa a renda da principal atividade econômica das comunidades, a agricultura. “Tenho mais um trabalho, mas não deixei de cuidar da roça”, explica a artesã Enilda Maria Gonçalves da Costa, que, ao lado do marido, cuida da plantação de cebola, batata e feijão, vendidos em feiras na região de Mostardas, e ainda produz farinha de milho e doces.

Essas e muitas outras surpresas da agricultura familiar brasileira foram expostas em estandes individuais e coletivos, distribuídos em cinco ambientes que reproduzem estilos e características das regiões Centro-Oeste, Norte, Nordeste, Sudeste e Sul. A Marina da Glória também recebeu cinco ilhas temáticas formadas por estandes coletivos que reuniram de oito a 20 expositores. As ilhas são compostas pelas praças dos Orgânicos, da Biodiversidade, do Artesanato, da Cachaça, uma das mais disputadas, e do Biodiesel.

A V Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária foi realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), com patrocínio da Caixa Econômica Federal, do Banco do Nordeste, do Banco do Brasil, do BNDES, da Petrobras, da Eletrobrás, do Sebrae, da Abimaq, da Anfavea, da Fundação Banco do Brasil e da Ubrabio. Contou também com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro; da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro; e do Instituto Latinoamerica para o Desenvolvimento da Educação, Ciência, Arte e Cultura; e da Fundação Universitária de Brasília.

Fonte: Agência Carta Maior